O CASAMENTO DA PROSTITUTA - A mulher pública foi privatizada.
ÉBRIO - Eu, ébrio de paixão, passo ileso pelos bafômetros e vou ziguezagueando perigosamente, atropelando pedestres cachaceiros mais sóbrios do que eu, porém, interditados de dirigir automóvel. E perigosamente sigo, torcendo para que não inventem o passiômetro.
A MORTE DO RIO - O rio foi enterrado vivo.
O CORREDOR - Ele era jóquei e um dia descobriu que podia correr mais rápido que o cavalo. Assim, começou sua carreira de corredor.
O SANTO HUMORISTA - O santo humorista sofria com suas sacadas escarnecedoras. Morria de pena das vítimas, mas não resistia. “Ainda vou pro inferno com essa vocação”, pensava ele e seguia fazendo o que a natureza lhe mandava: zombar da dor dos outros.