No velório do humorista riram muito em sua homenagem. Contaram várias piadas, inclusive muitas delas alusivas ao modo trágico como ele morrera. Houve muita risada porque foi assim que ele viveu, gerando gargalhadas. O morto que a tudo assistia ficou chocado e muito triste pelo modo desrespeitoso e pela falta de pesar que todos demonstraram em seu velório. Só por que ele era humorista todos sorriam?! Daquele forma, ninguém convenceu o morto de que perdiam um amigo. O humorista morto ficou muito triste.
Posted by César Miranda at maio 28, 2005 10:29 PMCésar o Amélia x Simone Beauvoir está com novas postagens. Sua presença será sempre bem vinda!
estamos te esperando! e parabéns pelo blog. muito bom!
Em qualquer velório que a gente vá o que mais tem é gente contando piadas. As rodinhas se formam a uma distância segura do defunto e as risadinhas dissimuladas começam. O melhor seria no enterro do humorista as rodinhas se formarem para relatos de dor e tragédia. Todos compungidos, e o pobre do defunto desolado.
Abraço, César.
ROmulo
Conto curto, história "real".
Quer outro? Na família onde todos os 11 irmãos haviam brigado pela herança do velho patriarca, na morte de cada um, todos os sobrinhos que se encontravam no velório sorriam contentes por estarem se vendo outra vez! e marcavam uma feijoada, um churrasco... que nunca acontecia.
Só se encontrariam outra vez no próximo velório.
Dos onze, ainda faltam três.
Aí, hein? Um Wunderblog na Veja. Vi ontem. Abraços.
Posted by: Adelice at maio 29, 2005 08:51 AM