É o Lula e o Severino
É o Severino e o Lula
É ali que se acumula
Hoje o nosso destino
De trabalhar sol a pino
Como fosse uma mula
Pra sustentar Severino
Também a laia de Lula
São assim desde menino
E seguem a mesma bula
Chula dança o Severino
Bailarino feito o Lula
Quem não gostar, pia fino
Quem desgosta que engula
Merecemos o Severino
Até escolhemos o Lula
E até que se dobre o sino
E o figurino do Lula
Nossa sorte não se anula
Na gula de Severino
Nossa é a firula de Lula
Qual o ladino Severino
Porque nascemos sem tino
Porque azar não se regula
E ao futuro, vaticino:
À nação já muito fula
Terá mais um Severino
E elegerá um outro Lula
Sou trovador bem franzino
Mas o bom César me açula
A prosseguir nosso hino
Contra a corja, sem firula
Tenho educação, sou fino
Evito palavra chula
Queria melhor destino
Que ter de aturar um Lula
Pra acabar o nó suíno
Do povo que mal calcula
Rezo a São Tomás de Aquino
E peço ao pudê: me pula!
Não quero mais desatino
Ao fim do "governo" Lula
Suma em paz, com Severino
Que dupla mais esdruxula!
Flamarion, faça o uso que quiser dela.
Grenadier, continua, tá ótimo.
Este xote me estimula
A pôr Lula e Severino
Pra escanteio, sem gandula
Chega de cabra cretino!
César,
"Data Venia", vou pegar este seu belo poema e postar no Carneiro Preto.
Abraços,
Flamarion