outubro 18, 2004

DOGMAS

Quem não segue dogmas e "pensa pela própria cabeça", está limitado pela própria cabeça.

Posted by César Miranda at outubro 18, 2004 07:37 PM
Comments

E qual é o limite da própria cabeça?

Posted by: tiezzi at outubro 23, 2004 03:32 PM

César,quanto a deletar ou não deletar, a decisão é sua (como todas as outras, aliás) . E qualquer uma das duas decisões estará ótima para mim.O que eu desejo mesmo é pedir desculpas e renegar aquele comentário infeliz.

Cordiais abraços

Posted by: Leonidas at outubro 23, 2004 03:09 PM

Leônidas, não vi nada demais em seu comentário. Mas se quiser, deleto. Por mim fica, você quem manda.

Posted by: César Miranda at outubro 23, 2004 02:35 PM

Bia Berna parece ser o tipo de "Bom Samaritano" que ,ao ver alguém pronto para pular de uma ponte, imediatamente apresenta-se para ajudar o infeliz ...empurrando-o lá de cima . Reafirmo que lamento por aquele post infeliz.

Posted by: Leonidas at outubro 23, 2004 10:35 AM

I) Leonidas: "Favor desconsiderar meu texto imediatamente...".
1. Nada disso, seu! Escreveu e não leu pau comeu! Escrito tá escrito! Êi CM não tira não isso daí, não! De minha parte interpretaria como baita molecagem de ambos!

II) L.: "... retidão e a coerência em assuntos religiosos..."
1. Matou a cobra e mostrou o pau! Por isso daí o tal de BS nem passa perto, fica lá pelas estratosferas!
2. Êi leitor que contatar com BS... um pouco de comiseração, por favor!

III) L.: "... incompatibilidade entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento e entre a Lei de Moisés e a Lei de Cristo..."
1. Que pancada-no-cravo da cachola de BS! O neguinho (BS) depois dessa vai plantar-batatas!

Notas
a) Há duas leituras a respeito da Igreja de Roma.
Leitura um: Ela, a Igreja, está nas raízes e tronco e ramos e galhinhos da civilização que denomina-se Ocidente/2004.
Leitura dois: Os dogmas e preceitos da Igreja são adaptados às necessidades, no suceder de épocas; no período de algumas gerações, a religião católica se torna irreconhecível. Daí que cautela religiosa-cristã está indispensável!
b) A nação da gente/BRA requer urgentemente (pra ontem) um ponto-de-viragem nos âmbitos dos ensinos, estudos e variadas modalidades de aquisição de saber: considerar Ocidente como mais importante que Brasil, desfazer idéia de Brasil centro-de-mundo.
c) Os paradigmas para questões nacionais existem no Ocidente, o brasileiro perde tempo (e sacrifica povo) enquanto se ater a gerar seus próprios paradigmas (imbecilidade coletiva!).

Posted by: BiaBerna at outubro 23, 2004 09:10 AM

Favor desconsiderar meu texto imediatamente abaixo .Mistura de péssimo temperamento e irritação momentânea. Definitivamente há maneiras muito mais educadas de expor meus pontos de vista (ainda mais em blog alheio).Lamento muito .

Cordiais abraços

Posted by: Leonidas at outubro 22, 2004 08:33 PM

"Só um judeu ortodoxo tem esses tiques de dizer que dizer graças a Deus é blasfemar. Se assim o for Jesus nos ensinou a blasfemar."-Ber-nardo Só

Bernardo , talvez isso se deva à tendência que os judeus ortodoxos têm para a retidão e a coerência em assuntos religiosos ( provavelmente nos outros assuntos também).Eles preservaram uma religião (a deles) , não ficam tirando crenças da cartola o tempo todo.Parte interessante (Cláudio Juliano ,Marcião ,Toynbee,etc)das crí-ticas ao Cristianismo "tradicional" passa justa-mente pela completa incompatibilidade entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento e entre a Lei de Moisés e a Lei de Cristo (o qual foi acusado de...blasfêmia pelos ...judeus).

"Por isto Gustavo Corção pode falar de ciência e Marx não pode falar de Deus. Eis uma grande vantagem de se acreditar em Deus: ele engloba tudo."- Bernado Só

Pode-se falar de tudo , Bernado ,apresentar resultados sérios é que é outra história.Como na área da Ciência a Bíblia está sendo derrotada em quase todas as frentes ( Evolução ,História , Astronomia,etc.) um pouco de humildade não faria mal.Religião e Ciência são incompatíveis.Ou já se esqueceram da estória de Josué e o computador?

Cordiais abraços

Posted by: Leonidas at outubro 22, 2004 07:58 PM

BiaBerna, para entender oq ue você diz, nem ser bom entendedor e meio é suficiente. Há que ser adivinho.

Posted by: Bernardo Só at outubro 22, 2004 10:25 AM

O Bernardo Só está a abrir seu saco-de-maldades, mas está ledo engano de BS, não funciona em ambiente blog.

I) BS: “..."Judia de mim, judia!"...”
1. Indício de que BS já está na ribanceira! É só questão de tempo, BS está naquele estágio com-dias-contados.

II) BS: “...dizer que dizer graças a Deus é blasfemar...”
1. Reparar nalguns “graças a Deus” (do Google):
"Dou graças a Deus pelo indiciamento (Maluf/FSP);
Bom tempo no canal, graças a Deus;
Graças a Deus, o ambiente é amplo...;
Drogas não me afetam, graças a Deus;
Ao darmos graças a Deus hoje por bênçãos materiais;
Organização religiosa ensinava a darem graças a Deus por tudo;
Corintiano graças a Deus;
Graças a Deus são seis horas da tarde;
Graças a Deus o dia passou rápido hoje;
Graças a Deus você não teve que fazer;
Graças a Deus fui cedo;
Graças a Deus nos fomos..."
2. O crente que se considerar em grau de religiosidade “estar de bem com Deus”, nunca necessitaria o “graças a Deus”. Mas evidente que há situações difíceis, nos quais o crente necessita dar à mente sob tensão, um paliativo de religiosidade. Nesses casos, a crente pensa em Deus, reza, clama por ajuda, pelos ensinamentos e preceitos, disponibilizados pela sua religião. Tudo oquêi... até aqui. A seguir um laçaço em tipos do-jeito-BS.
3. Considerar o caso em que o indivíduo consegue se safar das ferragens amassadas, devido acidente apavorante, engavetar de veículos na rodovia; indivíduo está meio quebrado, dores variadas, sangue ainda a verter, e mis machucaduras prováveis. Já atendido, e numa situação controlável, fala: “Graças a Deus que estou vivo”. Ao seu redor estão familiares de não-sobreviventes (sucumbiram no meio das ferragens), que não podem pensar em coisas como graças-a...
4. Será que BS está atinar no chumbo grosso a seguir? Evidente que não, como crente ledo-engano! Ocorre que o sobrevivente, que se considera cristão, está a gerar uma desumanidade inaudita, para as pessoas próximas. Ao externar “graças a Deus” instala uma miserabilidade na vida de seus semelhantes, que não se permitem externar “graças a Deus”, e pelo contrário, até propenderiam por injuriá-Lo. Ficaria no ar uma questão: “Como é que seria o Deus do sobrevivente?”
[Nota: para o bom entendedor, meia palavra está mais que suficiente]

Posted by: BiaBerna at outubro 22, 2004 10:07 AM

BiaBerna, você é judia?
"Judia de mim, judia!"
Brincadeirinha.
Só um judeu ortodoxo tem esses tiques de dizer que dizer graças a Deus é blasfemar. Se assim o for Jesus nos ensinou a blasfemar.

Posted by: Bernardo Só at outubro 21, 2004 05:16 PM

Ué, o que é que deu no indivíduo Bernardo Só? Cheio de salameleques, e sem justificativo? Tô fora, uai!

I) BS: "É isto mesmo...a ciência é uma fase juvenil do espírito."
1. BS deve ter lido algumas de Gustavo Corção. Eu não havia lido, foi num desses blogs que colocaram em cena o autor brasileiro; classifiquei-o assunto "dos bons", me pus à cata de informes; graças ao santo-milagreiro Google encontrei conteúdo legal: http://gustavocorcao.permanencia.org.br/artigos.htm
2. De livro de GC, "A descoberta do outro"/1952, a seguir pequeno extraído: "... passei mais de quinze anos amarrado à técnica. Cinco entre teodolitos e, outros dez, fitando ponteiros de galvanômetros. Durante esse tempo tentei algumas evasões, veleidades em letras e tintas, versos ou quadros, mas acabava voltando ao galvanômetro. Cheguei a jogar xadrez semanas a fio, em clubes e campeonatos, e retornava ao galvanômetro. Nesse tempo apurei um certo fôlego lógico que me fartava a razão, e até me dava algum prestígio. Levei tempo a descobrir que tal faculdade se desenvolvera á custa de uma atrofia: coisas graves me aconteceram para me despertar a respeito de que eu estava amarrado ao meu próprio cadáver..."
3. Êi BS, qual é hein? Estás a te fazer, né? Nada de "idade juvenil do espírito"! GC viveu a vida, um vidão e, antes de acontecer "coisas graves", a vida de GC estivera nos conformes! Percebes, BS?

II) Há trechos incríveis de GC - aliás, se não fosse pelos blogs, estaria ainda a ignorá-lo! Uma chamada que me ocorre agora:
"Wow wow wow,
os blogs dão o show!"
1. Ainda GC: "... a técnica é inebriante por duas razões fortes: a) dá à inteligência uma satisfação vertiginosa, b) todos se maravilham com suas prestidigitações. A verdade é que é difícil resistir à admiração dos outros, e o técnico é hoje o mais admirado dos homens: o técnico farta-se de segurança, certezas e, enche-se de louvores. Suas manipulações dão certo, e caso houver êrro, ele ainda sorri, sabendo que tem recursos e justificativos, ou ainda condições de retificar."
2. Será que BS tem caixa de ressonância (massa cinzenta) pra tudo isso acima? Daqui, cogito que não! Então explica-se, por exercício silogístico:
- está firmado no globo terrestre, a necessidade de um total entre 14 a 16 anos, para indivíduo adquirir o conhecimento fundamental profissional-científico;
- estão reservados os últimos anos da infãncia, todos da adolescência e, os primeiros da idade de amadurecimento para adquirir tal conhecimento completo;
- portanto dos 6 anos de idade até os meados dos vintes, o indivíduo estuda aprende estuda aprende estuda... maquinalmente, no estilo escreveu e não leu, pau comeu;
- evidente que no avançar dos anos, o indivíduo vai se tornando um sabiozinho, uma potência pró tocar-o-barco, empreender, se pôr no mundo;
- reparar que GC aceitou tal desenvolver, e colheu e usufruiu de frutos: "admiração dos outros" e "cheio de louvores".

III) BS: "... Um cristão pôr-se nas mãos de Deus é blasfêmia? Quac quac quac...". Ah é, é? coisa de pato?
1. O "pôr-se nas mãos" está nas normalidades humanas. Porém, o pavonear-se é que dá carácter de blasfêmia. Reparar BS que GC relatou que a técnica proporciona admiração e louvores. Mas deves atinar -tu sim, BS!-, que relativo a Deus, não deve haver nem nano-indício de admiros e louvores.
2. E como o indivíduo que se encontra de-bem com Deus, deve se portar? Se pôr a fanfarronear?, diante de seus semelhantes alardear "Tô com Deus, gente!, pago a rodada no bar pra todo mundo, tô com Deus..."? Evidente que assim não, SB! Isso é blasfemar, pois os demais não compreendem, estão alheios, faltam-lhes acessos!
4. O simplérrimo "Graças a Deus" é um ato de blasfemar, pois o ouvinte não compreende! Daí que ou acarreta admiração ou inveja ou ódio! Um paradoxo que o crente instale mal-estares gratuitamente!
5. Ôôôôôôô BS... ve se entende, tá?

Posted by: BiaBerna at outubro 21, 2004 05:07 PM

É isto mesmo, BiaBerna, a ciência é uma fase juvenil do espírito.

Posted by: Bernardo Só at outubro 21, 2004 10:17 AM

Bernardo Só: "... Por isto Gustavo Corção pode falar de ciência..."
1. Via Google: "Gustavo Corção (1896-1978)... cursou Engenharia... trabalhou em Astronomia... em serviço de Energia Elétrica... em Radiocomunicações... em atividades industriais, até 1948... casou-se em 1924, e, em segundas núpcias, em 1937. Converteu-se à Igreja Católica em 1939. Publicou seu primeiro livro 'A descoberta do outro' em 1944,...".
2. Reparar no progredir, quanto à trajetória de vida, oportuno ao ser humano: a) preparatório pró ciências, b) exercimentos pelas cientificidades, c) viver socialmente à época, d) busca de saber extra-mundanidades, e) presença na coletividade.
3. Pelo condução de vida, GC serviria de modelo de formação e aplicação na vida cotidiana: estaria na idade de adulto, já com formação científica adiantada, a ocasião para que o indivíduo, progressivamente, se envolvesse com práticas religiosas.

Posted by: BiaBerna at outubro 21, 2004 09:48 AM

Bernardo Só “ataca” e nem cora! A seguir um torpedaço...

I) BS: “Eis uma grande vantagem de se acreditar em Deus: ele engloba tudo. A ciência não engloba Deus.”
1. Interpreta-se modo “derrotista” essa daí de BS! BS o Derrotista! Braba essa! De parte daqui, preferia até não tê-la percebido! Mas é aquela história, o que tá feito, tá visto.
2. A Igreja de Roma, do papa João Paulo II, não coloca da forma que propõe BS. Deve-se forcejar para que BS apreenda que para nós ocidentais, do Ocidente, Igreja de Roma faz parte d’Ocidente. O Ocidente é “fruto” da Igreja de Roma. E a Ciência é fruto d’Ocidente. A sucessão das coisas se deram assim:
- o Princípio ... Deus,
- decorrido um bocado de ... Igreja,
- depois... Ocidente,
- e então... Ciência.
3. Reparar BS que não há nada de “englobar”! Fruto é fruto, tem vida própria, independente da árvore frutífera. Deus não engloba a Igreja nem Ocidente nem Ciência; Igreja não engloba Ocidente nem Ciência; Ocidente não engloba Ciência.

Posted by: BiaBerna at outubro 20, 2004 12:25 PM

Quando o assunto é dogma, o autor a ser citado é André Frossard. O fato de usar Popper já demonstra que BB não entendeu o que eu disse na mensagem anterior. Popper também não entende nada de futebol. Um cristão pôr-se nas mãos de Deus é blasfêmia, tá BB, você é uma gênia.
Smart, que saída mais estratégica, hein?

Posted by: Bernardo Só at outubro 20, 2004 11:53 AM

Outra para Bernardo Só - situação encrespa pro lado de BS!
I) BS: “… Alguém que acredita em Deus não nega a ciência... ao contrário respeita-a e acredita... ”
1. BS está em sinuca de bico! O papa João Paulo II já “pediu perdão” referente caso Galileu, e há pouco tempo anunciou que “aceita a teoria evolucionista”. Ou seja, a Igreja de Roma “corre atrás” das ciências. Atento ao que segue, BS!
2. Toda religião sem exceção -incluída a Igreja de Roma!-, opera na mente do indivíduo pelo bom senso, sistema egoístico humano. Numa escala de três (escadinha com três degraus), o bom senso está no plano básico, o senso comum no plano intermediário e, o senso crítico no plano de pico. Esse “truque para raciocinar” está diluído na obra de Karl Popper (1902-1994) – na minha fac há disciplina específica.
3. Quando o papa “disponibiliza” novas concepções das ciências, ao seu público-alvo os cristãos, acontece simplesmente que o senso comum católico assume as cientificidades. Reparar bem, BS... o bom senso do crente “perde uma verdade”, enquanto que o senso comum do crente amplia em racionalidades. Mas nada a ver com ciência, aplicação exclusiva enquanto em senso crítico, senso que a Igreja interdita peremptoriamente.
4. BS está numa situação cai-do-cavalo: as atitudes a) acreditar em Deus (religiosidade) e, b) fazer ciência, não têm nenhuma ligação em qualquer grau, entre si; zero à esquerda ligar Deus e Ciência.

II) BS: “...ao contrário respeita-a e acredita...”
Não de não! BS bate-biela! A ciência dispensa “respeitos”, passam ao largo os “respeitos”. Para o “respeito-a [a ciência]" figura-se com “cão que ladra enquanto a caravana [ciência] passa”. Nunca de nunca! BS troca-letras! O “acreditar” na ciência implica em exclusivamente fazer -FAZER-, ciência, em atuar pró gerar/obter/dispor de mais cientificidades.

Posted by: BiaBerna at outubro 20, 2004 11:52 AM

Para Bernardo Só: há um jogo em andamento (tópico do CM). Atento BS, pois poderás ficar só (sem-pai-nem-mãe!), após algumas jogadas. Sugere-se que BS conserve "radares ligados" pois senão... cróft (cai em laço).
I) Interpreto que BS desperdiçou sua mente, empregou-a modo curto-e-lento, pois escreveu: “... dogma significa apenas que seu Deus...”.
1. No dicionário consta: “Dogma: fig., proposição apresentada e aceite como incontestável e indiscutível.”. Considero que CM colocou no tópico em modo figurativo – evidente que a incluir sentido dado pela religião.
2. Na minha faculdade estuda-se a obra de Karl Popper (1902-1994); extraído dum livro: “Os animais, as crianças e os adultos necessitam de regularidade, e tão intensamente que às vezes experimentam regularidades mesmo onde não há nenhuma; mas aferram-se dogmaticamente a suas expectativas...”. Mais extraído: “... há valor positivo na atitude dogmática, ao defender uma teoria diante de uma crítica, para não permitir o sucumbir prematuro, simplório...”.
3. Reparar BS, no meu comentário anterior, sugeri que o pacto de Fausto com Mefistófeles, assumiu disposições dogmáticas, pois o estrago infernal que se seguiu foi decorrente da crença, fé-de-mais de Fausto, numa de dono-da-verdade.

II) BS: “...ele diz inclusive em quê você deve acreditar... Deus manda na sua vida...”
1. Isso aí é blasfêmia pura, gratuita, desprezível! BS está a passar imagem de anti-cristão (Ocidente), um lobo em pele de ovelha.

III) BS: “... não entende nada de futebol.”
1. Eu já consegui ver um impedimento marcado pelo árbitro. E cartão amarelo também já reconheço o motivo, sempre após a marcação, claro! Falta-me pegar o momento preciso de um penalti. E está ultra enigmático identificar sistema da equipe adotada: 4-4-2 ou 3-5-2.

Posted by: BiaBerna at outubro 20, 2004 10:41 AM

Definitivamente , "si vis pacem ,para bellum".

Posted by: Leonidas at outubro 19, 2004 08:52 PM

Diz o Cardeal Ratzinger: "'Dogma', that is, the self-engaging affirmation of faith, has its primary home in the event of baptism, and so in the liturgical sealing of a process of conversion wherein a man turns from belonging to himself alone and accepts in its place the bond of existence in the way of Jesus Christ". Ou ainda: "Dogma is not a closing-off, but an opening which places us on the right road. Only by way of the infinite rupture of the Symbol can faith advance as the permanent self-transcendence of man towards his God."

Posted by: Grenadier at outubro 19, 2004 08:46 PM

Bernardo,

A sua última frase condena o resto _ é um parti pris, obviamente contestável, meu caro.

abçs

Posted by: smart shade of blue at outubro 19, 2004 07:10 PM

Smart, é simples. Alguém que acredita em Deus não nega a ciência, ao contrário respeita-a e acredita - relativamente - nos seus limitados métodos. Já um ateu, o é porque nega Deus. E agora vem e quer analisá-lo com métodos científicos?! Por isto Gustavo Corção pode falar de ciência e Marx não pode falar de Deus. Eis uma grande vantagem de se acreditar em Deus: ele engloba tudo. A ciência não engloba Deus.

Posted by: Bernardo Só at outubro 19, 2004 06:23 PM

ô Bernardo Só,

Que espírito torquemadista, sô. Tá cheio de crentes aí falando do que querem - passa lá no site do Gustavo Corção pra ver o que ele fala sobre o "cientificismo", vai lá no Olavo de Carvalho ver o que ele fala sobre evolução...assim, com essa empáfia, não dá pra jogar.

"A verdade é tudo aquilo que facilita o ato de acreditar"

Posted by: smart shade of blue at outubro 19, 2004 06:06 PM

BiaBerna, você não entende nada de futebol.
Dogma não é um tipo de cão, dogma significa apenas que seu Deus, aquele que deu uma sacudida em sua vida, está acima de tudo para você, inclusive acima de seu "bom senso", de sua "razão", dos "fatos históricos devidamente comprovados", enfim, Deus manda na sua vida, não você, ele diz inclusive em quê você deve acreditar. Quem não acredita nisto, não deveria falar a respeito. Um ateu ou uma "mente racional" não deveria falar de dogma. Deveria se calar.

Posted by: Bernardo Só at outubro 19, 2004 05:46 PM

Quando pensamos pela cabeça dos outros , também estamos limitados pela nossa cabeça. É a nossa cabeça que escolhe qual cabeça irá nos orientar. Geralmente , escolhemos um dogma à imagem e semelhança das nossas próprias imperfeições .Toda submissão a um dogma é só uma tentativa primária de esconder o fato de que só seguimos a nós mesmos .Vaidade das vaidades .Tudo é vaidade!

Posted by: Mauro at outubro 19, 2004 01:35 PM

Disse o grande G. K. Chesterton: O certo é colocar a cabeça no mundo. Louco é quem tenta colocar o mundo na cabeça.

Posted by: Grenadier at outubro 19, 2004 12:39 PM

Quem segue o Dogma é o Lars von Trier, que aliás, ao fazê-lo está seguindo também a própria cabeça.

Posted by: smart shade of blue at outubro 19, 2004 12:13 PM

César Miranda: "Quem não segue dogmas e 'pensa pela própria cabeça', está limitado pela própria cabeça."
1. Sem concessões, CM! Teu post está de duplo sentido, o que é muito bom pra jogar.
2. Colocastes bem dois antagônicos: "dogma" versus "pensar com a própria cabeça"; sugeres que fora dos dogmas (cabeça de outros), o tipo tem que recorrer à própria, mas também fica limitado. Portanto sempre há um rumo: limitação dada pela própria cabeça ou, dada pelas de outros; só que com a própria, o tipo detém autonomias, interditas pelos dogmas.
3. Agora a segunda interpretação. A depender da amplidão de compreensões que a própria cabeça apresenta, mais vale a pena uma submissão aos dogmas. Ocorre que a autonomia usufruída dá a compreensão válida e, nem sempre a compreensão gera automaticamente autonomia.
Considerar o caso clássico, obra "Fauto" de Goethe: sábio Fausto, com compreensão a respeito de tudo, nem mesmo usufruía do carnaval de rua. Mas graças ao pacto (dogmas) com Mefistófeles, foi viver nova vida, apesar de levar o inferno à vida de pessoas.
4. Um engraçado vem agora. O dogma-do-demônio dizia o seguinte: "Viver a vida pelo máximo em autonomias". Isso quer dizer que o dogma tudo-contigo (do diabo), coincide com pensar pela própria cabeça (caso exacerbado). Um dilema inesperado! Pensar pela própria cabeça também ensejaria dogmatices! Porisso que a vida terrestre se desincumbiria em ciclos (vacas-gordas&vacas-magras).
[Nota: essa solucão não é exclusiva minha, busquei grupo]

Posted by: BiaBerna at outubro 19, 2004 11:58 AM
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