A mulher eu quero nua
Eu quero a alface crua
A verdade, nua e crua.
Um exercício de silogismo, sem compromisso!
A partir de duas assertivas (1. e 2.), obra de William Blake (1757-1827), colocadas como "premissas" (estupendo invenctivar), coloca-se outra assertiva (3.), para "conclusão" (engenhoso enjambrar).
Aê gente, reparar só:
1. "É obra de Deus, a nudez da mulher" (WB)
2. "Criar uma florzinha é o labor dos séculos" (WB)
3. "Criar uma florzinha está como encarar a nudez da mulher".
Ah, Marcos, as mulheres adoram alface.
Flamarion, não gosta da mentira. Sabe como é, tem perna curta!
A mulher eu quero crua
Na verdade, quero nua
A alface, pra que mesmo a alface?
A mentira, se for bonita, nua também.
Posted by: Flamarion at agosto 28, 2004 01:36 PM