julho 10, 2006

Uma frase por jogo (dia 25, dia final)

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Itália 1 (5) x (3) 1 França

Eu disse.

Posted by david at 01:11 AM | Comments (1)

julho 08, 2006

Uma frase por jogo (dia 24)

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Alemanha 3 x 1 Portugal

Onde Sebastião bateu as botas.

Posted by david at 05:53 PM | Comments (0)

julho 07, 2006

A beleza é terrível

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O 10 vale por 11
A taça do mundo é fossa
O brasileiro joga sem bossa!
Ê eta esquadrão de ouro
Depois do samba, levou um couro

Posted by david at 02:01 PM | Comments (0)

Pausa

Pararemos. Não sei se por muito tempo, talvez poucas horas. Mas a causa é boa: novidades estão a caminho.

Posted by marcioguilherme at 02:26 AM | Comments (0)

julho 06, 2006

Do imperativo histórico

Esquema, motivação e talento ajudam, mas o que divide os times campeões do resto são as histórias. Grandes equipes têm casos pra contar - e daí a dúvida: quem tem mais conversa, a França de um craque que brilha como nunca na hora do adeus ou a Itália de uma roubalheira doméstica à 1982?

Ao fato: qual era a história do Brasil em 2006? As bolhas de um centroavante marginalmente obeso? Drek auf dem teller¹.
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¹ yiddish, stands for: shit on a plate.

Posted by david at 03:26 AM | Comments (0)

julho 05, 2006

Uma frase por jogo (dia 23)

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França 1 x 0 Portugal

C'est suffi.

Posted by david at 09:23 PM | Comments (0)

julho 04, 2006

Uma frase por jogo (dia 22)

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Itália 2 x 0 Alemanha

"O" jogo da Copa.

Posted by david at 09:43 PM | Comments (0)

julho 03, 2006

Dá APO pros menino

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O bichano de Weimar era machista e dizia:
Vais ter com uma mulher? Não te esqueças do chicote

A idéia original é do Rodrigo.

Posted by apostos at 03:04 PM | Comments (4)

julho 02, 2006

Antimatéria

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O aceno antes da surra

Saber perder não é o que se imagina. Baixar a crista e aplaudir o vencedor não é saber perder, é dever de civilidade. Saber perder é, acima de tudo, perder com caráter - não no sentido "ético", mas no expressivo. Está aí o fato, portanto: perdemos sem caráter, sem ethos.

Se era pra ser caso perdido, que fosse caso trágico, ao menos. Que fosse teatro e não reality show. Que houvesse, como previa o Kfouri, um esquema e não esse suflê do hiperreal, mais real que o real que, na realidade, não tem graça nenhuma. As derrotas de 38, 50, 54, 82, 86 e 90 tiveram pulso de tragédia. Foram grandes. Tinham caráter, tinham ethos. Aquelas seleções tombaram. Em 2006, a seleção estrelada não se moveu nem para isto: cair. Permanecemos de pé, firmes quem nem aquelas barreiras de treino.

Antes o sem caráter fosse macunaímico. Que, na véspera, tivessem os jogadores enchido a cara, catado umas alemoas e dormido demais, a ponto de jogar com remela, mas não - ao menos, xingaríamos com uma ponta de inveja: VAGABUNDOS. E quem se atreve? O affair foi de anticlímax. Não houve vagabundo, não houve mercenário, não houve crime, não houve orgia, não houve cadáver, nem cabeça de burro, simplesmente não houve. Ganhamos quatro partidas, perdemos uma e saímos sem história pra contar. É a antimatéria.

Posted by david at 08:22 PM | Comments (0)

julho 01, 2006

Uma frase por jogo (dia 21)

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Portugal 0 (3) x (1) 0 Inglaterra

Sebastião voltou.

França 1 x 0 Brasil

Villegagnon, Villegagnon, V-I-L-L-E-G-A-G-N-O-N.

Posted by david at 05:51 PM | Comments (0)