"At one-thirty in the afternoon of what will no doubt be known as Gaughan's Day and celebrated as a national festival, Richard Gaughan (29), of 75 Sherman Avenue, entered the studio of the Columbia Broadcasting Company during the rehearsal of a television show, armed with an eight-inch knife.
"I hate all television!" he announced. "I hate commentators. I hate the whole lousy bunch. There ought to be a law against television. I want to kill a TV operator."
Having spoken these words, which must have touched a responsive chord in many bosom, this splendid fellow proceeded to stab a cameraman and to hit the producer on the frontal bone with a carafe. And lest you purse your lips at the latter statement, saying to yourselves "Hullo! What's this? Did Gaughan weaken?" I must explain that a carafe, picked up on the set, was all he had to work with. After he stabbed the cameraman, the knife broke. He had paid only fifty-nine cents for it, not reflecting that you cannot get a really good carving knife as cheap as that. If you are going to stab a cameraman, it is always wisest to go as high as a dollar.
It was as he was about to attack the director that the police came in and scooped him up, a sad disappointment to the better element. It appears that there is some law against wiping out television directors with carafes, one of those strange laws that get passed occasionally, nobody knows why.
Where Richard Gaughan - Gaughan the Deliverer most of us are calling him now - went wrong, in my opinion, was in confining his activities to a rehearsal, for by doing so he missed the studio audience. He should have bided his time till one of these gangs had been assembled.
Where everything about television is so frightful, it is difficult to say which is its most repulsive feature, but the majority of connoisseurs would, I think, pick the studio audience. If it would only stay quiet, nobody would have any complaint, but it won't. It laughs like a congregation of hyenas at everything. The other night on what was for some reason described as a comedy program a girl said to a man, "You are selfish."
To which re replied: "How dare you call me a shellfish?"
The studio audience let out a bellow of mirth which was audible as far downtown as the Battery, and all over America strong men gritted their teeth and muttered, "Gaughan, thou shouldst be living at this hour!"
But a time will come. In ninety days or whatever it is he will be with us once more. Good huntng, Richard Gaughan. And don't make that mistake again of trying to do it on the cheap. Avoid bargain prices. Even if it costs as much as two dollars, get a good knife."
(P.G.Wodehouse, "Gaughan the Deliverer", um capítulo de "America, I Like You", 1956)
"Lágrimas lhe esguichavam dos olhos como se sua cabeça fosse uma mexerica sendo lentamente espremida pela mão invisível de Deus."
Geller x Spassky - Riga, 1965
Em 1965 os enxadristas russos Boris Spassky e Efim Geller jogaram uma partida na semifinal do campeonato mundial em Riga. Graças a algumas peculiaridades, essa partida logo se transformou numa das mais estudadas da história. Geller jogou com as brancas e a partida foi anotada da seguinte maneira:
1 d4 Nf6
2 c4 e6
3 Nc3 Bb4
4 Nf3 c5
5 e3 d5
6 a3 Bxc3+
7 bxc3
Nesse ponto, segundo testemunhas, Spassky passou o indicador de a5 a h5, delicadamente desviando dos próprios peões, e disse:
-O que passar desta linha é viado.
Isso foi anotado assim:
7 bxc3 a5-h5!
A Linha Homossexual de Spassky
Geller olhou nos olhos de Spassky e disse "Ah, vai!", mas Spassky encolheu os ombros e disse "Você que sabe".
-Quer dizer então que isso tudo aqui é viado? - Geller disse, apontando as peças de Spassky.
-Não - Spassky explicou calmamente - Eu disse "tudo que passar daqui", não "tudo o que está aqui". Tem que passar desta linha. Neste sentido aqui.
Geller pensou um pouco e disse:
-Ah é, então eu também passo uma linha aqui - e passou o indicador de a4 a h4.
-Copião - Spassky disse - Não pode.
O juiz confirmou que não podia e chamou Geller de imitão também.
A partida prosseguiu:
8 Bb2 Nc6
9 Rc1
Nesse ponto Spassky pensou bastante e estendeu a mão para a rainha, mas no lugar de movimentá-la ele tirou do bolso um pincelzinho e um potinho de tinta e pintou bem na frente da rainha uma manchinha vermelha, dizendo:
-Está menstruada.
E voltou a colocar a rainha no mesmo lugar. Geller perguntou:
-Essa é a sua jogada?
-É.
-Ela está menstruada?
-E já não era sem tempo - Spassky disse, piscando o olho.
Isso foi anotado assim:
9 Rc1 Qmens!
E a partida prosseguiu:
10 Bd3 dxc4
11 bxc4 e5
12 dxe5
Com esse movimento o peão de Geller ultrapassou a Linha Homossexual de Spassky, e Spassky fez um grande estardalhaço rindo e dizendo "Iiiiiiiih! Iiiiiiiih! É viado! É viado!", até que o juiz o mandasse ficar quieto.
O Peão Homossexual de Geller e a Rainha
Menstruada de Spassky: posição clássica
Geller deu de ombros e pareceu não se importar com isso, mas para o resto da vida passou a ser importunado por repórteres que perguntavam "porque ele preferia jogar com peões homossexuais". "Foi o início", escreveu Geller em suas memórias, "da grande provação da minha vida."
A partida terminou quando, no movimento seguinte, Spassky disse "IIIIhhh, o sanguinho da menstruação tá escorrendo, iiiiih, quanto sanguinho, isto aqui é sanguinho, se pisar aqui pega AIDS", enquanto pintava com o pincel toda a coluna D de vermelho. O juiz foi obrigado a reconhecer que isso dava uma vitória incontestável a Spassky.
Isto foi anotado assim:
12 dxe5 d1-d8aids!
Uma das partidas mais controversas da história, Geller x Spassky se tornou também numa das preferidas dos estudantes de xadrez, que a partir dela desenvolveram jogadas hoje consideradas clássicas como o Quadrilátero Homossexual de Polgar e o Laguinho de Aids de Nakamura.
Geller, uma figura ao seu próprio modo tão carismática quanto Spassky, era tão eficiente no xadrez quando no basquete - a ponto de às vezes confundir um esporte com o outro e, por exemplo, colocar com um gesto triunfal a Bola de Basquete em d5, ou tentar encestar o bispo do rei a partir do outro lado da quadra.
Ironicamente foi Spassky, e não Geller, que foi preso por manter em seu HD várias imagens de peças de xadrez menores de idade (ver "Spassky, Um Gênio Atrás das Grades", de Ortiz e De Polli.) Nessas fotos, em close up extremo, as peças brilham de tão nuas, dispostas sordidamente contra uma parede branca no porão da casa de Spassky em Odessa. Clique aqui para ver as fotos, se você tiver estômago (note o olhar aterrorizado do cavalo e o feltrinho exposto da peça deitada no chão - NSFW).
Este texto me deu vontade de escrever um livro chamado "Beki Klabin, Mordaz a Expedita".
Quanto a Francis, acho uma vergonha que seus amigos não escrevam logo uma biografia dele. É mais ou menos obrigação de Sérgio Augusto ou de Ruy Castro. Por que escrever uma biografia de 900 páginas de Assis Chateaubriand, exemplo do que se pode chamar de chato pitoresco, chato extravagante, chato interessantinho, mas não de Francis? (Sim, eu sei que foi Fernando Morais que escreveu a biografia de Assis Chateaubriand, solta a minha peruca).
E antes que eles digam "Obrigação minha? Por quê eu?", imagine um mundo em que Boswell não tivesse escrito a vida de Samuel Johnson - e, provocado, dissesse: "Obrigação minha? Por quê eu? Por que não Edmund Burke?".*
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Nunca entendi muito bem quem reclama da arrogância alheia. Nem a de Francis, nem a de Muhammad Ali, nem a de Nabokov ou de qualquer outro. Para quem tem uma dose saudável de arrogância, a arrogância alheia é pelo menos uma garantia de que essa pessoa não vai agarrar você pela lapela, chorando e gritando que não passa de um bosta, um bosta, está ouvindo?, lançando perdigotos nos seus óculos todos. Ler Francis trazia esse alívio.
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Dez anos atrás eu estava em pé no meu escritório, mudando de canal com o controle remoto. Quando passei pela Globo vi a imagem de Paulo Francis no meio de um playground, com uma voz de mulher em off falando de Francis no passado: "Francis era um grande amante das marchinhas...", ou coisa assim. A essa altura eu já tinha mudado de canal porque havia me preparado para passar pela Globo correndo, mas voltei atrás por causa de Francis, me perguntando: "Era? Por que era?".
Foi a única morte de alguém que eu não conhecia pessoalmente que me fez sentir alguma coisa. Eu ri quando Tancredo morreu, basicamente porque isso me fez ganhar uma aposta na escola. Mas mesmo pensando em termos de escritores, a morte, por exemplo, de Salinger não me afetaria muito. Com ele morto ou vivo, continuo tendo os mesmos livros dele lá na estante, que releio de vez em quando. Ele não passaria a ter uma presença diminuída na minha vida: sua presença seria exatamente a mesma.
Mas Paulo Francis escrevia duas colunas por semana. Eu esperava sempre por esses dois dias da semana. Suponho que a morte dele foi para mim só o fim da coluna, mas mesmo isso me pareceu horrível.
As colunas de Paulo Francis serviam como uma espécie de educação - uma educação certamente melhor que a da escola e faculdade e pós. Muita gente ouviu falar pela primeira vez de certos autores nas colunas dele. "Tirou os EUA da jequice", ele disse de Mencken, e ele mesmo fez um pouco disso. Bom, não tirou o Brasil da jequice, mas fez um esforço nesse sentido; e esse esforço deu algum resultado na minha formação de na de alguns amigos meus, aka "blogueiros de direita".
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Falando nos quais. Tenho sempre a impressão de que os amigos de Francis não gostam muito dos autores de agora, da internet ou fora dela, que se dizem influenciados por ele. Eles podem perdoar - os que podem - que ele tenha abandonado a esquerda e ido para a direita, mas perdoar outras pessoas de direita além dele já é um pouco demais.
Não que dê pra culpar muito. Devem entender tanto do que seja direita quanto eu entendo de Hare Krishnas; e se um amigo meu virasse Hare Krishna eu até perdoaria, mas também não ia querer andar com os amigos Hare Krishnas dele.
No entanto ele causou uma influência, e são essas pessoas influenciadas por ele, que recortavam e guardavam as colunas todas, que vão preservar a memória e a reputação de Paulo Francis - e não os amigos dele, preguiçosos demais para escrever uma biografia como eu queria, de 600 páginas e fotos. Shame on you, seus ipanemenhos.**
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Já que ninguém escreve uma biografia dele, conto eu uma história que me contaram. Paulo Francis na juventude era sempre confundido com o gângster Baby Face Nelson (foto). Isso levou a um famoso incidente: o gângster americano veio ao Rio e, quando passeava pela Barão da Torre, subitamente levou um tapa nas costas do cartunista Jaguar - que teria dito "Francis, caralho, tu de boina?". Jaguar foi metralhado na hora, mas felizmente estava usando uma garrafinha dessas de metal no bolso e sobreviveu.
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Até os inimigos de Paulo Francis parecem contribuir mais para a boa reputação dele do que os amigos. Quando Francis morreu houve um intervalo de dois ou três anos em que ninguém se permitia falar mal dele, mas isso passou. Francis continua a irritar as pessoas certas. E para um polemista, well, sure, isso é importante.
Compare Francis com Mencken, por exemplo: considerando tudo, Mencken era bem melhor do que Francis, e por um motivo ou outro escreveu vários textos sem aquelas referências datadas todas que aparecem aos pares e aos trios em cada linha de Francis. Mas hoje em dia ninguém, nem um pastor batista que seja, escreve um texto pra falar mal de Mencken.
Já de Paulo Francis falam mal todos os dias. Todos os dias: consulte o technorati. Dez anos depois de morto e ele ainda irrita as bestas.
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Mas o quê, exatamente, vai ficar? Na minha opinião, "O Afeto que se Encerra", que é um grande livro de memórias; e as colunas, trechos delas pelo menos. Entre todas as coletâneas de textos de Paulo Francis, minha favorita é um livro da CODECRI chamado "Paulo Francis Nu e Cru". Quanto aos livros de ficção, não são desprezíveis, e espero que sejam republicados de tempos em tempos.
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Alguns links franciscanos:
O texto do Ruy Castro que estava no início deste post mas você não clicou: sobre a revista Diners e o destino trágico do cachorro Pingo (via Bruno Garschagen, que escreveu um texto sobre Francis nesta Atlântico de fevereiro).
E para terminar, peço que você leia dois posts: este e, imediatamente, quase sem tempo pra respirar no meio, este. É terapêutico.
Este também.
(E tenho todos os livros.)
* Sim, de uma forma estou comparando Francis e Johnson. Quando se compara uma pessoa com outra é preciso entender que é possível comparar um aspecto comum a duas pessoas sem que se esteja dizendo que as duas são iguais ou que têm a mesma importância. Se você diz, por exemplo, que o escritor X é um bom escritor e lhe respondem que X tem a característica A, o que supostamente tornaria impossível que ele seja um bom escritor, assim que você diz que Y também tinha a característica A e mesmo assim era um bom escritor, a pessoa imediatamente pergunta indignada se você está comparando X com o grande Y. A resposta: sim, quanto à possibilidade de ter a característica A e mesmo assim escrever bem; não em qualidade. Isso tudo é muito cansativo.
** Estou dizendo "shame on you! shame on you!", acreditem, com a mesma intensidade de Julianne Moore na cena da farmácia em "Magnólia". Babando e tudo.
Sharon Tate, descalça:
Oh.
Um sketch de Smack the Pony:
The Dawkins Delusion:
Richard Pryor falando sobre a máfia:
E um diálogo entre Elton John e Sócrates.

Da Wikipedia:
Abílio Diniz (São Paulo, Brasil, 1936), filósofo brasileiro conhecido por afirmações como "qualidade de vida exige método e disciplina" e "não adianta guardar ressentimento. É bola pra frente e vamos que vamos". Estudou em Heidelberg sob a tutela do grande filósofo neotomista Jacques Maritain, que teria ficado impressionado com a afirmação casual de seu aluno de que "a natação é o esporte mais completo" e "quem fica parado é poste". Diniz recusou a cadeira de filosofia em Heildelberg alegando que "não conseguia ficar parado" e abriu uma rede de mercearias no Brasil para sobreviver. "A filosofia já não me apresentava nenhum desafio, e sou um homem movido exclusivamente à base de desafios" (Diniz, "Recordações de Maritain e Etienne Gilson", 1974). Só voltou à filosofia em 2004, com "Caminhos e Escolhas - O Equilíbrio para uma Vida Mais Feliz" (considerado por Nuno Cobra como o "Tractatus Logico-Philosophicus brasileiro"). Teve grande influência em Quine, Rorty e Habermas. Habermas afirmou no seu livro Theorie des kommunikativen Handelns que "a filosofia nunca mais foi a mesma depois do insight de Abílio Diniz de que "quem fica parado é poste". Esse terrível aforisma ecoa no pensamento europeu com a mesma intensidade fatídica do "Deus está morto" nietzscheano". (Ao ouvir a frase de Nietzsche, aparentemente pela primeira vez, o neotomista brasileiro teria dito, "Ô, que coisa, que é isso" - o que fez com que Habermas replicasse: "Que fofo!". Ver Dennet, Daniel, "Great Philosophical Conversations of Our Times").
Citações
* "O homem é o lobo do homem", quer dizer, tem muita gente querendo fazer treta por aí. Olho vivo nesse pessoal. ("Hobbes para Gerentes", Capítulo V.)
* Quando a gente olha pro abismo, o abismo às vezes olha pra você e fica aquele clima ruim. Não olha pro abismo não.
* Os grandes maitres à penser Jacques Maritain e Nuno Cobra foram as influências intelectuais da minha vida - com o Dráuzio Varella, Içami Tiba e o Dr. Ermírio chegando perto. Aquela menina, a Luciana Gimenez, também é mais inteligente do que parece. (...) Acho que todo mundo tem alguma coisa pra nos ensinar nesta vida, menos a Angélica e o Luciano Huck. (da série "Palestras em Powerpoint".)
* Eu não costumo falar com faxineiros porque esse pessoal todo é muito chucro, mas talvez devesse porque às vezes essa gente diz umas coisas que você fica até bobo. Estava falando com a Dona Magali, que é a caixa numa das nossas unidades aqui da Mooca, e ela dizendo que foi baleada por traficante, destruíram o barracão dela. (...) E eu perguntei se ela não tinha raiva, e ela disse: "Ah, Dr. Diniz, eu acho que a melhor vingança é viver bem, né?". E ripa na xulipa! Foi uma lição de vida que aquela mulher burra de doer acabou me dando.
* Muitas pessoas ficam obcecadas em atingir um padrão de beleza imposto pela mídia. O importante é a gente estar bem com a gente mesmo.
* Vais ver as mulheres? Ah, que bom, faz bem.
* Então eu digo pra vocês: eu fiz Heidelberg, mas o que eu queria fazer mesmo era a escola da vida. Então eu larguei Heidelberg e fui fazer a escola da vida. Fui procurar o Dr. Antônio Ermírio que pra mim era o mestre disso tudo aí (da escola da vida). Ele me recebeu numa saleta e perguntou: "Abílio, você consegue quebrar isso?". E me deu um lápis, que eu quebrei. "Agora vê se você consegue quebrar isso", ele disse, e me deu uns quinze lápis, com aquele sorriso sabido dele. E eu fiquei com vergonha de dizer pra ele que aquele truque era muito manjado. Então a primeira coisa que eu queria passar pra vocês é isso, que velho só fala merda.
* Nietzsche disse "Aquilo que não me mata, só me fortalece". Mas nós do Pão de Açúcar resolvemos tirar isso à prova. Então um belo dia fechamos o supermercado e começamos a ver quantas coisas nem matavam nem fortaleciam. (...) Nenhum produto do setor de papelaria matava ou fortalecia, com exceção da tesoura e da cola, que podiam matar mas também não fortaleciam. Durex não mata nem fortalece, papel timbrado Tilibra não mata nem fortalece. É difícil matar com uma régua... (...) No setor de produtos de limpeza, fizemos um vendedor beber meio litro de pinho sol mas ele não morreu nem ficou mais forte (muito pelo contrário, até hoje não está muito bem). Essa frase do Nietzsche só se aplica ao setor de hortifrutigranjeiros e laticínios, e mais uns poucos produtos, do tipo bolacha Calipso. Então essa é a segunda coisa que eu queria passar pra vocês, que Nietzsche só fala merda.