
Meu amigo FDR tem um conto sobre um sujeito cuja função é contar às pessoas que alguém seu (da pessoa) morrera. Logo que ganhou esse emprego, o sujeito (o Antônio) “adoeceu” da morte. Sua alma passou a projetar o macabro de sua profissão. As pessoas passaram a evitá-lo. Eis um exemplo, ainda fictício, de uma personalidade que mudou depois que um dos elementos, a alma, mudou. O emprego de uma pessoa, i.e, o que a pessoa faz para ganhar a vida é uma marca em sua alma. Antônio foi salvo pelo amor. Somos sempre salvos pelo amor.