November 29, 2007

Diário da Corte

Um Diário da Corte de 30 de Junho de 1990.

nibeA.JPG

nibeB.JPG

nibeC.JPG

nibeD.JPG

nibeE.JPG

nibeF.JPG

nibeG.JPG

"Vou comprar um rifle de alta precisão e me postar numa janela..."

nibeH.JPG

Posted by Alexandre S. at November 29, 2007 12:46 AM
Comments

"Thousands have lived without love, none without water" a melhor poesia é aquela que não me dá nenhuma vontade de pensar, maldita escola que me obrigava a analisar poesias, algumas delas bem boas que bem mereciam ser poupadas.

Nunca li o Lytton Strachey, será que vale a pena? As passagens do seu trabalho que a personagem dele no filme Carrington declama em voz alta são absurdas.

Posted by: Mariana at November 29, 2007 06:10 AM

17 horas de Wagner (e parece que Wagner leva 17 horas para resolver uma relação sexual), e Adorno falou isso, e Ford falou aquilo, e escravos, futebol e mais não sei o quê. Tem hora que cansa. Não tenho saco para mais que alguns minutos de Wagner, de cada vez, os minutos certos.
Milhares de pessoas viveram sem amor, nenhuma sem água. Era preferível que não vivessem. Sem amor - não estou dizendo daquele de Romeu e Julieta, mas do amor simples, talvez possível, entre pessoas conhecidas - é melhor não viver sem ele. E escravos, pelamordedeus, só a idéia já é nauseante. E literatura, sim, deve ser talento ou coisa de gênio, nada menos do que isso. E Francis, ainda bem, escreveu dois romances soberbos. É o que vai ficar, porque jornalismo e jornalistas merecem, por mérito próprio, a extinção.

Posted by: Fritz G at November 29, 2007 10:44 AM

Gentji, o Paulo Francis conhecia montes de pessoas, lá em Nova Iorqui… tem aí um name dropping de causar inveja às cataratas de Iguaçu.

Posted by: caramelo at November 29, 2007 11:49 AM

Toda vez que se fala em Wagner, não consigo deixar de lembrar das filas de judeus ao som da Tannhäuser.
Resultado: não consigo gostar mais, sempre é muito triste.

Posted by: OleSchmitt at November 29, 2007 06:04 PM

Mas quem disse que vivemos sem escravos?

Posted by: Badá at November 30, 2007 11:11 AM

O Fritz deve ser médico.

Posted by: evaldo at November 30, 2007 03:01 PM

Eu nunca tinha lido muito o Paulo Francis, estou aproveitando a oportunidade no seu blog e esta sendo otimo.

Posted by: Ribeiro Eiras at November 30, 2007 03:31 PM

Eu nunca tinha lido muito o Paulo Francis, estou aproveitando a oportunidade no seu blog e esta sendo otimo.

Posted by: Ribeiro Eiras at November 30, 2007 03:32 PM

Eu nunca tinha lido muito o Paulo Francis, estou aproveitando a oportunidade no seu blog e esta sendo otimo.

Posted by: Ribeiro Eiras at November 30, 2007 03:32 PM

Eu nunca tinha lido muito o Paulo Francis, estou aproveitando a oportunidade no seu blog e esta sendo otimo.

Posted by: Ribeiro Eiras at November 30, 2007 03:32 PM

Nada a ver com o texto, mas umas fotos da Scarlet:

http://forum.glam0ur.com/index.php/topic,9656.0.html

Espero ter ajudado o seu Stumble Upon.

Um abraço.

Posted by: ona at November 30, 2007 07:34 PM

O PF tá meio rambling aí, não? Pula de galho em galho e nem termina algumas frases. Sobre música, leia-se o próprio Edward Said pra ver o q é realmente um "intelectual".

E ¿"Wagner é frequentemente muito chato e repeticioso"? Waaaal.

....

PS. Alexandre, tenho guardado dois ou três artigos do PF completos de página inteira da época do "Diário da Corte", acho. Como vc gosta, posso escanear e mandar. Interessa?

Posted by: Dr Plausível at December 1, 2007 05:02 PM

Alexandre, só agora que vi que meu comentario abaixo saio varias vezes, foi algum problema do comp. que me fez me atrapalhar...

Posted by: Ribeiro Eiras at December 1, 2007 06:58 PM

Alexandre, só agora que vi que meu comentario abaixao foi editado varias vezes, foi alguma confusão entre eu e meu comp. rsrsrs.

Posted by: Ribeiro Eiras at December 1, 2007 07:00 PM

Aquele comentario sobre tecnicos, humanistas, a Iliada e a cura do resfriado e uma das maiores e indesculpaveis besteiras que Paulo Francis escreveu.

Posted by: Rafael Lima at December 3, 2007 06:23 AM

Paulo Francis podia gostar de música, mas não a compreendia. Sua crônica wagneriana é de uma banalidade constrangedora.

Uma pena.

Posted by: P.Q.P. Bach at December 3, 2007 04:57 PM

Alexandre, cancela o Francis e põe o Veríssimo, esse aí acerta todas!

Posted by: Bruno at December 4, 2007 12:22 AM

"PQP Bach", quem gosta de jazz perdeu o direito de comentar qualquer coisa sobre Wagner.

Posted by: Alúmen at December 4, 2007 09:58 AM

Pior que o "PQP Bach" só o outro lá embaixo que fala mal de Wagner e bem dos romances do Francis... Pfui.

Posted by: Alúmen at December 4, 2007 10:02 AM

Baudelaire, fã de Van Gogh?! Ah, nao, é o "tempo" de baudelaire... Olha, esse texto de Paulo Francis esta' muito mal escrito.

Posted by: Bruno L. at December 4, 2007 04:04 PM

... se wagner quase enlouqueceu o niezstche nós que procuremos evita-lo! (rs)
particularmente prefiro mozart, bach e beethoven.

Posted by: senhorita rosa at December 4, 2007 04:30 PM

Prefiro os erros do Paulo Francis aos acertos do Luis Fernando Veríssimo.

Posted by: Ribeiro Eiras at December 5, 2007 06:33 PM

Prefiro os erros do Paulo Francis aos acertos do Luis Fernando Veríssimo.

Posted by: Ribeiro Eiras at December 5, 2007 06:35 PM

Prefiro os erros do Paulo Francis aos acertos do Luis Fernando Veríssimo.

Posted by: Ribeiro Eiras at December 5, 2007 06:35 PM

Mas devo dizer: Defender a escrevidão foi medíocre. Não foi só um erro, foi medíocridade do Francis.

Posted by: Ribeiro Eiras at December 5, 2007 06:44 PM

Medíocre é ler esse texto e achar que o Francis defendeu a escravidão......

Posted by: Joca at December 5, 2007 08:40 PM

Defendeu sim, se ele disse que queria um escravo é porque defendeu.

Posted by: Ribeiro Eiras at December 6, 2007 11:57 AM

Se eu disser que quero que você se exploda, estou defendendo a dinamite?

Posted by: Injusto Belicoso at December 7, 2007 10:06 PM

Paulo Francis era um chato. Um intelectual? Sem dúvida. Mas um chato, que falava para uma elite que detesta ver o Brasil se desenvolver com algum mínimo de distribuição de justiça e - principalmente - de renda.

Posted by: Andre L. Soares at December 8, 2007 12:19 PM

Paulo Francis era um chato. Um intelectual? Sem dúvida. Mas um chato, que falava para uma elite que detesta ver o Brasil se desenvolver com algum mínimo de distribuição de justiça e - principalmente - de renda.

Posted by: Andre L. Soares at December 8, 2007 12:20 PM

Ah, não seja exagerado, nós da elite sabemos que tipinhos como você, por mais que haja justiça e igualdade de renda, vão continuar sendo sempre inferiores.

Posted by: Jose E. Soares at December 8, 2007 04:05 PM

Ingusto belicoso, que não tem coragem de dar as caras, pessima sua comparação. Ele, provocativamente, que gostaria de um escravo, e disse que não existe grande civilização se escravidão, então, ele acaba defendendo a escrevidão, mesmo que por ironia. Aliais, ele entendia alguma coisa das antigas civilizações?
A questão é que você não ousa contradize-lo, afinal, todas as pessoas que você puxa o saco dizem que ele é bacana, quem seria você para contradize-los.

Posted by: Ribeiro Eiras at December 10, 2007 08:06 PM
Post a comment









Remember personal info?