Quando fazem críticas aos EUA, geralmente o fazem tendo em mente o Estado americano. Só que tais críticas acabam como a piada de português (que originalmente era contada pelos próprios portugueses como sendo “piadas dos alentejanos”, quando passada adiante, virava “piada do português”). Qualquer merda que o Bush Jr fizer será automaticamente atribuída a todo e qualquer americano. É assim, de ignorância como esta, que nasce a intolerância. Bastaria se entender uma coisa: O ESTADO NÃO É O POVO. O Estado representa apenas a elite de uma multidão de pessoas desprezíveis. Um povo como o americano que nos deu Mortimer Adler, Jennifer Connelly, Thomas Edison, “Cantando na Chuva” e a Internet, de repente, tornou-se o pior da face da terra por causa de ações do seu Governo... É muito injusto isto.
Posted by César Miranda at março 25, 2004 08:27 PMEdison era americano ou ateu?
Posted by: Leonidas at setembro 29, 2004 08:08 AM"O Estado representa apenas a elite de uma multidão de pessoas desprezíveis. Um povo como o americano que nos deu Mortimer Adler, Jennifer Connelly, Thomas Edison, “Cantando na Chuva” e a Internet, de repente, tornou-se o pior da face da terra por causa de ações do seu Governo... É muito injusto isto."-César Miranda
Governo eleito pelo povo .Se em um país tão grande e especial não acharam nada melhor que o Bush , problema deles . Ele já tiveram entre seus expoentes políticos :George Washington, Benjamin Franklin , Thomas Jefferson , Thomas Paine ,Roosevelt (Franklin Delano), Truman , Reagan, William Jennings Bryan e Samuel Adams . E muitos e muitos outros nomes poderiam ser citados . Se eles baixaram o padrão político , poroblema deles .
Ave César,
Eis uma coisa a ser entendida e que precisa ser repetida demais.
Os Estados Unidos são um forte e generoso país, com riquezas que podem ser ampliadas, dependendo do gosto do freguês: incluo Paul Auster, W.Allen, Thomas Sowell, Wes Montgomery, a NASA, L.Armstrong, Neville Brothers, etc. etc.
Um exemplo da necessidade de repetição para desfazer equívocos:
Um dia desses, tive que polida mas firmemente, contestar uma mensagem "spam", que professores públicos da universidade local enviaram (ou repassaram) a alunos de 1º e 2º graus, sobre um suposto mapa da Amazônia que estaria sendo "falsificado" em livros didáticos norte-americanos para transmitir a idéia de que aquela área do planeta não seria território brasileiro.
Ora, ora, isso é uma balela enorme e mesmo provando para os remetentes que isso é uma "lenda urbana", não soube de uma errata que tenha sido publicada por aqueles "educadores".
O que fazer?
Abraço fraterno,
BetoQ.