VÍCIO - Viciou-se em drogas. Roubava para sustentar o vício. Com o dinheiro que sobrava do roubo resolveu se internar em uma clínica, que o livrou do vício das drogas. De volta à vida, adquirira novo vício. Roubava.
O NOIVO DA DEFUNTA - No funeral, o noivo da defunta levou flores para a noiva. Os outros levaram flores para a defunta.
VIVA SÃO JOÃO - No morro, a polícia invadiu a festa junina e prendeu uns bandidos por formação de quadrilha.
Uma pergunta retórica: No “o noivo da defunta tem” alguma coisa de romantismo rodriguiano, ou só eu quem reparei?
Não precisa responder, Cesar. Não deve ter coisa mais antipática do que explicar um conto.
Quando digo Rodriguiano, entenda como sendo de nelson Rodruigues.
Posted by: Danilo Mattos at junho 28, 2008 05:38 AMDanilo, claro que tenho influência do cronista Nelson Rodrigues, do dramaturgo, nem tanto. Lembro quando fiz esse conto, deve ter uns seis meses, a idéia era brincar com a função das flores, que servem a defuntos e namorados.
Gostei do seu blog. Grande abraço.
O da quadrilha é o máximo e bem apropriado ao mês.
Abraço fraterno,
Beto.