- Agi da fadiga.
- Auge: dia pai d'égua.
- A droga da gorda.
- E cito idiotice.
- O gole é logo.
- Só ir a vários.
- Ave, Eva.
- A Naira é ariana.
- A lã.
- A rã.
Zé Carlos, sinto saudade do Chico melodista...
Tem razão, Diogo, já alterei, obrigado pela revisão, problema que padece 99% dos blogs. Parabéns pelo Saccamano, tá excelente e cada vez melhor.
Nero, continue, palíndromo é uma febre que me atingiu há mais de 10 anos, todos que têm aqui são sacados de uma lista que fiz de mais de mil frases. Depois cansa.
Ei César, em "A Nair é ariana." você deve ter suprimido o "a" que formava Naira.
Abraços.
Posted by: Diogo at março 11, 2004 04:44 PMTem aquele palíndromo que o Chico Buarque criou depois de varar uma madrugada pra isso:
"Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta"
Posted by: Zé Carlos at março 11, 2004 02:17 PMCM, grato pela homenagem e pela lembrança. Sim, ó sim, na minha recente infância eu ouvia relatos sobre o tempo da bala nilva. Os olhos dos antigos sempre brilhavam quando se falava nisso. Diziam eles, estalando os dentes dourados e canalizados, que aqueles foram tempos de felicidade...hehehehehe
Besteira minha, foi mal...
Comprovada a diferença das nossas gerações,presto a minha singela homenagem na esperança de jogar uma luz no sempre obscuro mundo dos palíndromos
OIT, ó tio
¡O mínimo ata o mínimo !
À miranda a DNA rima
Nero, fiz um palíndromo em sua homenagem, “O Nero moreno”. Ping-pong realmente é uma maravilha, babalu também é ótimo mas minha infância foi bala Nilva.
Posted by: César Miranda at março 11, 2004 09:19 AMOk, ok...
Mas você não está pronto a admitir que, no mínimo, sua infância foi "babalu"(como é que se escreve mesmo?) demais?
Tenho a impressão que a classe letrada que visita esse blog não teve infância. A julgar pelo tanto de livro que já leram, devo estar certo. Fiquem vocês com a sabedoria pueril dos clássicos, que eu fico com a suprema verdade revelada nas figurinhas dos Ping-Pongs.
Socorram-me subi no ônibus em Marrocos.
Posted by: nero at março 10, 2004 02:57 AM