September 14, 2007

Esta é uma coluna

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Esta é uma coluna de Paulo Francis de 6 de setembro de 92. Não tenho scanner, então resolvi tirar as fotos dela e publicar aqui pra ver como fica.

Me ocorreu talvez fazer isso com todas as colunas dele que tenho guardadas - todas as quintas e domingos, digamos. Se um número suficiente de pessoas disser que quer que eu faça isso, talvez eu faça - todo satisfeito, e sem reparar que a minha peruca está meio torta.

Talvez, talvez. Nem sei se esta coluna está disponível em alguma parte na internet. De qualquer forma falta a parte inicial sobre Collor, porque achei chato. Eu sempre gostava mais da parte final do Diário da Corte, as "frivolidades", e realmente acho que são as mais relíveis. Mas das próximas vezes, se houver próximas vezes, publico tudo por inteiro e em ordem cronológica.

E de nada, de nada.





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Posted by Alexandre S. at September 14, 2007 09:13 AM
Comments

Many thanks! God bless our Franz Paul Trannin da Matta Heilborn.

Posted by: RandomReader at September 14, 2007 09:54 AM

No momento, estou profundamente ressentida com todos os meus professores da faculdade de jornalismo (aquela joça) por nunca terem me falado o suficiente de Paulo Francis e mais ainda por nunca terem me dado nada dele para ler. São uns imprestáveis.

Posted by: Alessandra at September 14, 2007 10:12 AM

por favor, continue. ainda que a peruca saia do lugar.

Posted by: Eduardo at September 14, 2007 10:27 AM

Mas cadê? Cadê o resto? Eu poderia ficar semanas lendo ininterruptamente.
E como a Alessandra, também faço vudu dos meus professores, porque do Paulo Francis eles nunca falaram, mas de Caetano Veloso, Jean-Paul Sartre e Clarice Lispector, me encheram os ouvidos até eu odiá-los com todas as minhas forças.
Agora que acabou, talvez ainda me reste a chance de aprender algo de útil sobre Francis, embora jamais imaginei que fosse lendo as páginas do seu agradável e mui divertido blog.
Aplausos à boa idéia de publicar a coluna, e espero ver o restante em breve, sem me importar com a peruca torta, seja ela minha ou sua.

Posted by: Badá at September 14, 2007 10:29 AM

Never mind the wig. Please keep on doing it, please.

Posted by: Diogo at September 14, 2007 10:34 AM

Please go on.

Posted by: fernando bueno at September 14, 2007 10:46 AM

A idéia é ótima, Alexandre. Publique mais!

PS: Recentemente li "Cinco tiros abrem novos negócios". É deliciosa de ler, não?

Posted by: Gabriel Trigueiro at September 14, 2007 11:12 AM

Mais, mais! Grazie, signore.

Posted by: Rafael Azevedo at September 14, 2007 11:17 AM

só não digo que isso é um serviço de utilidade pública porque tu pararias de postar as colunas.

Posted by: rodrigo de lemos at September 14, 2007 11:47 AM

Olá, Alexandre,

Eu quero (digo isso e dou três pulinhos sem saber ao certo se eram necessários).

Obrigado

Posted by: carlos at September 14, 2007 12:03 PM

Me sinto meio responsável por isso, então obrigado, Alexandre - mesmo que não seja, não diga. É bom me sentir assim. Foi ótimo, ótimo. E continue, como não? Se não for incômodo, claro.

Posted by: Gustavo at September 14, 2007 12:25 PM

Ah, seu safadão! Querendo lotar sua caixa de comentários com “Quero mais! Quero mais!” Tudo bem, façamos sua vontade para você fazer a nossa:

- Quero mais! Quero mais!

Posted by: joão Teixeira at September 14, 2007 12:54 PM

Que nojento, esse Francis era um reacionário direitista fascistóide nojo nojo!

Brincandinho :)

Gostei muito da penúltima parte pró-tabagista, vou fumar um charutinho daqui a pouco depois do almoço em homenagem a ele.

Posted by: Paulo at September 14, 2007 12:58 PM

please do, soares silva.
é serviço de utilidade pública; muita gente da minha geração só aprendeu a ler depois que ele já tinha morrido.

Posted by: bruno at September 14, 2007 01:23 PM

Com certeza, mais. Muito mais!

Posted by: Tomaz Tiago Luedke at September 14, 2007 01:31 PM

Caro Alexandre, aguardo livro novo. Novidades? Desde "A Coisa Não-Deus" sempre acesso seu blog e seus links.

Precisamos sempre de Paulo Francis.

Abraços

Posted by: Fernando Henrique at September 14, 2007 01:57 PM

Atenção, que esse é o segundo comentário que faço em um blog desde o princípio dos tempos:
Manda mais!
E tenho dito.

Posted by: Fabricio at September 14, 2007 02:27 PM

Estou no corinho: manda mais, Alexandre!

Posted by: Lenira at September 14, 2007 03:32 PM

"Que quer que eu faça isso", pronto, já disse. Mas, abra o jogo - qual é o número suficiente? Você vai marcar por IP?;oP
(Damn, meu emoticon ficou parecendo o Elvis, de topete).

Posted by: mauro at September 14, 2007 03:54 PM

Só tive acesso a coluna do Francis quando fui fazer pesquisa de trabalho na Biblioteca Nacional. Como forma de protesto limpinho da classe operária (ou seja, letargia), lia o Diário da Corte e brincava de ir à sessão de livros e pedir algum livro bem raro, que eu nunca houvesse tido oportunidade de cheirar. O livro descia pelo elevadorzinho e eu me fingia de surpresa por ele estar lá.

Posted by: Juliana Cunha at September 14, 2007 03:54 PM

More, sir.

Posted by: Ed at September 14, 2007 04:07 PM

Poste mais Francis, rapaz !

Aliás, não importa o quê, simplesmente poste.

Posted by: Pedro at September 14, 2007 04:22 PM

Isso. Coloca uns textos dele. Nao lia muito o Diário. Na verdade, quase nunca (ei, não me olhem torto!). É que meu pai assinava o Jornal da Tarde, que tinha uns caras muito bons, por sinal. Quando o JT virou uma porcaria, passou a assinar o Estadão.
Já era tarde.

Posted by: Cassio at September 14, 2007 04:35 PM

posta as de 92, por favor. foi o ano q nao li francis...

Posted by: miss-o-shiro at September 14, 2007 04:36 PM

Que você nos presenteie sempre..:-)

Posted by: Carla Cristina at September 14, 2007 10:55 PM

Gostei. Vai ter mais?
Weimar

Posted by: Weimar at September 14, 2007 10:59 PM

Na verdade, o fascínio pelo PF é o disfarce de um fascínio pelos Euá, não é? Li muito PF. Gostava pacas. Ele era um filtro, um compilador, uma Seleções do NYTimes Reader's Digest, uma maneira de ler a New Yorker sem usar o dicionário, o encarregado-mor de desempenhar o inofensivo passatempo brasileiro de se comparar com os Euá. Escrevia bem. Cabia e caía bem no papel.

Posted by: Permafrost at September 15, 2007 12:35 AM

"Na verdade, o fascínio pelo PF é o disfarce de um fascínio pelos Euá, não é?"

Não. É possível gostar do PF e não gostar (ou não dar a mínima) pros Euá. Ou partilhar o fascínio dele pelo Matisse, que, como sabemos, era mais americano que abril no Arizona (pfui).

"Ele era um filtro, um compilador, uma Seleções do NYTimes Reader's Digest, uma maneira de ler a New Yorker sem usar o dicionário."

Um doce pra quem achar a New Yorker ou o NYT em "O Afeto que Se Encerra". Ou em "Trinta Anos Esta Noite". Ou em "Cabeça de Papel".

"O encarregado-mor de desempenhar o inofensivo passatempo brasileiro de se comparar com os Euá."

Alexandre, na boa, você desativou o mata-burro na entrada do seu blog? Pode fazer o favor de reativá-lo, sim? Many thanks. (E continue com o Francis, por favor).

Posted by: Robert Mitchum at September 15, 2007 03:36 AM

Procuro-te, Tiago Galvão (autor do blog Diário).
Assunto de importância quase extrema para o bem e para o mal deste país.
Contacta-me para o email ricardomicosta@hotmail.com

Posted by: Duarte Duval at September 15, 2007 06:31 AM

Que bom ler jornal velho sem espirrar! Obrigado, Alexandre.

Posted by: Roger Prado at September 15, 2007 09:43 AM

Não quero abrir polêmica, mas há muita verdade no que disse o Permafrost. E os romances do Paulo Francis, que tinham a alavanca da notoriedade dele como "filtro" dos EUA, não precisavam falar de lá para vender aqui. Também o "fascínio" dele por Matisse é bem coisa de Nova York.

Posted by: Marcela Zappi at September 15, 2007 10:45 AM

Quando alguém escreve "Euá", é hora de desativar a caixa de comentários.

Posted by: Walter at September 16, 2007 01:57 AM

Na UFMG, nos idos 80, fiz estágio durante uns três anos na hemeroteca da Comunicação, recortando e classificando notícias de todos os jornais e revistas, pra arquivar.
Foi graças a isso que virei fã do PF e que disse, numa bela tarde de 88, "um dia, vou ser colega dele, no Estadão".
Quando entrei no Estadão, onde fiquei por 10 anos, PF já estava na concorrência, mas ainda assim me sentia colega do cara.
A idéia de fotografar as colunas foi genial, Alexandre! Reler esses textos assim, mesmo no laptop, dá um grande barato.
Não pare, por favor...

Posted by: evaldo m. at September 16, 2007 12:05 PM

Ok, então - sou muito fácil e já me convenci. Todas as quintas eu faço isso com uma coluna nova do Paulo Francis, então.

E falar mal de Paulo Francis é ok, porque eu rather fancy he would have liked it. Bom domingo.

Posted by: Alexandre at September 16, 2007 02:28 PM

Alexandre, obrigado por entender meu tom.

Um cara inteligente como o PF, acostumado a lidar com os many peels and pitfalls da vida intelectual, não se furtaria de concordar comigo, embora talvez em parte ou intimamente apenas.

Posted by: Permafrost at September 16, 2007 09:47 PM

É verdade, que será feito da Sinéad O'Connor? Fui ao site dela ver o que ela anda a fazer e descobri isto na página da biografia: "Her uncompromised image obliterated objectification while the unprecedented potency of her music demanded that she be taken seriously as an artist." Música com poder sem precedentes? "Uncompromised image obliterated objectification"...? Baroo?

Posted by: Mariana at September 16, 2007 10:14 PM

Acho que já está garantida a continuidade das publicações de Paulo Francis, mas se ainda precisar de um voto, tem o meu. Grande idéia! Parabéns.

Posted by: christiana fausto at September 16, 2007 11:12 PM

Desde o dia em que roubou o título de minha autobiografia Francis recebe o afeto que se encerra em meu peito juvenil.

Posted by: Mercuccio, símbolo augusto da paz at September 16, 2007 11:39 PM

Foi convencido, Alexandre? Aêêê! ;-)

Posted by: Gabriel Trigueiro at September 17, 2007 06:06 AM

Olá, Alexandre,

Sensacional. Gosto particularmente dele escrevendo sobre cinema.

Posted by: Arnaldo at September 17, 2007 08:34 AM

Cutcho: "peito varonil", pô.

Posted by: mauro at September 17, 2007 09:18 AM

Neste momento de afã, para quem não viu: http://www.youtube.com/watch?v=PICFe4fhj9s

Posted by: Maria at September 17, 2007 10:12 AM

"Você sabia que Woody Allen tem sete irmãs, mãe e pai vivos? Não é a toa que é doidinho da Silva."

Parece uma bicha velha escrevendo, mas eu voto a favor da postagem.

Posted by: M. Forcheville at September 18, 2007 01:41 AM

Publique sim, mas não tantas de uma vez!

Interessante anaalisar o jornalismo pré internet. Aquele furor de perceber a TV degladiando com o impresso como se dá nos dias atuais.

Posted by: Ricardo F at September 18, 2007 11:49 AM

Continua, Alaxandre!

Posted by: Eduardo at September 18, 2007 09:03 PM


http://hps.infolink.com.br/paulofrancis/paulo.htm

Mas vcs já devem saber, enfim.

Posted by: Drex Alvarez at September 19, 2007 12:09 AM

Já que vale falar mal do Francis, lá vai: não sei como é possível gostar tanto de um cara que acha que o Ira Gershwin é um dos três maiores letristas americanos (o Lorenz Hart e o Cole Porter, tudo bem, mas o Ira?), e, ainda por cima, tinge o cabelo daquela cor e usa um "combover" daqueles...

Posted by: Burke at September 19, 2007 09:45 AM

Acho que uma boa idéia seria o Alexandre criar uma conta bancária para que todos possamos depositar algum montante para ele adquirir um scanner bem bacana. Porque, cá entre nós, tirar um bocado de fotos e encaixá-las aqui deve dar um trabalho só.
Continue com as colunas de Francis. E se vier algum engraçadinho usar meu comentário para dizer que quer colocar muito na poupança ou no fundo do Alexandre, eu não tenho nada a ver.

Posted by: Ângelo da C.I.A. at September 19, 2007 02:55 PM

Acabei de dar o link para a iniciativa no meu blog (siga o link).

Posted by: Paulo C. Barreto at September 25, 2007 10:21 AM
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