Será que mão gosta de sermão?
Será que esta gosta de seresta?
Será que pente gosta de serpente?
Será que viço gosta de serviço?
Será que vidão gosta de servidão?
Será que vil gosta de servil?
Será que a Tina gosta de ceratina?
Será que nada gosta de cernada?
Será que Val gosta de cerval?
Será que Veja gosta de cerveja?
Depende, num é?
Flávio, perguntar se o Sertão gosta de ser tão, foi uma tentação mas deixei para lá.
Lembro-me sempre de você quando todo com certas palavras.
Amigo César, Gyn está insuportável. Nunca havia sentido tão intensamente os efeitos da baixa umidade, mas parece que há uma idade para começar a reclamar mais.
Pois bem, o clima já me fazia pensar que estava num deserto, mas eis que leio este poema e vejo a inspiração em "viço" (e sobretudo em "esta", "mão"...) Ótimo.
A propósito, será que o Sertão gosta de ser tão?