abril 06, 2004

O DUQUE

Um dia desses citei (ou vou citar, não sei) o Duc de la Rochefoucauld (1613-1680), autor de máximas que são o máximo, eis o meu top five de suas máximas:
1. A ausência diminui as paixões medíocres e aumenta as grandes, assim como o vento apaga as velas e acende o fogueira.
2. Antes de cobiçar alguma coisa é bom indagar se quem a possui é feliz.
3. Prometemos conforme as nossas esperanças e cumprimos conforme nossos medos.
4. É tão fácil enganar-nos a nós mesmos sem darmos por isso quão difícil enganar os outros sem que eles o percebam.
5. Pouco basta para tornar feliz o sábio, nada logra contentar um louco, eis por que os mais dos homens vivem desconsolados.

Posted by César Miranda at abril 6, 2004 09:12 PM
Comments

Boa sacada, Maria Alice.
Diana, é um prazer poder discutir o assunto com você. Rogo-lhe, porém, que leia meu post "Dançar, verbo intransitivo" (http://www.wunderblogs.com/protensao/archives/005500.html), em que falo sobre a dança especificamente e aprofundo aquele argumento que deixei nos comentários do post do Milton. Volte sempre. É um honra receber amigos do Milton.

Posted by: César Miranda at abril 7, 2004 08:25 PM

Aportei aqui por conta dum comentário teu no Milton. Não resisti a uma espécie de retrucar... sempre há situações e situações, mas já avaliaste que música também se possa ouvir com mais órgãos que os destinados a esta função? minha resposta seria concordante com a possibilidade de sentir música por poros e músculos, o que cria situações em que dançar é não apenas o antônimo de desperdício, mas inevitável, imprescindível. Friso que não estou me referindo ao pop ou gêneros similares produzidos para muito menos que a adoração da música em si.

Posted by: Diana Z. at abril 7, 2004 04:39 PM

Gostei de todas. Principalmente da 2 e da 3. A 3 é a cara do Lula...

Posted by: Maria Alice at abril 7, 2004 02:08 PM
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