A dor da cruz ridícula
A minha ação tanto poda
Mas sei que é ridícula
A cruz que me incomoda
Dói muito, não obstante
Por pesar-me a clavícula
E me podar cada instante
E me dói por ser ridícula
E um anjinho bem ágil
Um consolo vem trazer
Dizendo ao meu penar
Que é uma cruz tão frágil
É um madeiro sem poder
E não vai me subjugar