Maria Alice, eis dois livros fundamentais (e uma canção) sobre esta parábola e sobre este quadro. O Primeiro livro chama-se “As parábolas de Lucas” de Kenneth Bailey mas já foi publicado com o lindo título de "A Poesia e o Camponês". Editora Vida Nova, o link é http://www.vidanova.com.br/. O segundo livro é uma pequena obra-prima cujo título é justamente "A Volta do filho pródigo", de Henri J. M. Nouwen, Editora: Paulinas. Eis o que diz no site aobre o livro “Através da observação de um pôster com detalhes do quadro A volta do Filho Pródigo, de Rembrandt, o autor inicia uma caminhada espiritual na qual analisa os personagens dessa famosa parábola bíblica à luz de sua experiência pessoal.”. Imprescindível. O link é
http://www.paulinas.org.br/scripts/produtoDetalhe.asp?produtoId=090115
A canção chama-se “Balada do Filho Pródigo” de um cantador chamado Elomar. Aproveite e adquira tudo de Elomar que encontrar, não há nada igual e é maravilhoso. Eis o link do disco http://www.kuarup.com.br/sitekuarup/mostra.asp?id=536
Boa sorte, volte sempre. Obrigado por linkar.
Olá... Passei por aqui depois de ver o link no blog do Pau da Barraca. Mas acho que foi a Providência Divina que me mandou vir aqui... Estou feito louca procurando material sobre essa parábola!! Já fiz alguns apelos no meu blog, mas pouco gente se manifestou. Quero saber detalhes do quadro e seus significados, como as mãos do pai, os pés do filho... E da própria parábola (O pai vê o filho de longe e blá blá blá...) Se puder me ajudar, ficarei grata. A propósito, vou te linkar no meu blog. Gostei desse seu cantinho. Inteligente e honesto. Abraços. Fique com Deus.
Posted by: Maria Alice at março 25, 2004 06:02 PMAi...
Deus e sua infinita Misericórdia =)
Um espanto!!!! Grande abraço.
Posted by: Milton Ribeiro at março 25, 2004 03:56 PMCaro César Miranda, por favor entre em contato. Assunto: CD nos confins do sertão do Elomar o único que não possuo (nem o Elomar, pelo que sei). Ele andou procurando na Loja Viagens e Versos, do Zé Roberto na Rua 24 de Maio, 62/328 e o Zé também não tinha mais.Vi um concerto do mestre recentemente em Salvador. Um abraço.
Jurandir