março 27, 2005

LULA E SEVERINO

É o Lula e o Severino
É o Severino e o Lula
É ali que se acumula
Hoje o nosso destino

De trabalhar sol a pino
Como fosse uma mula
Pra sustentar Severino
Também a laia de Lula

São assim desde menino
E seguem a mesma bula
Chula dança o Severino
Bailarino feito o Lula

Quem não gostar, pia fino
Quem desgosta que engula
Merecemos o Severino
Até escolhemos o Lula

E até que se dobre o sino
E o figurino do Lula
Nossa sorte não se anula
Na gula de Severino

Nossa é a firula de Lula
Qual o ladino Severino
Porque nascemos sem tino
Porque azar não se regula

E ao futuro, vaticino:
À nação já muito fula
Terá mais um Severino
E elegerá um outro Lula

Posted by César Miranda at março 27, 2005 12:20 PM
Comments

Sou trovador bem franzino
Mas o bom César me açula
A prosseguir nosso hino
Contra a corja, sem firula

Tenho educação, sou fino
Evito palavra chula
Queria melhor destino
Que ter de aturar um Lula

Pra acabar o nó suíno
Do povo que mal calcula
Rezo a São Tomás de Aquino
E peço ao pudê: me pula!

Não quero mais desatino
Ao fim do "governo" Lula
Suma em paz, com Severino
Que dupla mais esdruxula!

Posted by: Grenadier at março 30, 2005 12:29 PM

Flamarion, faça o uso que quiser dela.
Grenadier, continua, tá ótimo.

Posted by: César Miranda at março 28, 2005 06:52 PM

Este xote me estimula
A pôr Lula e Severino
Pra escanteio, sem gandula
Chega de cabra cretino!

Posted by: Grenadier at março 28, 2005 12:31 PM

César,

"Data Venia", vou pegar este seu belo poema e postar no Carneiro Preto.

Abraços,
Flamarion

Posted by: Garcia Rothbard at março 27, 2005 12:40 PM
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