(figuras poéticas para quem quiser escrever um poema que a preguiça não me deixou fazer)
- A ausência do óbvio.
- A crença no movimento.
- A dor do perdão.
- A força do fácil.
- Aceno matinal.
- Alegria dissonante.
- Antijogo onipresente.
- As velas acesas no cais.
- Ausência do óbvio.
- Choro da luz.
- Ciranda de poesia.
- Colchão de tropeços.
- Colheita de promessas.
- Coro telúrico.
- Crença no movimento.
- Desatino estreito.
- Desdém existencial.
- Desejo das estradas.
- Elegância escorregadia.
- Eloqüência ilusória.
- Encanto moreno.
- Enganos bordados ao avesso.
- Escândalo do escuro.
- Esperança desidratada;
- Esplendor de lágrimas.
- Falsa amplidão.
- Fé de serpente.
- Força do fácil.
- Formosa desilusão.
- Golpe de olhar.
- Ingrata maré.
- Leito dos versos.
- Mentira cozida.
- Metáforas brancas.
- Metáforas lentas....
- Mistério sereno.
- O choro da luz.
- O desejo das estradas.
- O leito dos versos.
- O sabor da cantiga.
- Os rumos do adverso.
- Os tecidos da alma.
- Passarela de conversa.
- Pesadelo necessário.
- Pespontados de ira.
- Projeto de ilusão.
- Promiscuidade de plenitude.
- Receita de pranto.
- Rumos do adverso.
- Sabor da cantiga.
- Saudade barulhenta.
- Sofrimento celestial.
- Suborno ao destino.
- Timidez audaciosa.
- Um suborno ao destino.
- Velas acesas no cais.
César, ficou óbvio e fácil demais.
Um abraço.