As estações mais inóspitas, as situações mais inesperadas, as piores horas são esses os momentos em que no solo do peito, o amor vinga. Entre lágrimas, desesperos, tristezas e dores, o amor floresce. Constrangimentos, desconfortos, medos, perigos e inseguranças e o amor lá, enfeitando tudo. Na guerra, na fome, na prisão, no campo de concentração e em todo lugar onde a desesperança medra, eis o amor florindo o ambiente. Flor estranha esse amor. Na opulência, na riqueza, nas sombras do poder, quase nunca se vê, mas se escutar um choro, pode ir lá, é alguém cujo solo do peito um amor vingou.
Posted by César Miranda at agosto 25, 2004 08:03 AMNos momentos mais difíceis o amor adquire um brilho especial. Nos instantes mais desesperados o amor é essencial. O amor parece florir porque está guardado. Quem não o guarda em si nunca vai vê-lo florir. (Às vezes o tão simples parece auto-ajuda, que em si não é mau. O mau é se prender a uma só janela).
Posted by: Reginaldo at agosto 26, 2004 06:46 PMFlor estranha que germina em terrenos improváveis.
Um abraço.
Flamarion, já discuti uma vez isto com o Inagaki. Acho que odiar emburrece muito mais. Amemos!
Posted by: César Miranda at agosto 26, 2004 06:48 AMÉ como diz o Inagaki: Pensar Enlouquece, e Amar Emburrece.
Posted by: Flamarion at agosto 25, 2004 10:46 PMDeixa eu completar, Delance, onde há vida há esperança.
Posted by: César Miranda at agosto 25, 2004 08:05 PMNão é a toa que amor e esperança caminham juntos (ai, foi meio livro de auto-ajuda o comentário, mas não é culpa minha).
Posted by: Delance at agosto 25, 2004 06:13 PMÀs vezes é a gente que sufoca o amor... Adorei.
Posted by: Lele Carabina at agosto 25, 2004 05:06 PM