Na aldeia dos índios tapuias, o indiozinho saiu da rede e foi correndo queixar-se ao cacique de um vírus que tinha pego. O cacique disse-lhe, "Curumim, esse negócio de vírus é com o pajé, vá até ele". O indiozinho foi com o caso do vírus ao pajé que reuniu os anciãos da tribo, fizeram a dança da chuva e o kuarup, regado a cauim, invocaram Tupã e passaram ao indiozinho a fórmula para debelar o vírus. Disse-lhe o pajé: "curumim deve acessar o site dábliu dábliu dábliu ponto norton ponto com e faz o download do antivírus mas tem que ser no máximo até amanhã que é o último dia em que o programa zipado estará como freeware".
Tratava-se de um vírus que atacara seu laptop quando o indiozinho estava balançando na rede e navegando na internet. Não conseguindo acesso ao antivírus a tempo, o indiozinho o comprou de um pirata que aportara no litoral perto de sua taba e mais tarde com mais três naus lotadas de outros piratas dizimou a tribo e vendeu a aldeia à Microsoft que fez ali um sítio com um enorme portal.