Ninguém fazia uma fuga como Bach. Bach às vezes deixava as coisas prosaicas da vida de lado e ia escrever sua música. A mulher reclamava e ele concordando se perguntava “seria isto uma fuga?”. Era. Às vezes era um prelúdio. Noutras, um allegro.
Posted by César Miranda at junho 8, 2005 06:56 PME aí, quando a mulher não reclamava, ele compunha uma missa.
Posted by: Igor Barbosa at junho 9, 2005 09:32 AM