Eu sou um santo guerreiro
Nasci pra paz e pro horror
Amo o inimigo que mato
Tenho ódio e muito amor
Nada odeio tudo amo
Nada amo tudo odeio
Não tenho a virtude do meio
Odeio e amo sem freio
Qual Maomé e Santa Joana
Imponho a palavra/Empunho a espada
Empunho a palavra/Imponho a espada
Guerrearei por muito amar
Serei canonizado por ser ruim
Matarei quem não me entende
Nada quero para mim
Multidões me seguirão
Fingindo que me admiram
Enquanto tremem de medo
Fingindo que se amedrontam
Enquanto me admiram
Com minha alma partida
Assim é que serei eterno
Guerreiro na eterna vida
E como santo, no inferno.
*poeminha de quando eu não entendia muita coisa.
Posted by César Miranda at outubro 24, 2003 07:08 AM