Ela veio um certo dia, mas não era o dia certo. Era um dia nevoento, com um céu todo encoberto. Nós íamos a um evento, em um lugar quase perto, íamos sem alegria, naquele dia incerto. Um dia que se podia chamar assim de O dia, porque era o dia em que ela aparecia, apagando a escuridão que em nossa alma existia.
Posted by César Miranda at junho 16, 2005 07:04 PMMas isso, mon cher ami, é poema em prosa, se me permite?!
Amitiés,
BetoQ.