abril 27, 2004

O PORCO (conto curto)

E disse o Waldomiro:
- Desculpa, porco, mas o povo aí não é vegetariano não e eu não tenho culpa nenhuma disto.
E enfiou a faca pontuda no flanco do animal que sangrou e gritou até morrer. Acontece que naquela terra era crime matar porco mas não era crime comer sua carne.

Posted by César Miranda at abril 27, 2004 06:11 PM
Comments

Esse conto tá cheio de metáforas e espero que entendam. Pensem, pensem porque tem muita metáfora.
Rafael, obrigado pelas visitas mesmo caladas. Comente sempre, gosto muito de comentários, se soubessem, comentavam mais. Tenho certeza que
todos têm algo a dizer, é muita malvadeza ficar calado quando se pode falar.
Rafael, seria uma honra escrever para o Simplíssimo mas meu tempo não me permitiu até agora escrever um único texto para outros sites com os quais me comprometi, morro de vergonha...

Posted by: César Miranda at abril 30, 2004 07:43 PM

Concordo com o digníssimo Reinaldo. Apesar do tempo exíguo que se apresenta, sempre que por aqui passo fico inundado com a acidez de sua crítica, como neste pôust.
Vim também para agradecer sua visita lá no Simplicíssimo. Bem que poderias dar o ar de sua graça por lá com algum de seus textos, que achas?
Forte e fraterno amplexo!

Posted by: Rafael Reinehr at abril 28, 2004 10:43 PM

Reinaldo, muito obrigado. Seu comentario chega em boa hora. Volte sempre. Comente sempre. Um grande abraço.

Posted by: Cesar Miranda at abril 28, 2004 08:13 PM

Será que esse porco tinha pérolas nos bofes?
Um abraço.

Posted by: Chico Sena at abril 28, 2004 10:45 AM

Eu vim até aqui comentar no seu blog porque ele é um dos menos comentados na comunidade wunderblogs. O que eu acho injusto. Ou melhor, é muito justo, afinal, meu caro, os seus biscoitos são muito finos para o paladar rude da plebe.

Sério, você consegue coisas primorosas, como por exemplo, o post "Bossa Nova" (mas não pelas motivações explícitas).

Deixe que os cães ladrem nos quintais dos vizinhos. Aqui está bem aconchegante, sem os timbres agudos, a gesticulação excessiva e todos os hábitos deploráveis dos que frequentam os arredores. Melhor assim.

Posted by: Reinaldo Braga at abril 28, 2004 02:01 AM
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