janeiro 27, 2007

MEG 2 – A RESSURREIÇÃO

Como vêem no post anterior, jamais acreditei na morte na Meg. Acontece que não acredito em morte nenhuma. Sou cristão e depois de Nosso Senhor Jesus Cristo esse negócio de morte é balela. Não acredito na morte de ninguém, nem na morte da Meg. O problema é que muita gente diz que ela tá viva, que forjou o desaparecimento por motivos sentimentais e isso faz dela, segundo o povo por aí, uma figura deplorável. Eu já desconfiava que o povo tem essa tese, de que defunto bom é defunto morto. É só saber que o defunto não morreu, que o povo desce o cacete no coitado. Antes, quando estava morto, era a melhor pessoa do mundo, agora que renasceu, não vale nada. Parece que o grande defeito da Meg teria sido não ter morrido. Se eu fosse a Meg, agora é que eu não morria mesmo, só de pirraça. Eis uma lição disso tudo: gente, só se deve acreditar na morte de alguém, se o morto mesmo em pessoa vier nos dizer. Tirando isso, pode ser que o defunto esteja vivo (as duas ou três últimas frases são irônicas, svp, o sério é que enquanto a Meg não aparecer me dizendo que está viva, para mim ela não morreu). Para mim não faz muita diferença, mesmo se for uma farsa, continuarei amando a Meg e reafirmando que o fato de ela ter morrido, não a impede que desmorra, pois é direito de todo defunto deixar de sê-lo. Defunto bom é defunto ressuscitado. Oi, Meg!

PS - O amor não é para amadores.

Posted by César Miranda at janeiro 27, 2007 10:27 PM