Chamou o servo de cervo. O servo lhe chamou de ser vil e nunca mais lhe serviu. Ora, não era cervo, o servo, era somente servil. Ser vil era quem, ao servo, chamou de cervo.
Posted by César Miranda at março 17, 2004 09:14 PM
Não praticaria o ser humilhado
Outros atos servis
Para o malvado
Não mais curvaria a cerviz
O outro cepou-lhe a mão enfim
Mandando o pobre ser avante
Melhor assim:
Viraria Cervantes
Leste o Inagaki? Lá há um post dedicado a um certo César Miranda... O assunto é uma especialidade tua: os palíndromos. Hoje resolvi correr o risco de escrever sobre um assunto bem mais próximo de vocês do que de mim, um longínquo gaúcho. Nem se te convido para ir lá, o risco seria maior. Grande abraço, amigo.
Posted by: Milton Ribeiro at março 18, 2004 01:44 AMSorte que os sérvios não estavam no meio, ou eu cairia pra trás. A serva sérvia servia cerva... ah! [cai pra trás]
Posted by: mozart at março 17, 2004 10:54 PM