Fale sobre o trânsito em julgado:
O trânsito em Julgado eu não sei, mas o trânsito em Goiânia é terrível. Os caras são barbeiros demais da conta.
Mariza vai adorar esse convite, Flávio.
Posted by: César Miranda at setembro 21, 2004 01:51 PMÊpa, êpa, o trânsito em julgado parece ser apenas o de Goiânia, desconsiderndo-se os partícipes. O amigo César disse:
"Quando eu chego em Goiânia me dou conta nitidamente do fato quando sinto o perigo do trânsito".
Isto em grande parte é porque tem vindo a Gyn apenas nos fins de semana, quando uma legião de candangos tb para cá se deslocam, hipertrofiando sobremaneira o nosso já perigoso trânsito. Ora, ora, contra os fatos não há argumentos. Há alguns weekends vc próprio foi testemunha do inexplicável roletar de uma principal cometido por um candango que terminou por abalroar o carro que seu amigo aqui diligentemente pilotava.
Ps.: A carteira do motorista do caminhão que pegou a Helô foi tirada em BSB.
PROPONHO A CÉSAR E MARIZA
NÃO FAÇAM CONTAS
EMPLAQUEM O VISA.
- BRASÍLIA NEM TEM CINTO DE 3 PONTAS
TRÂNSITO SEGURO É O DE PARATI!
O CONVITE É ABERTO
AO AMIGO ADALBERTO
E SUA HELENIR
Beto, Mariza também não ficou nada nada satisfeita com este post (vocês parecem estão com o vírus do politicamente correta, onde as palavras poderiam mudar os fatos). Porém...
Semana passada vi um documentário sobre Goiás tendo como mestre de cerimônia o seu amigo Siron Franco. Pois bem, o que o Francis Bacon do cerrado dizia sobre o trânsito em Goiânia não era muito diferente do espírito deste post. Ainda levantava uma tese interessante de que o goianiense saiu do cavalo para o carro e não percebeu, é por isto que dirige daquele jeito. Quando eu chego em Goiânia me dou conta nitidamente do fato quando sinto o perigo do trânsito. Não gostaria que viesse Goiânia à mente quando fiz o post, afinal em Goiânia vivem várias pessoas pelas quais eu daria minha vida e o trânsito não deveria ser um campo de guerra nem brincadeira juvenil como parece ser por aquelas paragens.
Hum, meu bom César: teria o vírus da Corte se apegado em você, meu caro amigo, para se lembrar só dos barbeiros de nossa vila?
Sei não, sei não...Brasília nada fica a dever em matéria de "barbeiros" que são uns tristes, quand même. Amitiés, BetoQ.
Tipo o homem-mosca, versão com vincent-price? Ele usa roupa de cientista/barbeiro.
Posted by: Delance at setembro 17, 2004 05:17 AMpiada mal traduzida:
o problema em Julgado é o tráfico.
Periculum in mora pra você também.
Posted by: smart shade of blue at setembro 16, 2004 05:27 PMNa promoção da barbearia, o barbeiro cortou o meu barato.
O barbeiro era também instrutor de auto-escola, isto é, ele não era barbeiro.
Esse inseto, FDR, era um piolho.
Great: "O barbeiro de Kafka acorda e tinha vira piolho".
(mini-conto à la Ana Paulo com um toque de Kafka)O barbeiro não dirigia bem. Cortava sem parar. Deixava as pessoas de cabelo em pé. Um dia acordou e tinha virado um inseto.
Posted by: FDR at setembro 16, 2004 05:12 PM