Quando escurecia, Santo Anselmo pegava a vela e chegava para mais perto de si enquanto escrevia seu argumento lógico sobre a existência de Deus. Os olhos pesavam, a vela fazia que ia apagar. Ele a trazia para ainda mais perto de si e ficava tão perto da vela e do papel que quase se queimavam. A fronte suava com o calor, mas de outra forma não enxergava direito o que escrevia. E profetizava “ou inventam uma luz artificial mais potente que esta vela ou no futuro chamarão estes tempos de idade das trevas...”.
Posted by César Miranda at maio 17, 2004 06:32 PMEntão é um tanto injusto chamar de "idade das trevas" à falta de criação literária, ou estou enganada?
Posted by: Lele Carabina at maio 20, 2004 09:57 AMTempos difíceis, aqueles...
Posted by: Rodrigo R. Pedroso at maio 18, 2004 09:55 AM