Gerald Thomas escreveu que Fidel Castro não é um intelectual como foi Che Guevara. Diante do caráter esotérico da frase, a fim de que as pessoas normais percebam o que quis dizer o grande diretor, ofereço algumas variações, aplicadas a outros campos da cultura.
- Michael Jackson não é um sanfoneiro como foi Tim Maia.
- Paulo Coelho não é um percussionista como foi Pablo Neruda.
- Gisele Bündchen não é uma baranga como foi Ingrid Bergman.
- Luciano Huck não é um cabeleireiro como foi Costinha.
- Gerald Thomas não é um fiscal de gafieira como foi Tião Macalé.
- Chico Buarque não é um motorista de caminhão como foi Mussum.
- Oscar Niemeyer não é uma uva como foi Aracy de Almeida.
- Leonardo Boff não é um macaco-prego como foi Osho.
- Wagner Moura não é um funcionário da Receita como foi Wilson Grey.
- Frei Betto não é um puxador de escola de samba como foi Gurdjieff.
E não foi só isso, Gerald disse também que Fidel é uma espécie de Joseph Stalin misturado com Marilyn Monroe, mas essa eu deixo para a glosa de alguém mais disposto que eu.
Posted by César Miranda at maio 15, 2008 08:37 PM | TrackBackEsse post permite vários exercícios interessantes, embora o episódio que tenha dado origem a série seja bizarro.
Posted by: Rodrigo Rover at maio 15, 2008 09:37 PMHahaha, pois é Rodrigo, parece que este post tá mais esotérico que a frase do Gerald. Mas, como diz o ministro, "se eu sou algo incompreensível, meu Deus é mais." Muito bom teu blog. Grande abraço.
Posted by: César Miranda at maio 17, 2008 01:59 PMPerto dos aniversários, os bons humoristas nos fazem rir mais.
Amitiés,
Beto.
Genial essa! Adorei!
Posted by: Marcya at maio 21, 2008 12:33 PMQue ótimo, César. Estava precisando de umas boas risadas. Como faz bem rir!
Posted by: Claire at maio 21, 2008 07:32 PMCarla e Marcya, Que bom que gostaram dessa besteira. voltem sempre. Grande beijo.
Posted by: Cesar Miranda at maio 22, 2008 08:31 AM