Case-se com uma mulher mais feminina do que você ou com um homem mais masculino do que você.
Recebi uma mensagem dizendo que devemos ser como a água que contorna todos os obstáculos, etc. Esta idéia é pura New Age, pois uma das manias da nova era é dar características humanas às coisas inanimadas. Como se a água fosse gente. Assim como a água não é gente, o sol também não é. Os átomos também não são. Os planetas giram em torno do sol porque Deus determinou que assim seja, não tem nada daquela balela newtoniana de que matéria atrai matéria, etc. Água não contorna nada, apenas segue o projeto que o criador traçou para ela. O sol também não atrai ninguém. Certa vez, conforme a Bíblia, Deus o fez parar até que uma batalha terminasse. Agora me vem esses débeis mentais que chamam o planeta terra de “nossa mãe” e tiram de Deus a autoridade sobre as coisas. Toda lei científica deveria ser seguida de um adendo, assim “... até que alguém prove que estou errado ou que Deus decida o contrário”. A propósito, se há algum grau de parentesco, somos “irmãos” da terra, irmãos de tudo o que existe no universo, inclusive do próprio universo.
Nenhum homem é uma ilha
Nenhuma ilha é um homem
Cuba não é um homem
Nenhum homem é cuba
Ninguém é a Gronelândia
Nenhum a Grã-Bretanha
Java também ninguém
Islândia então, nem pensar
Muito menos a Tasmânia
Sri Lanka também não
Nem a ilha de Marajó
Taiwan não é ninguém
Sicília não é tampouco
Sardenha, Jamaica, Chipre
Porto Rico, Córsega, Creta
Maiorca, Madeira, Santa Maria
Tudo ilha, ninguém gente.
Ninguém monta um negócio só por patriotismo. Só se é empreendedor porque, com isto, haverá a possibilidade de ganhar dinheiro. O ambiente deve estar de modo que os empreendedores não tenham a mínima dúvida de que o melhor negócio é mesmo montar um negócio. Sem essa segurança, as chances de novos empregos são pequenas. Como se sabe, só existe emprego se existir patrão. No Brasil, o cenário está perfeito para amedrontar empreendedores. Escrevam aí o qualificativo perfeito do governo ideal: “Paparicador de empreendedor”.
O diabo castigou uma turma de condenados que foram pegos em um bar do inferno enchendo a cara. Mandou-os para a solitária.
Um deles reclama:
- Mas que diabo, nem no inferno se pode pecar?! Desse jeito isto aqui vai acabar virando um convento e virando um convento corremos o risco de irmos todos pro céu e lá é que eu não vou poder tomar minhas cachaças mesmo, meu Deus, que inferno!
O cristianismo crê na salvação através da misericórdia divina, isto é, da graça de Deus. Qualquer outra religião pode ser chamada de “religião sem graça” e tais religiões quando se unirem poderiam formar o MSG, o “Movimento dos Sem Graça.”
Um dia desses vi na tv a notícia do casamento de um senhor de 97 anos com uma senhora de 93. Não dou muito tempo para essa união!
O advento de Cristo era algo absolutamente necessário, previsível até. Um Deus teria mesmo que se tornar homem para que o homem aprendesse como age um Deus.
Quando descobrimos que estamos equivocados quase nunca cogitamos que pode tratar-se de um novo equivoco.
Para combater a sonegação, sugiro que o Governo crie o Vale-Imposto.
Se levarem mesmo adiante essa de ensinar o ateísmo nas escolas (veja aqui), não dou nem cinco anos para o ateísmo. Foi estudando o ateísmo que hoje sou cristão.
Putz! Não sei por que estou surpreso, a Campanha da Fraternidade de 2004 é uma tese ecologista, “Fraternidade e Água”, o lema é “Água, fonte da vida”. A Igreja Católica abraça abertamente uma tese ecologista, ça veut dire, pagã. Vem aí, não duvido, campanhas da fraternidade do tipo, “Fraternidade e Mico Leão Dourado”, “Fraternidade e Arara Azul”, e mais tarde, “Fraternidade e Aedes Aegypti”. “Água, fonte da vida” é uma frase apropriada a Fritjof Capra, um bispo deveria dizer “Deus, fonte da vida”. A preocupação da Igreja com os pecadores, qual a água, entrou pelo cano. Só alguém que lucra com esse tipo de notícia alardeia que a água vai acabar. Vai acabar onde jamais teve como no sertão nordestino e no Saara, em Belém do Pará, duvido. Além disto, há órgãos estatais para cuidar do assunto, a Igreja certamente está satisfeita com a santidade do povo brasileiro. Mesmo que fôssemos um país de santos (e não somos, somos um bando de contraventores, isto sim). Cadê campanhas que chame as pessoas à santidade? Que tal “Fraternidade e Fidelidade”, “Fraternidade e Perdão”?! A Igreja não deve cuidar de questões de responsabilidade secular, sob o risco de confundi a cabeça dos políticos que, idiotas que são, em breve sentir-se-ão no direito de legislar sobre o credo.
ps - hoje é dia de ler isto aqui.
O carnaval é a Renovação Carismática do samba.
A Renovação Carismática é o carnaval da Igreja.
Um dia desses na biblioteca me vi com quatro livros abertos, que eu lia ao mesmo tempo. Essa possibilidade de multitarefa do computador e as várias janelas abertas na Internet nos deixam mal acostumados ou pirados mesmo. Não queremos nada menos do que o hipertexto. Quero ver como a próxima geração se comportará em uma sala de estudo.
Que interessa então? Interessa sermos iguais? Pois nós somos iguais! Somos todos criaturas de Deus. Eis nossa igualdade mais verdadeira e mais indelével. O homem um dia em algum momento no meio do milênio passado na Europa, não me pergunte o porquê, esqueceu-se de onde veio e hoje clama por uma igualdade impossível. Quer uma igualdade baseada nas coisas transitórias da vida. Uma igualdade baseada em diferenças (rico brasileiro não é o mesmo que rico americano, a única coisa igual nesta vida é a miséria humana). Quando vejo gente clamando por igualdade, dá vontade de gritar, “nós já somos iguais, bando de idiotas”. Somos igualmente criaturas de Deus, e é por isto que somos diferentes.
ps – agradeço ao R.... que me soprou o tema. Espero ter desenvolvido ainda que palidamente sua idéia maravilhosa.
O Mozart diz (aqui) que verão é coisa de pobre. Não se pode imaginar coisa mais de pobre do que o carnaval, espécie de logomarca da estação. O problema é que um abadá custa caro e o pobre deixa de estudar, corta a tv a cabo, o cinema e a internet banda larga para pagar o tal trapo em 12 vezes sem juros, contrariando a máxima milloriana que diz que ser pobre é mais barato. É nada. Até ser pobre hoje em dia custa uma nota.
Coluna do FDR na página da Geração Editorial, uma das mais jovens editoras do país. Mais precisamente aqui. Imperdível!
Canta o folião com auto-estima baixa (ou com a baixa-estima alta, como queiram ):
“Mamãe eu quero
Me amar
Mamãe eu quero
Me amar
Mamãe eu quero me amar
Dá a chupeta
Dá a chupeta
Dá a chupeta pro neném não chorar
Mãmãmãmãmã mãe eu quero...”
ps – volto depois do carnaval...
É bom que se diga que essa série de posts chamada “desigualdades” não é um libelo capitalista, o cerne é outro. Acredito que deve, quem pode e quer, ser o mais rico possível justamente para ter dinheiro para dar para quem passa fome. Mais importante do que a ação é o quê que anima tal ação. Alguém que dá seus bens aos pobres porque os vê como seus irmãos em Cristo, não terá, em tese, ganhado seu dinheiro por meios imorais. Colocada a questão nesses termos, podemos dizer que o cristão que poderia ser rico e se recusa por motivos cristãos está em pecado pois sua suposta riqueza poderia alimentar muitos necessitados. Há muitos santos (e santas) que foram pessoas muito ricas e usaram sua riqueza para o bem.
O tanto que tá chovendo
Tem me dado a impressão
Que São Pedro tá fazendo
No céu, uma liquidação.
- Doutor, me passe um remédio aí, vai...
- Qual sua doença, amigo?
- Hipocondria...
- O remédio para hipocondria é parar de tomar remédio...
- Ah, não, eu só sou parar com minha hipocondria quando inventarem um remédio para ela.
- Você pode também fazer um tratamento com hipnose, repita para si mesmo “eu não estou doente, eu não estou doente”
- Mas Doutor, eu estou doente, eu vivo doente, negar isto seria hipocrisia, e eu defendo uma hipocondria sem hipocrisia.
- Talvez a hipocrisia seja justamente a cura para a hipocondria. Já pensou nisto? Você já viu algum hipocondríaco hipócrita?
- Pensando bem, não. Doutor, o senhor é um gênio! Tentarei algumas doses diárias de hipocrisia contra minha hipocondria. Receita, aí, vai, algumas pílulas de hipocrisia...
Para não ver Tom Cruz (sic) fazendo loas ao comportamento equivocado de um sujeito que pensa ter honra quando é apenas cabeça dura. E a meninada sai do filme pensando que teimosia é honra...
“(...)fome zero só existe onde o socialismo é zero”
Nivaldo Cordeiro
Não dá para falar de “injustiça social” e em seguida começar a comparar socialismo com capitalismo, não cabe absolutamente aqui essa comparação. Não é com socialismos que se corrige os desvios no capitalismo. Corrigem-se falhas com acertos, se a injustiça é fruto de um desvio moral dos homens, devemos chamá-los à correição moral (e isto só tem alguma validade com liberdade, é importante assinalar). Por falar nisto, comparar socialismo com capitalismo não cabe em lugar nenhum, é como comparar burrice com inteligência, incompetência com eficiência, Cuba com os EUA, Benedita da Silva com Camila Pitanga...
- Enormes cartazes com fotos de poços de petróleo, chamados pelo povo de Pôster de Gasolina;
- Um Zepelin surgiu em março e foi apelidado de Ovni de Páscoa;
- Um bom nome para um bordel: “Corpo Descartável”;
A catarata que tinha no paraíso
A carambola que me trouxe o jardineiro
A saracura que tirou o meu sorriso
E a cabrocha que namorei em fevereiro
A arara que eu vi em Araraquara
A pororoca que eu vi na Guanabara
O paralítico que tropeçou no prego
E o Gregório que tá aprendendo grego
O Tafarel, o Careca e o Romário
E os três zeros que tiraram do salário
O dromedário que mataram à traição
O tigre triste que tragou a atriz
O tarado grosso que queria a meretriz
Só atrapalham minha comunicação
Obs – a ser lido com o “R” gutural, como o cara da propaganda de cerveja (“E aí, mulhegada! cagamba, não tô mais falando egado”).
Link relacional – SONETO DA DICÇÃO 2
Se você é um torneiro mecânico em São Paulo, deve agradecer a Deus se tiver um emprego e se além disto tiver três filhos, deve agradecer a Deus se não houver fome em seu lar. Se você é um vendedor do software do momento é provável que ganhará mais dinheiro do que poderá gastar. O sonho socialista é, através do Estado, pegar o dinheiro que sobra e dar para quem lhe falta. Mas isto jamais deu certo onde foi tentado, então, o que deveríamos fazer com o que nos sobra? Só uma deficiência moral pode explicar o acúmulo do dinheiro pelo dinheiro ignorando a miséria a sua volta. Tal desvio não pode ser atribuído ao capitalismo (que não é um sistema doutrinário como o socialismo o é) e sim a cada um que vestir a carapuça. O capitalismo não é culpado pelo software ser mais valorizado do que o trabalho do torneiro. Ninguém é culpado, apenas vivemos em um momento da história que pode muito bem ser pouco tempo antes da falência de todos os fabricantes de software em face do aparecimento de algo melhor. Nunca se sabe. Graças a Deus.
Dizem os idealistas da paixão que não se pode amar duas pessoas ao mesmo tempo. É claro que se pode, pode-se amar duas, três, quatro, cinco pessoas ao mesmo tempo. Por que podemos odiar milhares de pessoas sinceramente e amar não? Hitler odiava sinceramente toda uma espécie de gente, seviciou e matou milhões delas. Por que o amor não pode ter igualmente esse poder? Posso muito bem amar toda uma raça, por exemplo "amo todas as ruivas", ponto. Sinceramente e de todo o meu coração. Será o amor mais fraco que o ódio? Só um homem pode amar e odiar dessa maneira. Será que as mulheres não entendem isto?!
O inferno são os outros
O inferno somos nós
O céu são os outros
O céu somos nós
Os outros são os outros
Os outros somos nós
Nós somos os outros
Os outros somos nós
O inferno é o inferno nosso
O céu é o céu dos outros
O inferno é o céu dos outros
O céu é o inferno nosso
Jean-Paul Sartre são os outros
Jean-Paul Sartre somos nós
Simone de Beauvoir são os outros
O inferno é Jean-Paul Sartre
Nosso Senhor não fez nenhum átomo no universo igual ao outro. Há as orquídeas e o capim colonhão. Nós seres humanos somos um tipo diferente de ser, aquele que pode ascender, passar de um nível ontológico para outro. Trata-se de um milagre, coisa que só acontece a nós, por mais que os fiéis da igreja de Darwin tentem provar o contrário. Como indivíduos somos desiguais, uma dessas desigualdades é a desigualdade financeira, reflexo das compensações do trabalho realizado por alguém a outrem, de acordo com a raridade e valor que cada um dá ao serviço ou mercadoria adquiridos. A “injustiça social” (querem dizer econômica quando dizem “social”) é, pois, natural como qualquer outra desigualdade. “Pobre sempre os tereis” e “mercado” significa apenas “gosto do público”.
O instinto é o amor dos bichos. O amor é deveria ser nosso único instinto. Porém, nossos instintos são os sentimentos. Amamos como os bichos, ao sabor de nossos instintos. Que nosso amor seja uma decisão, não um instinto. Pois é a decisão que nos diferencia dos bichos.
Cristianismo, o que há?
O que ocorre está errado
Em vez de influenciar...
Está sendo influenciado!
*Dedicado ao amigo RMF.

Eu já pedi o meu. Não perca o novo livro de Alexandre Soares Silva!
quaresmeira . [De quaresma1 + -eira.] S. f. Bras. Bot. 1. V. flor-da-quaresma.
2.morrer e ir para o céu - ir para quaresmeiras roxas: “Um dia iremos todos para quaresmeiras roxas” [Quaresmeiras Roxas é nome de uma cidade fictícia no Paraíso para onde vão os espíritos cheios de charme e bom gosto, no livro Vida e Morte Celestina de Alexandre Soares Silva"](César Miranda, http://protensao.wunderblogs.com/archives/007051.html), dia 12/02/2004.
Eu soube do caso de um jovem no Rio que montou uns micros em um barracão na favela onde mora e começou a dar aula gratuita para os vizinhos. Alguém viu e deu a dica, “rapaz, você pode montar uma ONG com esse negócio aí”, “montar o quê?!”, “pesquise na Internet que você vai ver”. O jovem hoje recebe quinhentos mil dólares por ano para tocar o projeto. Partindo do final da história, isto é, dos quinhentos mil, você aí que me lê começa a imaginar coisas, “tenho que montar uma ONG, esse negócio dá dinheiro”. E dá mesmo e não se esqueça de me mandar 10% por cento pela idéia genial que você tirou daqui. Pois bem, você descobre um assunto qualquer que será a razão de existir de sua ONG, a primeira coisa que deve fazer é tornar-se, ou contratar um, relações públicas, alguém que faça o maior barulho do mundo sobre o tal do assunto (mais tarde você escreverá um livro chamado “o tao do assunto”), você deve dar a maior relevância do mundo ao caso a fim de que o dinheiro surja advindo de seres sensibilizados com o objeto de sua ONG. Pronto, você, sem querer, tornou-se um político, a partir disto, tornar-se-á um demagogo, no afã de chamar a atenção para o objeto de sua ONG a ponto de sacar falsos dados e adorná-los com ares filosóficos e perfumá-los com cores científicas, tudo a fim de que pingue os dólares na conta corrente de sua ONG, fará tudo isto com boas intenções, e pensando sempre também, evidentemente, que é dali que vem o leite de suas crianças. Como você é barulhento a respeito do assunto, caso aconteça algo realmente sério sobre o objeto de sua ONG (que você montou só para ganhar dinheiro, depois de ler este post), a imprensa procurará você para opinar sobre o assunto, você se tornará um “especialista” no assunto (é assim que ocorre com o Greenpeace no caso dos transgênicos, por exemplo). O quê alguém que faz parte do Greenpeace sabe sobre alterações genéticas? No entanto os cientistas, os verdadeiros especialistas, são os menos ouvidos. O povo costuma seguir, por falta de opção, os leigos que gritam mais alto. O mais interessante é o poder que se arvora uma ONG. Elas se dizem, por exemplo, entidades internacionais sem fins lucrativos (sabemos que “sem fins lucrativos” significa “que não pagam impostos”). E qualquer ONG que você abrir é, por deliberação própria (quer coisa mais de político do que isto?!) automaticamente uma “entidade internacional” e quem quiser que vá reclamar ao bispo. Ao bispo tutu, não o Desmond. Tutu aqui é de grana, money, bufunfa, cascai, o objeto principal de quase toda ONG. Eu ainda monto uma. Alguma idéia? Aliás, ajudar as pessoas é bem mais fácil quando recebemos algo em troca, né não?...
Muito bem lembrado pelo André de Oliveira, em breve haverá Lady Cotas para desenhos animados nacionais, reitero meu apelo aos desenhistas brasileiros feito no ps deste post aqui. Será que ninguém quer ficar ricos neste país?! Desenho nacional é algo como gastronomia etíope, informática guatemalteca. Enfim, há muito trabalho pela frente. Vamos trabalhar, gente, senão, pobre dos programas infantis.
É fácil acabar com a gripe do frango, basta pegar os galináceos e dar-lhes vitamina C, cama e uma canjinha de galinha.
101 - Amar o conforto é temer a vida;
102 - No reino dos diferentes todos são iguais;
103 - A opinião é filha da liberdade;
104 - Quem não ama, nada sabe;
105 - Só um totalitário luta para acabar com as desigualdades;
A boda dos dois amantes
Venceu a descrença toda
E fez bodas de diamantes
A fé é a maior riqueza que alguém pode ter, tanto que aqueles que querem ficar ricos com facilidade, o que fazem? Uma fezinha...

Fomos fartamente elogiados na reportagem “Blogosfera pensante” (págs. 84/85) da revista Primeira Leitura de Fevereiro 2004. Agradecemos e retribuímos os elogios. Comprem a revista, está ótima. Obrigado também ao Nelson Ascher.
Músicas - Intérpretes
1 – Abertura: O Direito Sinfônico – Wolfgang Amadeus Mozart Russomano (tema do filme “Prescrição e Decadência do Direito Romano”)
2 - O quê que o tributo tem? – Carmen Pontes de Miranda
3 – Pra não dizei que não falei de multas (autuando) – Geraldo Vandré Lucas
4 – Viva a Justiça Alternativa – Raulpiano Seixas Cortez
5 – Eu vou sujar seu nome no CPC – Zeca Pacotinho Fiscal
6 – O Bêbado e a Jurista – Elis Lopes Meireles
7 – Burle Marx e o Fisco (Direito Tributário Ambiental) – Plácido e Silva Domingo
8 – Entre Tapas e Beijos (lesão corporal) – Multando e Autuado
9 – A Zélia que era mulher de Verdade – Verônica Sabino
10 – A Montanha – Washington de Barro
11 – Queixa – Caetano Reis Veloso
12 – O Patrão (eu cheguei em frente ao patrão) – Paralamas da Sucessão
13 – Juros de Mora na Filosofia – Grupo Capital Terminal
Músicos:
Violão: Miguel Reale; Cavaquinho: Miguel Reale Jr.; Baixo: Prof. Licínio; Orgão: Passarinho; Piano: Passarinho; Lira: Roberto Lyra; Percussão: Saulo Cacique de Ramos: Gaita: Felicíssimo José de Sena Quina e Raspadinha; Coro: Edésio, Luciana Zani, João Rodrigues, Ariete e Sandra;
Berrante na música “Lesão Corporal” “José Bezerra e Tourinho;
A canção “O Bêbado e a Jurista” teve sua gravação prejudicada após uma ação ordinária de um dos músicos que depois de uma repreensão porque desafinara, apelou, esquecendo-se que a apelação só cabe após a sentença. Tal procedimento ordinário custou-lhe o vínculo empregatício.
Agradecimentos: Àqueles sujeitos especiais do processo de feitura do disco (Art. 81 do CPC), a intervenção de terceiros opinando a respeito (Art. 47, parágrafo único do CPC); À assistência (Art. 50 do CPC) e à Oposição (Art. 56 do CPC). Todos de muita competência que nos ajudaram em razão do valor e da causa (Art. 91 do CPC) e em razão da matéria (Art. 92).
*este post é muito hermético, é preciso ter feito Direito na UFG (88-92) para entendê-lo totalmente. Ofereço-o a todos os meus colegas de curso.