Mostro essa foto para que o design horrível da página seja inteligível, mas graciosamente não ampliei a foto grotesca da Madonna dando um chute de wing chun num paparazzo.
Como eu disse no post anterior, esta é uma coluna de Paulo Francis de 30 de abril de 89, que foi publicada em algo que acho que se chamava Caderno D da Folha de São Paulo. (O formato é irritante de ler, mas paciência.)
Prestap nunca mais! Eu hein!
Posted by: fernando bueno at September 20, 2007 05:17 PMJá pensei em fazer isto com as colunas do Francis que eu tenho, mas fico cismado com essas coisas de direito autoral.
Posted by: Eduardo at September 20, 2007 05:49 PMTe juro, pensei em te oferecer meu scanner só para ver aqui cada uma das páginas, todas elas! Se bem que pelas fotos já dá para sentir aquela "satisfação-quase-orgásmica".
=)
Eu acho que com fotos fica melhor que com scanner, apesar de menos prático.
Continue o bom trabalho, Alexandre. Agradecerei todas as quintas. Obrigado.
Posted by: Gustavo at September 20, 2007 06:12 PMAlexandre,
MUITO OBRIGADO! ;-)
Posted by: Gabriel Trigueiro at September 20, 2007 06:15 PMNão sei se é culpa do design horrível, mas tem uns pontos e vírgulas estranhos na primeira parte do texto.
Obrigado, mesmo assim :)
Posted by: Caio at September 20, 2007 07:18 PMVale continuar sendo o advogado do diabo? Para ler o Francis não se pode prestar atenção. Vejam o fim: "Mas duas coisas ninguém tira da revolução francesa", diz ele. E depois só fala da criação da idéia de "igualdade de oportunidade". Além de isso ser uma coisa só, e não duas, quem disse que a revolução francesa a criou? Popularizar tudo bem; afinal, a revolução americana (a única revolução conservadora, como disse a Hannah Arendt - e por isso mesmo deu certo) não tem a propaganda da esquerda por trás. Mas quem criou a idéia foram os founding fathers, e sem precisar guilhotinar aquele monte de gente.
Posted by: Burke at September 20, 2007 10:29 PMVejam só: o Burke é nosso Millôr pessoal (não que eu ache isso ruim, é legal ter um Millôr aqui do lado). ;D
E a segunda coisa é a fraternidade, Burke. A fraternidade.
Posted by: Gustavo at September 20, 2007 11:14 PMSeher gut, Herr A.. Tem o downside de ficar vendo comentários discutindo o conteúdo, com birra post mortem. Mas vale a pena. Acho que ele endossaria a famosa frase que um Grande Blogueiro não disse à Veja: "eu gosto é de provocar"...
Posted by: mauro at September 21, 2007 11:22 AMAh, bom. Então, segundo o Francis, a revolução francesa criou, também, a idéia da fraternidade?
É ainda melhor do que eu pensava...
Posted by: Burke at September 21, 2007 11:32 AMEu li livros do Francis e gostei. Bastante. Mas nunca fui de ler as colunas, até porque era criança na época. Concordo com o Burke. O mínimo que se pode dizer é que isso aí é mal escrito. Mas isso já se colocava na conta do Francis, não? Falava besteira e às vezes se enrolava. Quem é fã harcore sabe, non? O que eu não entendo são os fãs tentando negar. Ué.
Posted by: Jules at September 21, 2007 12:15 PMAi ai ai...
Posted by: Jorge Nobre at September 21, 2007 05:31 PMAaaaaaaaaaaaai, ai ai ai ai...
Posted by: Jorge Nobre at September 21, 2007 05:31 PMMy thoughts exactly, dear Jorge...
Posted by: Burke at September 21, 2007 07:07 PM"Falava besteira", "mal escrito"... Et tu, Jules?
Posted by: Rafael Azevedo at September 21, 2007 08:27 PMDissensões internas aqui? Jules, Burke, Nobre?
Não pode. Debater é feio. (:
Posted by: Adriano at September 22, 2007 03:37 AMTem razão Adriano. Curtam o Francis; prometo não encer mais o saco, quando o Lord Ass publicar outros artigos.
Se bem que ele adorava uma confusão...
Posted by: Burke at September 22, 2007 06:18 PMproponho uma vaquinha pra dar um scanner pro alexandre
Posted by: scanner at September 23, 2007 12:20 PMEra pra ser "às vezes falava besteira e se enrolava" . ;)
Acho que isso faz parte do charminho do Francis. God forbid eu querer que ele fosse sensato o tempo todo.
Posted by: Jules at September 25, 2007 08:27 AMUrruuuuuuu! E o formato esquisito é puro design anos 80, tempo em que éramos inocentes, a Folha parecia legível e nos dava notícias de uma São Paulo que assomava (que palavra) como o planeta construído por uma espécie superior.
Posted by: Paulo C. Barreto at September 25, 2007 10:27 AM