Vi um dia desses um texto de Rothbard elogiando Chegaavara, aqui, o do velocípede, que fez aquele filme "A tua mãe também". Enfim, foi ótimo, pois doravante não vou mais ler Rothbard nem confiar mais no que ele disser. É um alívio. É tão bom descobrir que não preciso mais ler alguns livros que estão na fila. Sinto-me como se já os tivesse lido. É um jeito muito prático de se sentir mais sábio. Por falar nisto, WM, você está nos devendo o texto sobre Schuon.
Links Relacionais - Retratação e Da retratação de Pedro.
Rafael, essa regra não vale, evidentemente, para poetas e ficcionistas (ninguém pára de ler o Alexandre, por favor, tô avisando). Um romancista tá liberado e pode até plantar bananeira. Porém um pensador da cultura, como Rothbard, que se diz libertário ao mesmo tempo em que elogia o Tchê é o mesmo que um rabino elogiar Adolf Hitler, você seguiria um rabino desses?! Há profissões que são verdadeiras prisões, que impedem o cara de admirar um maluco em paz. Se quer elogiar o Tchê, que mude de profissão ou primeiramente de linha de pensamento, tipo o primeiro e o segundo Wittgenstein. Senão, seria o mesmo que uma freira dizer que seu ator favorito é o Rocco Sifredi, o que seria também uma enorme, muito grande mesmo, injustiça com John Holmes.
Posted by: César Miranda at junho 23, 2004 10:11 PMhahahahaha
Posted by: Alexandre at junho 23, 2004 03:04 PMO Alexandre fez um post elogiando os pezinhos do Hitler, portanto não vou mais ler os livros dele...
Posted by: Rafael at junho 23, 2004 09:46 AMAlexandre, não tem desculpa, explica mas não justifica. Index nele! E o Lew Rockwell que tem elogiado o Michael Moore?! Maravilha, já o deletei o site de meus favoritos... Para quê perder tempo, se tem tanta gente impoluta a ser lida... Qualquer desculpa para não ler um livro para mim é bem vinda...
E não me leve em uns lugares com cerveja bem gelada em Sampa para ver uma coisa:-)
Mas calma, é preciso ver se tem um contexto. Talvez ele quisesse agradar uma muié. Ela linda de boina perguntando o que ele acha de Che Guevara, "Ah, um coração grandioso", "Ah, um herói para os nossos tempos!" Vai saber, sejamos compreensivos, César. ;>)
Posted by: Alexandre at junho 22, 2004 02:33 PM