Já não me assusto com o inesperado. Fico é ali, o tempo todo, esperando pelas surpresas da vida. Às vezes, para surpresa minha, tomo um enorme susto quando, sem avisar, nada acontece. Fico muito sobressalto, com as mãos trêmulas com o fato surpreendente de que nada aconteceu. Nessas horas, canto "eu e a brisa", que é aquela canção que diz que "talvez quem sabe, o inesperado faça uma surpresa". Canto e rio, porque a mim, o inesperado não causa surpresa nenhuma.
Posted by César Miranda at setembro 8, 2004 09:54 PMPor que essa desesperança, meu caro? O destino é filho da fé ou não é?:-) Bjs recifanos de jasMIM!
Posted by: Lillyando puraki tb... at setembro 12, 2004 07:33 PM