A água que sai do mar
Vira nuvem, se evapora.
Vento sopra, a nuvem vai.
Até onde se ignora
A nuvem com a água do mar
Voa embora para o sertão
Fazer sombra, amenizar
O absurdo quenturão
E segue o seu desafio
Atravessa o Ceará
Ignora serra e rio
E findo esse seu voar
Pode então se desmanchar
No Riacho do Navio
Muito bem observado, Thata.
Posted by: César Miranda at novembro 29, 2004 05:48 PMJa reparou que lido do fim pro começo também fica bom?
Posted by: Thata at novembro 29, 2004 04:52 PMMuito bem observado, Grenadier.
Posted by: César Miranda at novembro 26, 2004 10:50 PMSem blogue e sem notícias das terras, civilizadas ou não...
Posted by: Grenadier at novembro 26, 2004 12:26 PM