Deus ama o pecador. Jesus vivia na companhia de pescadores e pecadores (um “S” a mais, um “S” a menos...). E amava os pecadores. Amava porque o pecador é honesto sobre seus pecados. Já os santos, os virtuosos são, não raro, uns fingidos hipócritas, o antônimo da modéstia. Esquecem que Deus conhece nossos corações. Todo santo é um potencial fariseu. Não existe santo, não existe bom, somos todos pecadores. Como os freqüentadores dos AA que mesmo após trinta anos sem beber e ainda se dizem alcoólatras, nossos momentos de virtude não limpa nosso passado. Sou um pecador mesmo que ultimamente eu tenha resistido a uma tentação ou outra. Deveríamos criar o PA, os Pecadores Anônimos, o difícil será achar um que diga “sou pecador e hoje ainda não pequei...”
Posted by César Miranda at abril 30, 2005 09:53 PMAdorei isso aqui. Estava procurando sites para fazer um trabalho de escola e acabei entrando aqui.
Bjs
Acho que você está confundindo "santo" com "sem pecado". São coisas diferentes! É um erro bastante comum, e é preciso tomar cuidado com isso. Santo NÃO É o mesmo que sem pecado, pessoal!
Posted by: João Marcus at maio 6, 2005 12:46 AMAgora me diga, uma vida de santidade é possível?
Posted by: Fernando Henrique at maio 2, 2005 10:09 AMNossa justiça são trapos de imundícia. Se são boas as ações do santo, os méritos não são dele, são de Cristo. Talvez seja mais fácil para a alma destroçada e despojada de amor-próprio reconhecê-lo. Ou talvez seja esse o único caminho, já que nele a vaidade perde todo o sentido.
"Eu os recebo, sábios, eu os recebo, sensatos, porque nem um só deles se considerou digno disto...!"
A Marmieládov! - Cheers!;
Um abraço;
Márcio Guilherme.
Assumir os pecados deveria ser pecado, isso sim. ;-)
Posted by: Mari at maio 1, 2005 02:31 AM