Eu gosto de ver as palavras e arrancar delas o que elas não dizem de cara. É só apertar, que as palavras abrem o jogo. Ah, elas merecem ser torturadas, que é desse atrito que nasce o fogo das imagens que só as palavras desenham. Mas acho que já disse isto e detesto me repetir, detesto me repetir, detesto me repetir, já falei isto, não é?
Posted by César Miranda at dezembro 11, 2005 01:47 AM