Como se sabe, Saddam Russein tem escrito poesia em sua cela. Conseguimos alguns fragmentos da verve poética do ex-ditador e atual poeta. Vejam como é ruim:
Ai que saudade que eu tenho
Do tempo que eu era um rei
Que eu fazia e acontecia
E a minha voz era a lei
O povo me aclamava
Me amava como a ninguém
Pelas ruas ecoava
“Ninguém segura o Russein”
Diziam “Saddam é lindo”
“Saddam é nosso amanhã”
“Com Saddam não há quem possa”
”Vai lá, invade o Irã!”
Ninguém me interpelava
Eu era tipo um ACM
Pintava até o bigode
Na pele passava creme
Mandei estuprar as curdas
E não lhes sobrou marido
Foi um genocídio e tanto
Ah, como era divertido!
Agora estou nesta cela
Triste como não se viu
Louco pra ver Bush Jr.
Lá visitando o Brasil.
Agradeço ao Mercuccio que sem querer me inspirou este post poético.
Posted by: César Miranda at agosto 19, 2004 08:02 PM