É ASSIM*
É uma oração
Rezada pelos infiéis
É um furacão
Que varre a proa e o convés
É uma confusão
É uma troca de papéis
Uma situação
Não sei se é sorte ou se é revés
É uma decisão
De não remar contra as marés
É uma explosão
Mil megatons mil decibéis
É rebelião
De pelotões pelos quartéis
Veneno do cão
Vindo das cobras cascavéis
Reconciliação
Do faraó com o Moisés
Como um cantochão
Com piano, harpa e oboés
É uma maldição
Que dá no nobre e nas ralés
Como uma canção
Cantada por mil menestréis
Como um peão
Dando lição aos bacharéis
Como um campeão
Que perde os dedos e os anéis
Fogo de paixão
Queimando da cabeça aos pés
Vinho de ilusão
Jorrando farto dos tonéis
Como um cidadão
Pondo em prisão os coronéis
Colcha de algodão
Pondo a girar os carretéis
Abelha e zangão
Fazendo sais em vez de méis
É divulgação
Pela cidade nos painéis
Laranja e mamão
Caldo de cana com pastéis
É a inspiração
Dos cantadores de cordéis
Dança de salão
Qualquer canção dos cabarés
Frágil armação
Lótus, a flor dos meus vergéis:
É a nossa união,
Assim eu sou assim tu és
*este meu poema foi musicado pelo cantor e compositor mineiro, radicado em Brasília, Ânderson Nazareth e gravado em seu (ótimo) CD Conteúdo Violado.
O Estado toma de quem produz e dá para quem não precisa. Quem nada tem, geralmente culpa quem produz. Enquanto isto, quem não precisa usa o que foi tomado para comprar votos de quem nada tem exceto a obrigação de votar. É simples.
*inspirado em ótimo texto do Cláudio Avólio, aqui.
Gravei quando passou como especial de TV há muito tempo. Vejo sempre que estou triste. Fica melhor a cada dia que assisto. É o meu Casablanca. Sei o texto todo de cor e rio cada vez mais. Minha fita está desgastada, peço a Deus que quando o filme sair em DVD, saia junto o especial da TV. Vi o filme e é quase a mesma coisa (enquanto passava eu repetia algumas falas junto com os atores da tela) do especial da TV com alguma mudança que me desagradou como a excessiva metalinguagem e outra que me agradou como a trilha sonora muito boa. E a Débora Falabella, ai a Débora Falabella...
No Sub Rosa tem um thebestof deste Blog Pró Tensão.
Maravilhoso!
Vi em uma revista semanal que os antigos episódios de Get Smart estão de volta à TV.
Como não tenho TV a cabo, imploro para quem tenha e possa, encher uma fita de 160 minutos e mandar para mim...
Como fizera com Jó outrora (e como faz de vez em quando com seus eleitos, inclusive com seu próprio filho unigênito), Deus mandou um pesado fardo para um de seus amados servos. Estando o tal servo quase na miséria, veio uma bondosa alma e lhe deu guarida, Deus então, aumentou ainda mais o peso do fardo e vieram mais bondosas almas ao socorro do servo e tornaram leve o pesado fardo que Deus, na sua infinita sabedoria, colocara nos ombros do eleito. Depois da quarta tentativa de arruinar a vida do varão, sempre frustrada pela bondade dos que lhe eram próximos, Deus então desistiu: "Malditos benfeitores, quando aqui chegarem se verão comigo, os mandarei todos para o inferno." Bradou o Ser Supremo, confundindo a justiça dos justos e a sabedoria dos sábios.
- "Tenho uma coisa para lhe dizer que você não vai acreditar", disse o mentiroso ao cético.
- "Parece que eu comi um boi", disse a vaca prenha.
- "Isto aqui tá uma merda" - disse o verme feliz
- "Não sei" - disse o ignorante ao curioso
- "Não acredito" - disse o cético ao mentiroso
- "A roupa ou a vida" - disse o assaltante tarado
- "Se não doer, avise" - disse o dentista sádico ao cliente masoquista
Mar, mar, vasto mar,
O que será que seria
Se me chamasse Elomar?
A mãe do menino chega na escola para preencher a ficha:
A secretária pergunta: "Profissão do pai?"
O menino: "meu pai é traficante..."
A mãe: "cala a boca menino, ou eu corto tua orelha, peste..."
O menino: "corta que eu conto pro meu pai e ele manda matar o tio Zeca, teu irmão"
A mãe: "se ele matar meu irmão, eu embrulho a mãe dele num colchão e taco fogo..."
A secretária da escola: "Faz o seguinte, vou colocar aqui 'empresário', tá?" e murmura, "que saco é o quinto filho de traficante hoje..."
A mãe: "Tá! 'Empresário' tá bom..."
Secretária: "Faixa salarial mensal"
O menino: "meu pai tá preso mas ganha mais de 300 mil por mês..."
Mãe: "Cala a boca, desgraçado, senão eu te capo"
O menino: "me capa que meu pai explode o barraco do vovô..."
Secretária: "ai meu Deus, vai começar tudo de novo"
ps - uma das coisas mais terríveis que já vi na vida foi, em um documentário, uma criança de um morro do Rio a serviço dos traficantes, com uma arma, falar do prazer que sentia em assaltar e matar. Deus poderia interferir pessoalmente nisto, não vejo outra solução.
Os ateus da igreja de Daniel Piza auto-intitulam-se "brights" ("brilhantes"), termo utilizado usando-se o mesmo critério daqueles que se intitulam "gays" ("alegres"). Interessantíssimo usar um termo positivo para designar algo negativo. Assim ficam todos bem. As portas dos hospícios deverão se abrir em breve para receber Daniel e seus doze apóstolos. Insisto na história do hospício porque lá todos se acham brilhantes. Um acha que é Napoleão, outro que é Elvis Presley, alguns acham que são o próprio Ente infinito, eterno, sobrenatural e existente por si só; causa necessária e fim último de tudo que existe, i.e., esse ser aí que os brilhantes negam. Os tais intelectuais acham linda a arrogância de se acharem "brilhantes" só por serem ateus. Dá para concluir um monte de coisas sobre ateus que se dizem "brilhantes". Ora, brilhante é o sol, fonte de toda luz e um dos símbolos pagãos da divindade. Então, concluem, "Deus não existe, nós somos deuses, sabemos o que estamos dizendo". Acho que deveria parar por aqui, não é aconselhável criticar as convicções de lunáticos que se dizem solares.
Igualmente a São Francisco, eu adoro os animais. Um leitão à pururuca, um frango à cabidela, um peixe assado, um bife bem passado com alho são exemplos de eventos que me fazem agradecer ao criador minha existência. Como são bons os animais! Uma delícia mesmo. Agora, não venha um cachorro latir no meu pé-de-ouvido, que eu viro uma fera, não venha um gato miar no meio da noite ou cagar fedido perto de mim, que eu apelo. Como diria o outro, troque seu cachorro por uma criança pobre, é mais barato. A vantagem para o cachorro é que, se bem treinado, quando você manda um cachorro ficar quieto, ele fica, já um menino...
Vi um livro chamado "AIDS e exclusão social". Excelente idéia. Vou escrever uma trilogia: "Mau hálito e exclusão social", "Flatulência e exclusão social" e "Criação de Pitbul e exclusão social".
Acho que deu certo com o Professor Nivaldo, que não escreveu mais sobre cinema.
Reitero então a intenção de que Daniel Piza quebre seu aparelho de som.
Diálogo entre um Cacique de uma tribo e um Cacique de uma ONG:
ONG: Temos que preservar a cultura de sua tribo.
ÍNDIO: Precisamos preservar é o caminhão que compramos e vive dando prego...
ONG: Temos que documentar seu idioma antigo.
ÍNDIO: Precisamos é de um professor de inglês, as crianças da aldeia estão totalmente out...
ONG: O senhor precisa vir à Paris para uma entrevista, poderemos arrecadar mais com sua presença aqui...
ÍNDIO: Só se o senhor me levar ao Louvre et alentours.
ONG: D'accord.
Em Paris, na coletiva de imprensa.
JORNALISTA: "Cacique, qual é seu maior sonho?"
ÍNDIO: "O mesmo seu, comer a Laetitia Casta."
Sem temer seu desafio
O remo vai misturando
Peixes na água do rio.
- Pergunta a Meus Tamancos (Lupicínio Rodrigues);
- Jabá Sintético (Adoniran Barbosa);
- Canção do Lobisomem (Guinga e Aldir Blanc);
- Por Causa Desta Cabocla (Ary Barroso);
- Num Samba Curto (Paulinho da Viola);
- O Mau Lavrador (Élton Medeiros e Délcio Carvalho);
- Faviela (Elomar Figueira Mello);
*procure conhecer...
"De acordo com o IBGE, o Brasil tem 24 milhões de gays."
Beth Balboni, publicitária que prepara o Planeta G, programa de televisão voltado ao público gay, e não revela em qual pesquisa do instituto se baseia.
Comentário meu: evidentemente se baseou nos números do Jogo do Bicho. Vejam bem, se há 24 milhões de viados, se conclui daí, com certeza, que no Brasil tem 1 milhão de avestruzes, 2 milhões de águias, 3 milhões de burros (difícil de acreditar), 4 milhões de borboletas, 5 milhões de cachorros, 6 milhões de cabras, etc...
O Daniel Piza, nas últimas duas suas colunas (esta e esta outra) semanais no Estadão, declara-se diácono do ateismo. E já arrebanhou alguns fiéis. Se bem sucedido em sua empreitada, terão em breve que reabrir os hospícios nacionais, pois vai sobrar Nietzsche por aí, sugiro aos empreendedores montar fábrica de camisa-de-força. "Precisamos de religião para sermos decentes e tolerantes?" Pergunta o brilhante jornalista. Respondo eu, para ser decentes e tolerantes depende do freguês. Quanto ao restante da humanidade, afirmo, como pessoa que já passou por quase todas as possibilidades espirituais, precisamos da religião para, por exemplo, sermos mais livres (um exemplo dessa liberdade, um cristão pode muito bem duvidar e continuar teísta, já um ateu está condenado à dúvida). Deveriam ler o primeiro capítulo de Ortodoxia de Chesterton. Basta o primeiro capítulo.
Naturalmente, voltarei ao assunto, é irresistível.
Ontem, ao corrigir um erro ortográfico, dei uma geral em posts antigos, alguns que o Blogger nem me deixam mais editar e encontrei tantos erros que fiquei envergonhado. Palavras repetidas, erros gramaticais, ortográficos, o escambau. Dêem uma olhada em posts antigos e divirtam-se.
Uma vez que blogs não têm revisor, quero que aqueles que gostam de mim me corrijam, os erros gramaticais e falsos palíndromos, por favor.
Sentou-se na laje de minha sepultura e cantou um rock que eu odiava.
Nunca me amou!
Nos comentário do blog do misterioso Ruy Goiaba, discutíamos os apelidos racistas da antiga MPB. Noite Ilustrada, Bola Sete, Jamelão, Blecaute (que hoje chamar-se-ia "Apagão"). Pois bem, a MPB tem não só apenas um capítulo na história das lutas afro-brasileiras como também deve ter um destaque na história de nosso futebol. Vejamos, nosso futebol tem o Odivan, que vem a ser um grande sucesso (O Divã) de Roberto Carlos. Roberto Carlos é outro grande jogador de futebol, além de ser o rei da juventude. Há também o Fábio Júnior, que já que não canta grande coisa, hoje bate um bolão no Cruzeiro. César Sampaio também de cantor brega nos anos 70 para meio-de-campo décadas depois. Talvez se grandes cantores como Milton Nascimento, Djavan e Xangai vestissem a camisa de nossa Seleção, teríamos uma história de muito mais glórias futebolísticas. Não só isto, não O Divã mas grandes músicas com “Aquarela do Brasil”, “Garota de Ipanema” e “Sabiá” no nosso meio de campo e seríamos realmente imbatíveis. Falcão, por exemplo, deveria continuar jogando futebol, porém, após uma bem sucedida versão de "Eu não sou cachorro não" de Waldick Soriano, resolveu dedicar-se à MPB uma vez que, o futebol brega não estava em alta. Sócrates gravou um disco certa vez, mas isto é assunto para post sobre futebol e filosofia, excelente quadro já desenvolvido perfeitamente pelo Monty Phyton. O Raí parece refrão daquela música da Carmen Miranda, "Raí, eu fiz tudo pra você gostar de mim...". Eu, hein! O rei Pelé, que fez e faz de vez em quando seus passeios nos campos das canções, está para a MPB assim como o Agnaldo Timóteo (ele, sempre ele) está para o futebol. Perfeito nesses dois campos só o Chico Buarque cujo grande defeito é querer ser literato.
FHC propõe que o brasileiro funcionário da ONU morto em um atentado terrorista em Bagdad seja indicado para um Prêmio Nobel da Paz Póstumo (sic). Pegando onda na idéia do brilhante humorista, digo, humanista, aproveito aqui para indicar William Shakespeare para um Prêmio Nobel de Literatura Póstumo e Hipócrates de Cós para o Prêmio Nobel de Medicina Póstumo.
- Meu vizinho foi mordido de cobra.
- Meu Deus!! Morreu?!
- Os dois morreram, ele e a cobra, coitada.
Dita-me diariamente,
A boa musa bendita.
E digito, obediente.
Se eu sofresse de soluço eu sarava
Se eu soubesse que a seara era assim
Se fosse preso seria solto isso passava
Quase só penso nessa coisa tão ruim
Vejo os moços e moças saçaricando
Soltos e sóbrios se amassando sem cessar
E eu sem sentir sequer um sorriso passando
Sou sem ação não me peçam pra falar
Os felizardos que tem preso o intestino
Não sofrem assim como sofro de menino
São dissabores mas sobra alguma defesa
É coisa de açodado saduceu e assassino
Esse cenário soez servido pelo destino
Esse azar sobressaído de se ter a língua presa.
* Pronunciar os sons de "s", "z", "c" e "ç" de forma bem sibilante, com a língua presa, como as falas de Lula, Palocci, Vicentinho, Romário, Cazuza...
* Este é o segundo soneto de uma trilogia chamada "Soneto da Dicção"
Na época do lançamento, eu disse que nada falaria sobre o assunto. Agora, quase cem anos depois, alguém já disse por mim, veja aqui.
Diz a doutora:
- Abre mais a boca, vou tirar um tártaro que tem aqui no seu dente.
E a criança esclarece:
- Não é tártaro não, é maionese!
Que tal criar o "passageiro-motorista"? Agora que nos ônibus não há mais cobradores (pelo menos não havia no último em que andei em Goiânia), poderiam acabar com o posto de motorista também. O passageiro-motorista teria um código de barras na carteira de habilitação que destravaria o volante, ele dirigiria o ônibus até o ponto para aonde fosse para e passaria o volante para outro passageiro-motorista. Os detalhes poderão ser implementados por algum administrador-humorista melhor do que eu.
ps - Quando a tecnologia acaba com emprego de cortadores de cana e cobradores de ônibus todo mundo acha natural e se fala no progresso, etc, etc. Quando, porém, ameaça os ricos e poderosos como o caso da tecnologia mp3, por exemplo, a grita é geral, contratam advogados, clamam por direitos etc.. Os males do progresso, e benefícios todos sofrem, os cobradores de ônibus e os donos da Sony.
* não esqueçam, quero apenas 10% pelo lucro (para as empresas, claro) que esta brilhante idéia trará.
- A da terra arretada;
- A data atada;
- A data datada;
- A dedução do açude dá;
- A derrota na torre dá;
- A desata, Vargas, a gravata se dá;
- A diadema, me dá, Ida;
- A dialética, a cite lá, Ida;
- A dica ácida;
- A diva parece de cera, pávida;
- A dor adora, a roda roda;
Todo humorista é meio triste, a diferença para os outros deprimidos é que o humorista acha isto muito engraçado. Quando alguém acha o tédio algo profundo, torna-se filósofo; quando acha algo trágico, torna-se jornalista.
A freira no terceiro dia de jejum, não teve dúvidas, assaltou o depósito de hóstias.
Descobri por que não gosto da noite, é por que é uma criança e eu odeio crianças.
Cinco da manhã, meu sobrinho me acorda chorando. Tinha fome. Requentei a papa de amido. Comeu e cessou o choro. Aquela papa é infalível. É a tal infalibilidade papal.
O capitalismo causa a devastação do meio-ambiente
em compensação...
Os ecologistas também são frutos do sistema capitalista.
Explicar a cultura tomando apenas o padrão de um de seus componentes como base é ir a lugar nenhum, embora exista algumas criaturas que encontramos e temos a impressão de que é mais bela do que TODA a natureza.
Sou contra o uso de armas por alguém como eu, por exemplo, que não sei atirar. Mas quero que os ladrões pensem que ando armado e que atiro muito bem. Essa dúvida talvez os impeça de passar lá em casa. Proibir, por lei, o uso de armas é escancarar nossas casas àqueles que têm armas e más intenções.
Mesma coisa é uma lei que impede a reprovação para as crianças do ensino fundamental. Vá lá, poderíamos até nem reprová-los, mas deixem que pensem que correm esse risco, senão ninguém vai querer estudar.
Deixem também que os bandidos pensem que andamos todos armados até os dentes.
Mas fazer considerações comos estas é exigir demais de nossos legisladores que são tão astutos...
Não custa repetir, a astúcia é a inteligência das bestas.
A vida de um humorista neste país é uma tortura. Ontem na fisioterapia vi um folheto com propaganda de uma Linha de Calçados para Diabéticos. Não dá para competir. Todo mundo é humorista neste país. Assim não pode, assim não dá.
NÃO contem comigo para esse negócio de Flash Mob, por favor!
O blecaute americano-canadense se deu por falta de energia.
A polícia captura um bando de assaltantes de bancos, um deles esclarece:
- Peraí, doutor, nós não somos bandidos não, somos integrantes de um movimento social, o MSD.
- MSD?!
- É, somos do Movimento dos Sem Dinheiro, estávamos só tomando posse desse dinheiro improdutivo...
*
A polícia flagra um estupro e o bandido esclarece:
- Peraí, doutor, não sou bandido não, sou integrante de um movimento social, o MSM.
- MSM?!
- É, somos do Movimento dos Sem Mulher, estáva só tomando posse dessa mulher improdutiva...
*
A polícia flagra um sujeito fazendo ligação direta em um carro e o bandido esclarece:
- Peraí, doutor, não sou bandido não, sou integrante de um movimento social, o MSC.
- MSC?!
- É, somos do Movimento dos Sem Carro, estáva só tomando posse desse carro improdutivo...
**
E por aí, vai, é só abrir o Código Penal e fazer variações...
ps - em todos os casos, a polícia teria respondido:
"Ah, bom, então tá explicado, desculpe, cidadão!".
As inscrições são só até o dia 25 de agosto de 2003.
Participem deste concurso.
Disse o campo com os olhos marejados "ela me deixou e foi arar outras almas".
- As baratas morrem de medo das mulheres.
- Deus acredita em muito pouca gente. (mas não é ateu, em Si Ele acredita)
- Os burros entre si chamam de homem algum deles que comete alguma burrada.
- Escrevo quatro posts todos os dias, publico cinco, o que significa que logo logo meu estoque vai acabar.
- O Calango, o Maxixe, a Salsa e o Coco são nomes de rítmos, estou em vias de inventar outros que se chamarão Labigó, Quiabo, Coentro e Manga.
- Não adianta se separar, vai dar um trabalho danado encontrar outra pessoa com os mesmos defeitos.
- Os gregos homossexuais não eram pederastas (consulte um dicionário de psiquiatria e um livro de história grega).
- A bondade, eis o que se pode chamar uma riqueza.
- Todos nós uma vez ou outra, perdemos uma ótima oportunidade de ficar calados.
Tinha uma solidão,
Parecia que fugira
De um samba-canção
Em Brasília há o Espaço Dercy Gonçalves. Trata-se da droga de um espaço com 840 m2 com a merda de uma área útil de 500 m2, tem também o cacete de uma copa e capacidade para 300 babacas. Possui também a porra de uma rampa e a porcaria de um elevador de acesso exclusivo para os VIP, bando de vagabundos. O espaço é indicado para o caralho de reuniões, porcaria de saraus, idiotices de lançamentos artísticos em geral, vocês sabem, essas coisas de viados. Tudo bem de acordo com o linguajar da homenageada.
*
- Só P Macedo d'lora heotreb muhoicéd, Décio, Humberto e Haroldo de Campos.
*a primeira parte está em sânscrito castiço...
A morte de alguém nos trás dores diretamente proporcionais ao amor que sentimos por esse alguém. O amor é o maior dos dons e amar é o mais divino dos sentimentos. Amar é motivo de felicidade. Logo, quando sofremos por amor devemos nos sentir felizes, pois se sofremos é porque amamos. Eis um sofrimento feliz e desejável, pois nada mais triste do que quando a morte de alguém traz alegria aos que lhe são próximos.
A diabinha
E sua veste
De abinha
Sem querer ser repetitivo mas tenho que falar de novo do nosso handebol feminino que conquistou o ouro no Pan com um feito de deixar qualquer torcedor pleno de felicidade. Em cima da Argentina, nossas meninas fizeram 45, repetindo, quarenta e cinco gols, repetindo, em cima da Argentina.
E o melhor, TODOS os gols foram de mão.
Ontem fomos à missa na Paróquia de Nossa Senhora da Esperança na Asa Norte. Não sei se voltaremos lá, não na missa de domingo pela manhã, pelo menos. Fala-se muito que as missas estão se assemelhando demais aos cultos dos pentecostais. Pois lhes digo que acho passou disto e muito, já se assemelha mais com o carnaval baiano, com direito a coreografia com mãozinha para cima, pezinho para trás. Só vendo. Nem respeito aos ritos há mais. Ontem não se cantou os salmos, não se leu uma carta de Paulo muito menos se disse o porquê, a homilia se resumiu a uma pergunta tola algumas crianças, depois se abençoou um casal de noivos (!!!). Muita criança, das mais mal educadas possíveis, com carrinhos e dinossauros de plástico brincando sob olhares de pais passíveis a tudo (os pais de hoje em dia são as criaturas mais irresponsáveis que a história já viu). Na hora do dízimo, minha mulher me pergunta, “não vai dar, não?!”, eu respondi, “Não. Me sinto lesado, minha vontade é ir lá no cesto do dízimo, pegar pelo menos quinze reais e na volta dar uma rasteira naquele menininho com o dinossauro!".
PROVAÇÃO
"O artista deve ter, além do estritamente necessário para sobreviver, apenas as ferramentas de seu ofício, de preferência compradas a prestação, com sacrifício de sua vida pessoal ou familiar, sexual e psíquica. A sociedade, por sua vez, tem o dever de contribuir pra tornar a vida do artista tão miserável e desprezível que não seja atraente pra nenhum desses milhões de idiotas que enchem a vista com brochações tediosas, nos enchem os ouvidos com barulhos estentóricos e estertorosos, o saco com sua permanente autopromoção (que acaba, através do eco irresponsável e ignorante da mídia, dando-lhes prêmios e fortunas, transformando-os nos “melhores” e “maiores”) e nos cansam o traseiro com filmes que são verdadeiros estupros na virgindade da fita. Galeria de arte, cinemas de arte e livrarias devem ser colocados fora-da-lei, perseguidos e punidos com mais rigor do que hoje são perseguidos os usuários e traficantes de drogas. Assim, execrado e subnutrido, condenado à saúde precária e lamentável aparência física, só será artista o que for condenado a isso por um destino biológico avassalador, uma vocação metafísica verdadeiramente doentia. Ministério da Cultura é o escambau! Ou Van Gogh ou nada!" (Millôr Fernandes, A Bíblia do Caos, 1994, L&PM, pág. 392 )
Um dia, o irmão do filho pródigo resolveu se divertir como o irmão também fizera. Pensou: “aprendi com a experiência do meu irmão, vou só me divertir e voltarei antes que o dinheiro acabe”. Pediu sua herança ao pai e se foi. Meses depois voltou do mesmo jeito que o irmão mais novo. Aprendeu que longe do pai, acaba-se sempre entre os porcos.
Morreu e no além encontrou o ex-sogro do Michael Jackson:
- Você morreu?! Lá na terra dizem que você não morreu.
Elvis responde:
- Nem eu morri nem você.
- Morri sim, tenho certeza - respondeu o que morreu.
- Você não está aqui conversando comigo? Que morte é esta? Aqui a vida é outra mas morte não é - argumentou o roqueiro número um.
- Pois eu ainda acho que morri.
- Morreu nada, bobo.
- Ah, dá licença, você realmente não deve ter morrido, como dizem, já eu morri, o próprio narrador desta história diz isto no começo, quer saber mais do que ele?
- Eu só falo o que ele quer que eu fale. Se ele diz para eu dizer que você não morreu, eu digo. O que posso fazer?!
- Então, me diz francamente o que você pensa, independentemente do narrador...
- Impossible.
- What?!
- Why we talk in inglish now?
- Eu vou lá saber?
- Não mude de assunto, será que não temos liberdade de pensar por nós mesmo?
- Acho que não, somos dois personagens de uma estória escrita por um cara muito gente boa, mas por mais legal que seja nem ele pode nos dar essa liberdade, nossa liberdade é a liberdade dele.
- Então para quê criar uma história dessas?
- Sei lá, para defender alguma tese ou só para encher lingüiça mesmo.
- Fico com a segunda opção mas adoraria ouvir sua opinião livre e sincera.
- Isto é impossível, minha liberdade e a liberdade daquele que me criou é uma só, isto é, a minha está contida na liberdade dele, que é maior que a minha. A liberdade dele também está contida na liberdade de quem o criou e assim por diante...
- Eu não acredito nisto. Diz aí, fala logo, pára de encher lingüiça.
- Já falei, é impossível. Só falo o que ele me fizer falar.
- Mas... mas... espere um pouco, narrador, eu quero falar, ..., porra! Deixa eu falar, rapaz!
- ..., ...
- ...
Calaram-se, afinal, estavam mortos.
Os americanos são os judeus de hoje, isto é, seres odiados porque são bem sucedidos, uma tese respeitável do Alexandre Soares Silva e agora um blog comunitário dedicado ao tema, criado pelo Garcia Rothbard, conheça A Sociedade dos Amigos da América.
Não esqueçam de comprar seu Bic Mac nesse dia 16 de Agosto, sábado, ajudando assim as crianças com câncer.
Um dos itens da Lista de Compras do Planalto, li no Elio Gaspari, é um certo "molho de pimentas vermelhas envelhecidas em barris de carvalho".
Onde se encontra isto? Salivei...
*
Após ver "A Vida Sexual dos Ditadores", sugiro a guisa de teses caça níquel, alguns singelos títulos:
- A vida econômica dos Santos.
- A vida profissional dos índios.
- A vida ulterior dos ansiosos amedrontados.
- A vida artificial dos que estão em coma profundo.
- A vida comatosa dos despertos.
- A vida intelectual dos animais.
- A vida zen dos Paulistas.
- A vida vitoriosa dos Manés.
- A vida honesta dos políticos.
- A vida alegre dos escravos.
- A vida esperançosa dos dinossauros.
- A vida tranqüila dos brasileiros.
- A vida sedentária dos beduínos.
- A vida podada das rosas.
- A vida rotineira dos calendários.
- A vida abatida dos frangos.
- A vida divertida dos trabalhadores.
- A vida aventureira das pedras.
- A vida cabeluda dos piolhos.
- A vida lunática dos marcianos.
- A vida nobre dos carrapatos.
- A vida coerente dos petistas.
- A vida silenciosa das cigarras.
- A vida emocionante dos vices.
- A vida tediosa dos aventureiros.
- A vida infeliz dos resignados.
- A vida azarada dos milionários.
- A vida centrada dos egoístas
- A vida solitária das multidões.
- A vida negra das loiras.
- A vida africana dos ingleses.
- A vida cristã dos japoneses.
- A vida suja dos sabonetes.
- A vida ecológica dos castores.
- A vida ecumênica dos radicais.
- A vida apressada dos amantes.
- A vida assombrada dos coveiros.
- A vida atormentada dos sobreviventes.
- A vida abstêmia dos sambistas.
- A vida assexuada das casadas.
- A vida criativa dos prisioneiros.
etc...
*o autor deve contatar-me, quero 10% do lucro.
Torço para que se crie logo o MSA, Movimento do Sem Acampamentos, e o MSPPI, Movimento dos Sem Prédios para Invadir.
- Você gosta de Capoeira?
- Gosto
- Então pega essa enxada aí e vamos acolá comigo limpar um terreno, tem um capoeirão absurdo lá.
Servidão e desengano
Atropelo e ilusão
Escravidão liberdade
Um piano um violão
Clavicórdio e violino
Homem mulher e menino
Meditação e destino
Sofrimento e solidão
Estação verão outono
Dia mês semana ano
Gripe febre alegria
Medo microfone e pia
Colher mesa prataria
Servidão e desengano
Afiem suas penas. Participem deste concurso.
Conheçam o blog SHERAZADE e se deixem seduzir...
Descobriu que o irmão era um viado, que o pai era um porco, a mãe uma cascavel, a irmã uma galinha e o cunhado um jumento. Descobertas tais duras verdades, restava-lhe o consolo da certeza de que, ele pelo menos, não era burro.
Questão levantada no site Comunique-se, perguntam, "Clipping é ou não pirataria?". Como não tenho login de lá e neste espaço escrevo o que bem entendo, aí vai minha opinião:
Uma empresa que vende clipping faz a mesma coisa que aqueles que compram um CD, gravam coletâneas e vendem por aí. Quando uma empresa compra jornais e faz clipping para consumo interno é diferente, pois, não é pirataria se eu gravar uma coletânea de meus próprios CDs para eu mesmo ouvir. Pirataria seria se eu comercializasse isto.
Chamam de modelo uma loira linda que pegaram, junto com o namorado, montando uma refinaria de cocaína em Rio Claro/SP, para mim ele é um mau exemplo, não tem nada de modelo...
Será que esses "laboratórios" que fazem o refino de cocaína tem Certificado ISO ou algo parecido? Me pergunto isto pois quando legalizarem as drogas, terão que ir atrás de quem é especialista no assunto.
Se sou eu quem resgato meus pecados através de reencarnações sucessivas, para quê serviu o sacrifício de Jesus Cristo?
João Gilberto deveria gravar um disco - ou dois - por ano, aí vai algumas sugestões:
- Um CD com releituras dos sambas gravados por Miltinho (canções como "Teimoso" e "Idéias Erradas" ficariam excelentes em um andamento mais lento);
- O Geraldo Pereira SongBook;
- O Lupicínio Rodrigues SongBook;
- O Paulo Vanzolini Songbook;
- Um CD com músicas insólitas para seu repertório, como "Radinho de Pilha" e "Procurando Tu";
- CDs todo em inglês, só com canções de Gershwin, Porter e Rodgers.
A solução para as pessoas - os homens pelo menos - fazerem esporte é simples. Vocês já viram a como se dá a marcação no handebol? Assistam o PAN, ainda dá tempo, a marcação é um agarra-agarra e um esfrega-esfrega abrasador, só vendo. Além disto, nossas meninas ficaram deliciosas naqueles uniformes. Pronto, basta instituir-se o handebol entre pessoas de sexos diferentes, vai dar briga com a quantidade de marmanjos interessados em praticá-lo.
No começo da partida, o jogado mais ousado, avisa logo:
"Aquela número 10 lá sou eu quem vai marcar, hein?!, ninguém tasca!". "
No intervalo, o técnico conversa com o time:
- Por que ninguém marcou a número 5? A mulher já marcou cinco gols...
- Pô, professor, a mulher é a maior mocréia, ninguém vai querer marcar aquilo lá não...
- Ai meu Deus, então tá, quem quiser marcá-la pode escolher quem vai marcar no jogo contra o time de Goiânia...
Todos em coro:
- Eu marco!
*explicando a piada: Goiânia é a cidade para onde, parece, vão todas as mulheres que perderam nos concursos de beleza porque estavam cinco quilos mais gordas, isto é, as perfeitas. É covardia!
Uma das receitas para fazer sucesso, parece, é beber umas biritas, umas não, muitas. Que outra explicação há para o sucesso de seres como Bukowski, Leminski, etc.? Ser bem nojento, porco, o mais abjeto possível, dormir na sarjeta, beber o próprio vômito, morrer novo da doença da moda, usar drogas, ser depravado. Eis a receita para o artista fazer sucesso. Para a OBRA do artista ter o mesmo destino, são outros quinhentos.
- Ria do Odair.
- A ira ria.
- Ri a cair.
- Ria, Jair.
- Satã ri, piratas.
- Aí Ralé, ela ria.
- Arí, rirá.
Lenny Kravitz namora a Nicole Kidman e eu aqui cheio de dedos com esta timidez idiota.
Eleito um brasileiro como Mister Mundo. Agora existe esse tipo de concurso de miss para homens. Urge que se escreva um Pequeno Príncipe para rapazes, senão o que lerão essas pobres almas?
A propósito, de que adianta ser o Mister Mundo se é com o Lenny Kravitz que a Nicole Kidman namora?!?!
Candidato - sujeito em quem você vota, para depois ter de quem se envergonhar.
Eleição - Pleito onde se decide quem tem o marqueteiro mais astuto. (Astúcia é a inteligência das bestas).
Partido - Agremiação criada para chegar ao poder não importa o quanto de vergonha na cara tenha que prescindir.
Radicais - Alguns que insistem na tal vergonha na cara.
Eleitor - Um palerma.
Esquerda - O candidato.
Direita/Esquerda/Centro - O candidato eleito de acordo com a platéia ou interlocutor.
Socialismo - O discurso.
Capitalismo - O mercado, a realidade.
Oposição - Uns perdidos que não sabem se atrapalham ou se ajudam, se concordam ou discordam.
Hospícios - Para onde irão todos os que levarem esse circo a sério.
Imprensa - Bando de baba-ovos que assassinam a mãe e a gramática para agradar o poderoso de plantão.
No bar:
- Amigo, me dá um capussino (sic)
- Coméquié?!?! Capussino? Caputchino, você quis dizer...
- Enquanto chamarem aquele Ministro de Palóssi, eu só falo capussino...
Pano rápido.
=[=
Alguém pode me explicar de onde surgiu essa bizarrice de pronunciar "Palóssi" alguém cujo nome se escreve "Palocci"?!?!. Cresci pronunciando "Cláudio Nútchi", "Fernando Vanútchi", caputchino, etc. Onde nasceu tal metaplasmo sonoro? Será que foi o Bonner que inventou essa? Me recuso a acreditar que tenha sido a população de Ribeirão Preto. Eu só pronuncio Palótchi. O próprio dono do nome declarou à revista Veja que a pronúncia correta é Palótchi. Todo mundo vê Palocci, pronuncia Palóssi, e fica por isto mesmo, que tipo de zumbis nós somos?
Vamos acordar, gente...
Ciao (Tchau - ou se prununcia "çiao"?!?)...
Cantai ao Senhor
Fazei-Lhe uma Bossa-Nova
Louvai-O com zabumba, pandeiro e cavaquinho
Cantai-Lhe um repente em trova
Louvai-O ao som de um chorinho
Louvai-O com flauta e bandolim
Louvai-O com timbaus e danças
E com tiros de bacamarte
Porque é dEle toda a arte
Enalteçei-O com violas
De doze cordas e de dez
Com banjos e repiques
Com pífanos e craviolas
Louvai-O tudo o que é sonoro
Deixai toda vela acesa
Porque é dEle a beleza
Fazei-Lhe um ziriguidum,
Uma valsa, cantai hino
Um arrasta-pé, uma milonga
Ele é o biscoito mais fino
Enalteçei os Seus feitos
Glorificai os Seus atos
Espalhai Sua boa nova
Louvai-O pois dEle é tudo
Ribeirões e mares vastos
Louvai-O com violões
Bendiga-O em canções
Louvai-O com serenatas
Com frevo, xote, calango
Baião, maracatu, tango,
Samba de Roda, Timbalada.
Louvai-O pois sua grandeza
Não será ignorada.
Ontem contei a minha mulher sobre uma idéia excelente que tive para um livro, ela então me respondeu, “A Ana Maria Braga acabou de lançar um livro”. Com um incentivo desses... desisti da idéia.
Era uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim: “Era uma vez uma história que começava assim:...
E ia assim até o fim.
Aqui caio
Lá levanto
Ali caio
Cá levanto
Lacaio
Mais um encontro desses do Fábio com o Martim e o Bruno Tolentino, tomaremos nossas providências. Eu, Juliana, Garcia e Felix passaremos uma tarde com o embaixador Meira Penna em sua casa no Park way.
Ainda bem que o Governo vai acabar com as desigualdades deste país, em breve estaremos todos miseráveis.
Talvez assim eu perca peso...
Tomo I
Capitulo III
PRECISO PERDER PESO...
Minha mãe é neurótica como toda mãe. Fora de seu papel de mãe é resolvida, adulta e responsável, mas quando a coisa envolve a minha pessoinha, a mulher se transforma naquele ser quase insano atrapalhado em seus excessos de cuidados e inseguranças aos quais chamam “amor de mãe”. Pois bem, já há algum tempo minha fralda tem me incomodado, no começo achei que estavam me apertando demais na hora de me vestir para evitar a sujeira que faço em face dessa minha incontinência fisiológica (será que isto um dia passa, meu Deus?!), na verdade eu estava ganhando peso por isto a fralda me incomodava. Então eu chorava e minha mãe achava que era fome e me dava mais daquela papinha calórica. Quando fiz oito meses ao me pesarem constataram o óbvio, eu estava acima do meu peso normal. Realmente preciso me movimentar mais e cortar calorias senão quando eu fizer dois anos estarei uma baleia, além disto, excesso de peso causa problemas cardíacos, tenho que me cuidar, afinal dez meses não são dez dias.
Quando instituírem uma lei para tombamento de políticos, podem me chamar para dar a rasteira.
O ENGANADOR – Vazou informações? Chame o Enganador.
O VIBRADOR – Contrate-o para vibrar a cada chute seu para fora, é um tipo de “Personal Galvão Bueno“.
O MICO-EMPRESÁRIO – Espécie em extinção, o consumidor é quem paga tal mico.
O ACHADOR – Perdeu peso? Perdeu a paciência? Perdeu um grande amor? Ligue para o achador, ele acha e lhe devolve.
- Você tem algum bichinho e estimação?
Respondi:
- Não. De estimação só tenho alguns pecadinhos e não vejo a hora de me livrar deles...
Que tal uma pessoa ficar em cada semana responsável por avisar aos outros quando blog do Professor Olavo for atualizado?
Nomeio o Martim para a semana que vem e o Felipe para a outra...
As desculpas do MST e outros movimentos revolucionários são excelentes:
(você já repararam nas entrevistas na TV? abaixo do nome aparece a “função” do nomeado, “coordenador da invasão”, “secretário geral do acampamento”, isto é, lá com eles há uma hierarquia, isto é, classes, não são a favor de uma sociedade SEM classes?!), voltando ao assunto, eis algumas sugestões de desculpas:
- Quando falamos em nos armar, nos referíamos às armas dos espírito;
- Invasão? Ah, significa a invasão de felicidade em nossas almas com o porvir de nosso movimento;
- Revolução? Ah, bobinhos, trata-se da revolução em nossas vidas ao ouvir as sábias palavras de Stédile;
- “Tocar fogo na fazenda invadida”? meu Deus, como são inocentes, isto é um velho e tradicional dito popular, “tocar fogo na fazenda”, que significa, plantar a semente no tempo certo, ora, toda criança aqui sabe disto;
- Invadir o Incra – Outro dito folclórico, é algo como assistir tv ou tomar banho, geralmente é dirigido às criança, por exemplo, “sai daí, menino, vai invadir o Incra.” Não é hilário?
- Seguir o Boff – Ah, bofe, não Boff. Bofe é uma parte do boi que fritamos e comemos com farinha. Seguir o Bofe significa preparar o almoço. Como essa gente entende tudo errado...
Ao contrário do Christian Rocha, eu gostei da Ave Maria de Schubert com Jorge Aragão e seu grupo, Jorge Aragão é um compositor de sambas muito bons, usa-se muito a palavra “pagodeiro” pejorativamente e põem no mesmo saco farinhas que não são de lá. De vez em quando no carnaval da Bahia algum guitarrista daqueles lá toca também uma Ave Maria para delírio da massa. Depois de quatro dias e quatro noites de orgia, saciados que estão de tanto dizerem sim para os desejos da carne, aflora-lhes o sentimento religioso e vão para casa felizes.
Não são muito diferentes daqueles que assistem aos showmissas do Padre Marcelo onde ao som de violões e com palmas manifestam sua animalesca religiosidade. São pessoas que hoje vão à missa, na próxima semana ao futebol, na outra ao show de seu artista favorito. Querem apenas emoções, uma do tipo auditiva, a outra é para agradar aos olhos, a outra é do tipo religiosa, quanto mais emoções, melhor, “isto é que é viver a vida”, dizem. Trata-se apenas de irracionais atendendo as próprias vontades, matando fomes rasteiras. No caso do show de pagode, pelo menos dão o prato completo, boa música e sentimento religioso e mostram aos ouvidos atentos o quanto a música de Schubert é maravilhosa. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça...
Outra questão que me ocorreu, quem vai a um show de pagode, vai para ouvir música? Mas isto é outro assunto.
- Trabalhando na gráfica, o ator fazia papel de parede;
- O dono da balsa esperou a mulher chegar para dar o bote;
- Na promoção da barbearia, o barbeiro cortou o meu barato;
- O sujeito trabalhava em um salão onde cortava cabelos e também era instrutor de auto-escola o que significa que não era barbeiro;
Gente, gostaria de adquirir um palm ou um pocket pc, ou qualquer coisa parecida que me permitisse digitar textos em qualquer lugar, do jeito do que tá tá MUITO chato, como diria o Roberto, "são tantas anotações...".
Alguém tem uma engenhoca dessas? Presta? Vale a pena? Relpem-me, s'il vous plaît...
Bando fabricava R$ 1,5 milhão por mês
Comentário:
Alguém tem que injetar dinheiro da economia, se for esperar pelo governo...
Quando o governo não tem dinheiro para pagar suas dívidas, fabrica. Se o cidadão fizer o mesmo, é um falsário...
“O onanista é antes de tudo um gozador”
(Euclides da Bronha, “Os Culhões”)
Por quê pessoas como Eric Hobsbawm, que ainda acham o comunismo uma boa idéia, não requerem cidadania cubana?
=[=
O que se poderia esperar da administração Garotinho?
Um fraudário...
=[=
A República Dominicana contratou o seu Creysson como consultor para desenhar nossa bandeira, aposto que tinha escrito no círculo, “Órdia e Pogréçio";
=[=
“Um e-mail não pode expressar o sentimento de uma lágrima”
José Saramago, provando que jamais passou um email.
Não sei por que os gays reclamam o direito de casarem entre si.
Ora, um viado e uma sapatão podem muito bem casar um com outro legalmente sem problemas.
Então, quem disse que dois homossexuais não podem se casar?
O que não pode é haver casamento entre pessoas do mesmo sexo, aliás, os heterossexuais também não podem casar com pessoas do mesmo sexo, mesmo que quisessem. Logo, os gays estão reinvindicando para si um direito que NINGUÉM tem, com o argumento fajuto de que estão sendo discriminados.
Não existe casamento gay. Existe casamento e existe gay mas “casamento gay” é no máximo uma uma metáfora, uma figura poética, é algo como “doce brisa” ou “desatino estreito”. A palavra “gay” diz respeito a um comportamento íntimo de alguém. Há vários gays casados, pais de família, etc. Se a pessoa é gay, ou não, é uma questão que só cabe a ela, às vezes nem ela sabe direito se é ou não, enfim, a sexualidade não é uma matéria exata. Há também os bissexuais, tri e quem sabe, tetrassexual.
Na presente discussão o que os gays querem é que a humanidade mude o conceito da palavra “casamento”, pois se destruirmos o atual sentido da palavra ao permitir que se case com pessoas do mesmo sexo, surge a importante questão, os heterossexuais ficariam por acaso de fora do alcance dessa Lei e impedidos de reinvindicar também o casamento hetero entre pessoas do mesmo sexo? Ou somente os gays poderão fazê-lo? Seria injusto, né não?!?
Há muito casamento por aí entre dois hetero – homem e mulher, bien sur - onde há zero de erotismo, romantismo e objetivos de constituir família, assim como supostamente seria o casamento entre dois homens heterossexuais.
Então esqueçamos essa história de casamento gay, o que pedem é que o casamento ocorra também entre seres do mesmo sexo. Por acaso é o grupo GLBTS quem levanta tal bandeira, mas se uma lei dessas passar, deveria atingir a todos. E dali para frente haverá diversos tipos de casamentos, uns prováveis e outros improváveis mas em mais ou menos quantidade todos ocorrerão em algum lugar da terra, pois tem gosto para tudo, haverá casamentos:
- Entre gays de mesmo sexo;
- Entre gays de sexos diferentes;
- Entre heteros e gays de mesmo sexo;
- Entre heteros e gay de sexos diferentes;
- Entre heteros de mesmo sexo;
- Entre heteros de sexos diferentes;
etc., etc., etc.
Em seguida surgiria a reivindicação dos zoofílos...
Esse povo deve ser tudo solteiro para reinvindicar casamento, ô falta do que fazer...
Complexa e rica é a linguagem galinácea. Descobri isto nestas férias no interior. Meu pai comprou um galo que minha mãe matou com requintes de crueldade e nos serviu saborosamente assado. Dias antes do banquete, todas as manhãs o galo nos acordava com seu canto. Não foi difícil decifrar o que ele cantava. O que me espantou foi sua baixeza de vocabulário. Para terem uma idéia, “cocoricó”, na língua dos galos, significa “porra”. Com poucos fonemas emorfemas de quatro sílabas no máximo, o galo diz tudo o que quer dizer. Pela manhã, todo o seu canto – que ia das 6 até quase às 10 da manhã – era apenas para dizer que ELE acordara. Essa história de que que o galo canta para NOS acordar não é certa. Ele gritava “córócócó”, isto é, “Eu acordei”, em seguida, “có córicó” - “Acorda, seus porra!" (sic). Meu pai levava milho e sobras do jantar e o galo continuava com sua cantoria pornagráfica. “Córóró cócó”, nem ouso lhes traduzir tamanha grosseria. Às vezes brincava, “acorda, meninada”, “bando de otários”, “já comi mas não vou dormir”, enfim, umas bobagens mas sempre em tom de ironia, pouco caso, indiferença e superioridade, como fazem conosco aquelas mulheres gostosas, e que sabem que são gostosas. Aliás, aquele galo era também muito gostoso.
1, 2, 3,
Testando.
Testando.