Se quiser, ignore que eu existo, eu só quero lhe amar e isto ninguém me tira. Você era só o que faltava para eu voltar a sorrir. Você é o motor da minha alegria. Onde se liga o meu sorriso. A faísca do meu contentamento. É a dona do sorriso que eu adoro. É um amor que chega a doer. O que merece você? Responda-me sem sorrir. Pensemos agora em outro tipo de amor. O Amor de Deus pelos seres humanos. E se pudéssemos recompensar Deus por tudo o que Ele nos faz, nos dá e nos ama? Faríamos o que pudéssemos. Daríamo-Lhe o que tivéssemos, torceríamos, trituraríamos e poríamos no sol nosso coração até tirar dele tudo de valioso para ofertar a Deus. Depois de tudo lhe darmos com grande prazer por podermos milagrosamente compensá-Lo por tudo o que nos fez, ouviríamos dEle “ah, Eu não mereço!” e veríamos Nosso Senhor sair sorrindo levemente constrangido com o nosso presente. Será que assim seria? Será que existe isto, de alguém não merecer o amor de outro alguém? O que há certamente é o caso de alguém que não sabe amar e ama de forma egoísta, ama para si e não para o outro. Diferente disto, um amor que é totalmente dirigido para o outro é sempre merecido porque faz bem mais para quem ama do que para o ser amado. Eu também erro muito nisto, preciso, por exemplo, deixar de me sentir constrangido com o amor de Deus, coisa freqüente em mim ultimamente, que me faz pensar bem baixinho, na ilusão de que Ele não ouça “eu não mereço”. Espero que Ele não me ouça e continue me deixando constrangido com Seu amor. Vou corrigir isto em mim até achar natural a felicidade, pois toda a minha tristeza já foi devidamente resgatada tem muito tempo, quase dois mil anos.
Posted by César Miranda at maio 24, 2005 10:43 PMAh, bem melhor seria poder viver em paz... sem ter que sofrer, sem ter que chorar.
Estou ouvindo Mônica Salmaso
:)
Posted by: Meg at maio 28, 2005 09:30 AM