Eis uma grande bênção:
Amar à primeira vista
Alguém de segunda mão!
BiaBerna, "atitude estúpida" é a sua. Ninguém lhe dá o direito de emporcalhar caixas de comentário alheias. Isso, sim, é falta absoluta de educação, bom senso e compostura. Blogue não é "aberto" para que cretinos como você escrevam as idiotices que bem entenderem. O meu blogue não é nem será "democracia" -é MEU espaço, e gente como você não será jamais bem-vinda por lá. Ninguém vai -nem pode- me fazer mudar de idéia e de atitude.
A propósito, enfie o dedo no seu cu e rasgue, sua vagabunda.
Posted by: Ruy at setembro 28, 2004 10:50 AMQuem paga a conta?
Posted by: Adelice at setembro 27, 2004 09:36 PMEstá nítido o modo distinto para interpretar "sistema aberto", daqui diante dali (CM).
1, Exemplifica-se. Os GDs/UOL são escancaradamente livres, só há restrições de vocábulos, reina vale-tudo sem eira nem beira, nada a ver com "sistema aberto".
2. O WB compõe uma comunidade: legal assim. Todos os que participam aplicam-se em disciplina e rigor e apuro, elevada subjetividade mas que ficam pelo senso comum. Isso já dá indicativo de sistema aberto.
3. Instalou-se comentário no RG que foi suprimido num tesouraço -o tesoura ainda se vangloria de tê-lo feito: isso é arbitrariedade num sistema aberto.
4. Instalou-se no MV um comentário que foi suprimido com indicativo "interdito"; mas no dia seguinte conseguiu-se instalar o mesmo, e lá ainda permanece. Porém, o titular MV colocou aviso a indicar seu aborrecimento com as mensagens daqui: eis atitude corretíssima, própria de sistema aberto.
5. Reparar nas atitudes diferentes de RG e MV: RG desdenha seus colaboradores, MV seleciona-os. Pois ambos -RG e MV-, acolhem comentários, apreciam os recebimentos. Mas nenhum dos dois tem a carteirinha do paparicar, estarem no privilétio da paparicagem, indivíduos pró paparicar.
6. Os parceiros colocam comentários livremente -só atendem à regra de cumprir com o senso comum. Caso o titular se aborreça, então que em sistema aberto, atue cavalheirescamente - sim na atitude de MV, e não na estúpida atitude de RG.
7. O RG atualmente deveria fechar sistema, do jeito de JN, e dar-se algum tempo para a devida educação para ambiente blog. Pois me parece que o organizador WB, não deverá tolerar se quiser prosperar, tipo RG senhoril que se adona de liberdades déspotas. Evidente que WB quererá crescer em participatividades, e os RGs constrangerão.
8. Evidente que RG&MV não dá padrão de primor, em coisa alguma.
BiaBerna, você não acredita em mim e a realidade lhe desmente. Repito, blog NÃO é um sistema aberto. Blog é um sistema privado. Tem dono e tudo o mais, tanto que o Ruy não quer seus comentários por lá. Acho até que seria divertido ver um comentário de BiaBerna a um post do Ruy como "Costinha, o concretista", por exemplo.
A propósito esses sistemas abertos acho uma porcaria, não fui com a cara, por exemplo, desse Wikipedia.
1. Blog do Noblat apresenta assunto imperdível: crescente atuar, nos EUA, do mundo-blog, que já está a alinhar atitudes públicas de figurões da mídia, em geral velhuscos e velhacos.
2. http://noblat.blig.ig.com.br/ "25/09/2004 15:06 A força dos blogs".
3. Referente RG, não ficaria bem (para ele!) sair-se com "bani... sujeita... louca... porcaria". Os bloguenses deveriam se fixar:
a) sistema aberto,
b) palavra escrita é o que importa,
c) rastro objetivo e consistente.
Não tenha essa certeza, César. Eu bani, sim, essa sujeita aí do meu blog. Não quero gente louca fazendo porcaria na minha caixa de comentários. E, aliás, disse isso explicitamente a ela.
Posted by: Ruy at setembro 25, 2004 01:29 PMAcabei de postar - Posted by BiaBerna at setembro 25, 2004 10:47 AM -, no MissVeen. Só quero ver se vão novamente passar-a-tesoura! Seria o fim-de-mundo, deveras! O universo WB estaria a perigo, e o livro WB estaria a perigo, e a Barracuda idem! A concepção de blog -cá entre nós-, estaria a degringolar!
Posted by: BiaBerna at setembro 25, 2004 10:52 AMBiaBerna, o fato já foi comunicado ao nosso WunderMaster. Será verificado. Converse com o dono do blogue em questão. Tenho certeza que não ninguém aqui baniria seu IP.
Posted by: César Miranda at setembro 24, 2004 07:21 PMFoi aqui que CM teria dado indicativo de que o blog é algo privativo, pois haveria o poder de veto? Pois eu não acreditava até que agorinha aconteceu de colocar-se um comentário num blob WB, ao conferir não foi encontrado, e então na tentativa de recolocar o mesmo conteúdo, surpresa-terror:
"You are not allowed to post comments."
No blog em questão já se colocara mensagens.
2. Era disso aí que CM estivera a insinuar? Tutufumsaraváhóhôxumháhatuácredocruiz...
Posted by: BiaBerna at setembro 24, 2004 06:22 PMAcho. :)
Posted by: Adelice at setembro 23, 2004 05:51 PMÔ CM, colocaste uma bola quicando bem à frente...
1. Encontrei num pocket de Millôr (já sei onde encontrá-lo), um explicativo: "O hai-kai é uma adaptação minha [MIllôr], quanto ao formato em que os apresento. O formato original é japonês e obedece regrinhas: a) três versos, b) primeiro e terceiro versos com cinco sílabas, c) verso do meio com sete sílabas, d) não há rima. Mas eu me decidi fazer à vontade, conservei os três versos e introduzi rima."
2. Eis que o estilo de Millôr poderia ter sido estimulado nas escolas! Quando eu estava no Fundamental poderia ter praticado a "arte hai-kai de Millôr"! Estupidez pura nas escolas! Estaria um estímulo para sintetizar uma idéia! Incrível o tamanho da burrice que assola a nação - do Oiapoque ao Chuí! Quanto desperdício, gente! A atividade do Estado é perdulária tando nos meios e recursos, quanto em desproveitos de levas de indivíduos, gerações sucessivas excusadas/desapossadas.
Adelice, e nem era pra tanto, não acha?
Posted by: César Miranda at setembro 23, 2004 10:24 AMNossa, como este haicai rendeu, hein?
Posted by: Adelice at setembro 23, 2004 08:24 AMA seguir um dispensar de rigores, uma escapadela de padrões, pano muito rápido:
Animo-me vi-lo
Criar:
Estilo.
- - - - - - - -
Com estilo,
Porquanto
Qui-lo.
- - - - - - - -
Deveras!
Fi-lo
no estilo.
Vamos aprendendo juntos o que vem a ser um blogue. Ainda bem que não sei o que é um e vou fazendo este assim mesmo.
Blogue é uma criação coletiva tanto quanto um livro o é. Há muito blogue sem comentário.
Blogue é algo privado, mesmo quando é escrito em parceria.
BiaBerna......
Não sei nem o que dizer.
Ou melhor, sei. O texto que você cita no meu blog não é meu, é a crítica de um livro sobre blogs que eu pus lá. Mas você está certa. O livro focaliza sua atenção nos blogs confessionais. Há outros tipos; os dos Wunders são artístico-confessionais; o do Noblat é jornalístico; e por aí vai.
Soturno...é mesmo...mas é isso aí, reflete o dark side do dono.
abçs
Posted by: smart shade of blue at setembro 22, 2004 07:22 PMI) Lá no blog do ssofb (ambiente meio soturno, mas tudo bem!) encontra-se: "... blogs são ... relatos públicos de vivências que pretendem expor uma 'interioridade psicológica'... para alcançar o bem supremo da pós-modernidade, a visibilidade."
1. Isso daí está de boa medida para ssofb? "Relatos públicos de vivências" está de boa medida? Em quais, nas duas dezenas de blogs-WBs, isso daí ocorreria? E no de ssofb há espaço-tempo para "vivenciais"? O livro referente WBs não tem nada de "relatos de vivências", pelo que pude constatar!
2. Reparar que há muitas regrinhas-blog, inerentes, modos de estar automatizados, regrados mas nada explícitados:
- identificação desnecessária, beira inutilidade,
- fora de questão colocações profissionais,
- favorecer generalidades, dispensar generalizações.
3. Reparar que pode-se interpretar que o frequentador está em busca de estilo: "dá-se reino e cavalo, pelo estilo". Reparar que o administrador-blog que se tem com domínio de estilo, obriga-se a adotar restritivos, por não sustentar embates intelectivos. Um truque está no evitar fixação de estilo.
4. Evidente que surge embate, evidente! Pois a palavra escrita disponibiliza "bola quicando à frente". E o rastro, então! O blogueiro, esteja administrador ou colaborador, deixa rastro. E onde há rastro há flanco e, os flancos estabelecem vulnerabilidades, facilitadoras de ataques-contrapontos, que resultam em trancos e rebarbas e obsoletismos.
5. A "visibilidade" se caracterizaria no quê? Numa dinamicidade de raciocínios! O hai-kai é um exercício de raciocínio! Exercício de raciocínio é arte! O blog dá âmbito para exercimentos de artes! Ora, ora... arte enseja contextualidades! Onde há contextos, surge proliferar de circunstancialidades! Revolver de circunstâncias ensejam modificações ocasionais, aleatórias, casuais, imprevisíveis, fortuitos, acidentais. E se tudo isso manter aceleração de ritmo, há versionamentos contextuais.
6. Caramba! Versionar contexto instala processo de vetorização! E todo mundo sabe, quando percebida a andadura vetorizadora, ninguém quer deixar passar, ficar ao largo. O estilo surge num clima assim.
BiaBerna:
Mas blog me parece isso mesmo, criação coletiva. É um open-source de idéias. É um Linux de neurônios em feliz comunhão de sinapses.
Quanto ao negócio do manda-brasa de lá, manda-brasa de cá, eu não quero atrapalhar o teu processo aí com o César Miranda não, fico quieto....
abçs
Posted by: smart shade of blue at setembro 22, 2004 05:43 PMBiaBerna:
vou fazer uma aposta - você transa comunicação, tá fazendo tese e um dos pilares da sua bibliografia é o Carl Shapiro. Acertei ? :)
abçs
Posted by: smart shade of blue at setembro 22, 2004 05:41 PMBiaBerna,
Não é "neguentropia". É "afro-entropia".
abçs
Posted by: smart shade of blue at setembro 22, 2004 05:40 PMPara conhecimento de CM. Já naqueles instante primeiros de nascida – não sei se estou a me recordar ou a invenctivar-, tive a impressão de haver escutado “Ela é do século 21”. Ocorre que ao longo do tempo subsequente, sempre surgiu alguém a dizer “Essa garotada é coisa do século 21”. E eis que agora por cá... está surpresa, nem cogitara... em pleno ano de 2004 aparece um gaiato, a passar saudações devido ao “21”! Francamente, CM, tenha dó; desconfio até que o teu espelho não está a te espelhar, isto é, não estás a te enxergar.
I) CM: “... há livro que pode ser alterado após publicado... é o blog”.
1. Ô CM, sempre poder-se-á dizer que a vida do indivíduo está um livro aberto, a História está livro aberto, idem a Ciência e a Sociedade. O BigBang é sistema (livrão) aberto; está oportuno dizer que a Internet é livro aberto, idem o blog. Sempre que um sistema estiver sujeito à entropia, está “aberto”. E no mundo da razão humana, do conhecimento humano, inexiste algo que se possa dizer de fora do alcance da entropia, ou seja tudo está “aberto”. Há religiões e mitos que duraram uma “eternidade” mas nalgum momento sumiram do mapa, só em denominações para o Ser Superior, já houve uma infinidade!
2. A entropia transforma todas as coisas até situação de “cadê a coisa?”; a entropia “apaga” todas as coisas; entropia já é dada no BigBang. Reparar que tanto a Vida (“V”), como sua aprendiz Razão humana (“R”), inventaram a neguentropia, para através de retroação (feedback), restaurar potencialidades e se permitir nova rodada entrópica (driblar a entropia). Portanto dê-lhe que te dê-lhe neguentropia nas coisas, para assim não se perderem, assegurar perenidades.
3. O livro segue a mesma regrinha de todos os artefatos humanos: após a confecção estar dada por conclusa, o processo entrópico dá partida: há uma montanha de livros que obsoletaram. Porém caso fôr submetido a modificações, passará por um versionamento, surgirá uma nova versão, diferente da versão anterior. O costumeiro é um autor lançar um livro, depois outro livro, seguido de outros livros, sempre a ampliar com abordagens originais. Nas indústrias farmacêutica, automotora, eletrodomésticos, construção civil e, demais, ocorre algo similar: ou versionar ou produto novo.
4. O blog de CM também segue a “lei da confecção”:
- CM trabalha e instala um tópico original, de singularidades,
- colegas-de-trabalho de CM trabalham e, instalam comentários,
- CM proporciona outro tópico, comentários aparecem,
- assim gira a roda da criação.
5. O blog está sendo alterado sempre que dispor de tópico ou surgir comentário; este agora comentário ampliará o blog. Reparar que há blogs travados, blogs são abandonados, blogs desaparecem.
II) Ôôôôô CM... manda brasa daí que manda-se brasa daqui, estender o livro-blog... e zelar pelo rastro, que é o grande achado!
Posted by: BiaBerna at setembro 22, 2004 05:30 PMPor falar nisso....
>>> pausa para nossos comerciais
http://smartshadeofblue.blogspot.com :)
BiaBerna, não sabia que tu eras semiótica. Botei uns Ai-Kais no meu Grog. Solicito, sem compromisso, uma crítica sua....
abçs
Posted by: smart shade of blue at setembro 22, 2004 12:49 PMBiaBerna, seja bem-vinda ao século XXI onde há um livro que pode ser alterado depois de publicado. Ele chama-se blogue. Eu tenho um, o que significa que todos podem ter.
Posted by: César Miranda at setembro 22, 2004 08:23 AMO idiotês "numintindi" está a dizer "diga daí!"
I) Relativamente aos de CM, os hai-kais de MF estão mais elaborados, menos óbvios, mais sintéticos, menos populescos, mais fenômenos. Mas isso não diminui CM em nada! Pelo contrário, facilita o destacar que MF tem um seu estilo e, CM o seu próprio estilo, estilos de mesma categoria mas, deveras distintos.
II) CM: "Blogue é um livro que pode ser alterado depois de escrito."
1. Não, nunca, jamais! CM erra feio! Se mexer nos conteúdos poderá se pretender dono-do-pedaço, coisa estúpida! Perder credibilidade dá bufufa na cafufa.
2. O blog é ambiente virtual, para ser internet, onde só vale o escrito, inexiste o pensado, o desejado, o pretendido! É a palavra escrita e fim de papo!
3. Todo blog forma rastro, tanto do administrador como dos comentadores. O truque é gerar arquivo para rastro:
- armazenar todo comentário em .doc, juntamente com o tópico comentado,
- assim dá de vigiar a coerência e consistência sustentadas pelo administrador do blog,
- o administrador não tem autonomia de dar tom&som, fazer&desfazer, a credibilidade do administrador está dada pelo aprimorar do rastro,
- evidente que o blog pode dispor de vários rastros em paralelo, tudo depende do espírito esperto do administrador,
- está no apuro dos tópicos disponibilzados, a performance do administrador,
- evidente que pode haver altos e baixos, avanços e retrocessos, desde que em modo de hélice helicoidal, de levar adiante apuramentos.
III) CM: "Posso alterar... blog é como a casa da gente".
1. Blérgháuthôruum (desculpe!). Que horrível isso daí! Que brejice de mulice pelas grotices!
2. Caso CM escreve "da gente" como se fosse ele próprio CM, está coisa dita em momento de inconsciência, parafuso-solto, perda de senso e tento.
3. Sugere-se que CM deixe de lado qualquer propensão pra crendice e, interprete que está a compor uma trilha, onde aparecem feras e bicharedos vários e, sombras e regatos e horizontes e frutos e tempestades e ...
O fato de eu confessar que meu estilo é milloriano não significa nada afinal, Millôr mesmo se diz "um escritor sem estilo". Gosto de regras principalmente porque elas podem ser criadas a cada minuto.
Posted by: César Miranda at setembro 21, 2004 09:20 PMRecorda-se tópico de CM: “agosto 16, 2004 MILLÔR FERNANDES Eu amo Millôr... minha prosa é milloriana até a medula por mais que eu tente ter um estilo meu, pois o Millôr que se autodenomina ‘um escritor sem estilo’, então me pego sempre tendo um estilo, mas não o meu. Tenho o estilo de Millôr Fernandes (MF), o estilo de alguém sem estilo.”
Será que CM:
a) não instalou tal texto?;
b) seu blog “recebe” do além?
Conta outra!
I) Ora, pois nada mais correto do que fazer um referencial ao dito-cujo, após mini-celeuma instalada por causa de um hai-kai meio que!
I) O truque de MF está em compor um riscado com um textinho, no propósito de destacar fenômeno no quadro. Isolados, os dois componentes se tornam incompreensíveis. Fazer experimento: em qualquer hai-kai de MF, eliminar um componente e, buscar o entendimento do remanescente; praticamente nulidade de compreensão!
1. CM: “A mulher eu quero nua/ Eu quero a alface crua/ A verdade, nua e crua”.
Evidente que bancar somente com texto, há de lidar com preciosismos, para dispor da situação de fenômeno, o autor se exige zelos extras. Objetos “mulher e alface” dão o fenômeno. Nem necessita de rabisco! Sujeito envolto em fenômeno “verdade, nua e crua”.
2. CM: “Tudo o que não tenho/ As rusgas, em rugas,/ Retenho-as no cenho.”
O objeto “rugas transmutam rusgas”, envolve o sujeito em fenômeno “cenho com rugas”. Outro que dispensa figura.
3. CM: “Eis uma grande bênção/ Amar à primeira vista/ Alguém de segunda mão!”.
Sem fenômeno... sem hai-kai! Objeto -“alguém”-, está enquadrado na situação de -“segunda mão”-, pelo sujeito. Sujeito racionalizador inviabiliza fenômeno.
Ou talvez, amigo César, que vc seja comparável ao Millôr...
Posted by: 0!/\@|£ at setembro 21, 2004 12:56 PMDiga-me, O QUÊ está escrito?
Blogue é um livro que pode ser alterado depois de escrito.
Essas regras que valem para livro, não valem para blogues.
Posso alterar inclusive seus comentários. Por isto o blogue é como a casa da gente.
Essa comparação do meu com os haicais do Millôr significam exatamente o quê?! Que devo seguir o modo milloriano de fazer haicai?!
Num intidi.
BiaBerna, se lhe faz feliz pensar assim...
Posted by: César Miranda at setembro 21, 2004 12:43 PMCM: "Cuidado para não resvalar..."
1. Cuidado deve ter todo escrevinhador, pois em ambiente da palavra escrita (só!), vale o escrito, regrinha "escreveu e não leu, pau comeu".
2. Decidi-me conhecer os hai-kais do Millôr.
www2.uol.com.br/millor/haikai/haikais06.htm
Alguns selecionados:
- O que me comove?/ Pro Sol,/ Não chove.
- No aeroporto cheio/ Eu filo/ O adeus alheio.
- E o medo que mete/ Esse espelho/ Que não reflete?
- No hall escuro/ o segurança/ mata o inseguro.
3. Dá de perceber que todos hai-kais/Millôr não têm "furada", sem "flanco aberto". E o que significa "sem furo, flanco"? Evitam a racionalização, sustentam situação de fenômeno, a envolver sempre o sujeito diante do objeto.
Assim ele nem precisa pensar em "se cuidar", para evitar hai-kai fajuto. Reparar que hai-kai fajuto dá erro crasso, estupidez.
4. Há arte sim no elaborar um hai-kai: arte do raciocínar. Reparar que arte do raciocinar não redunda em racionalização! Gera sim uma situação de fenômeno que redunda em generalidades, nunca generalizações.
5. O hai-kai de CM -ultra criticável-, está Nada em fenômenos e, Tudo em experiências.
BiaBerna, obrigado pelo cuidado com as palavras que uso. Cuidado para não resvalar para o PolCor, pois a isto, pretendo me manter imune.
Posted by: César Miranda at setembro 20, 2004 10:07 PMReginaldo, você me mata de rir.
Posted by: César Miranda at setembro 20, 2004 10:04 PMDivirtam-se com a de segunda e casem-se com a de primeira.
Pois uma mão lava a outra.
Posted by: smart shade of blue at setembro 20, 2004 08:12 PMAntes o Ser que o Nada
ou Nada do que Ser?
Não seria melhor os
dois juntinhos de
mãozinhas dadas?
A danação eterna,
É na segunda mão,
Pegar a BiaBerna.
MR: "... expressão... qualificar pessoas..."
1. Não! Para qualificar, não! Relativizar pessoa, sim; atitude própria de cínico, expressão "alguém de segunda mão" instala cinismo; evidente que não prospera pois "alguém" interdita ao se aperceber. Feminino/2004 prospera quanto ao detectar de cinismo e, familiariza-se quanto ao "administrar" tal.
II) MR: "... benção amar alguém de segunda mão..."
1. Não! Relação masculinoXfeminino é jogo; benção está coisa absolutista. Impossível "benção" onde tudo se passa por interatividade (desgastes, entropia).
1. Evidente que CM se permite "não viu", mas não é disso que se trata, está-se a indicar que CM "expressou com grosseiria"! CM faz o que lhe aprouver, mas só lhe está permitido uma leitura - só vale seu escrito, nadinha de seu pensar. Ambiente exclusivo da palavra escrita - internet.
2. Afirma-se que o hai-kai está prejudicado pela expressão "segunda mão". O hai-kai completo, evidente!
3. "Amar" é azar? Não, nunca! Então se "amar" aconteceu -é coisa do primeiro minuto do primeiro tempo, de contexto-, tem mesmo que jogar, adiante!
4. "Primeira vista" é da seara de fenômeno, portanto o racionalizar deverá ser num período, nunca de sopetão!
5. "Segunda mão" entra no jogo no segundo tempo, jogo já em andamento, tudo está circunstância, daí que tem mesmo que adequar as jogadas.
Também não vi grosseria. É uma expressão utilizada para qualificar pessoas que já tiveram experiências amorosas anteriores. Aliás, eu também considero uma benção amar alguém de segunda mão (no meu caso de terceira) pelo mesmo motivo do César. Foi-se o tempo em que pegar uma menininha para criar era prova de macheza. Hoje é prova de infantilidade. Grande abraço.
Posted by: Milton Ribeiro at setembro 20, 2004 04:49 PMNão vi grosseirice nenhuma. Eu mesmo não gosto nem um pouco da idéia de amar alguém de "primeira mão". Não me sinto a vontade educando ninguém. E considero uma grande bênção todas as mulheres de segunda mão que amei.
Posted by: César Miranda at setembro 20, 2004 03:12 PMQue grosseirice!
"Alguém de segunda mão":
- desabilita o hai-kai,
- deprecia o proponente,
- depreda o blog!
"Amar de primeira vista" é um presentaço-dos-céus!
"Alguém" é sempre ponto zero!
O proponente 'tá numa brabeza de dar-dó!