Márcio Guilherme
If all values are relative, then cannibalism is a matter of taste. (Leo Strauss)
JANELA
Não faço mais. Prometo.

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  Coisa nossa outubro 08, 2008 

Li a dica no Daily Dish e fui à National Review conferir uma discussão maluca sobre o suposto Maoísmo do Obama:

Second, and relatedly, Obama's radicalism, beginning with his Alinski/ACORN/community organizer period, is a bottom-up socialism. This, I'd suggest, is why he fits comfortably with Ayers, who (especially now) is more Maoist than Stalinist. What Obama is about is infiltrating (and training others to infiltrate) bourgeois institutions in order to change them from within — in essence, using the system to supplant the system. A key requirement of this stealthy approach (very consistent with talking vaporously about "change" but never getting more specific than absolutely necessary) is electability.

Nossos pirados são muito melhores. Na boa. Um trechin' de exemplo:

Que essa candidatura [i.e., a do Obama à presidência dos EUA] desperte o entusiasmo de todos os grupos pró-terroristas e partidos comunistas do mundo não prova uma “conspiração” em sentido estrito – tecnicamente, nenhum movimento histórico de amplitude mundial pode ser chamado uma “conspiração” –, mas também não pode ser uma inocente coincidência ex post facto. Obama nasceu desse meio, alimentou-se dele, e o aplauso que daí recebe é apenas o reforço final necessário para que a ambição longamente acalentada de destruir os EUA desde dentro (e desde cima) deixe de ser apenas um sonho de mentes malignas e se torne uma temível realidade.

Ahmadinejad tem razão: a eleição de Obama, se acontecer, será o sinal verde para a conquista da América pelo Islam revolucionário e seus parceiros comunistas, como a sedução da alma do príncipe Charles por um guru muçulmano, mais de vinte anos atrás, – ignorada pela mídia até hoje – foi o início da conquista da Inglaterra. Esta geração dificilmente passará sem que o mundo veja a autodissolução da Igreja anglicana e sua transformação em entreposto do islamismo. Mas talvez passe sem que os EUA – e portanto Israel – consumem sua rendição sacrificial ante o altar de seus inimigos. A presente eleição americana não é o último lance dessa disputa, mas é certamente um dos mais decisivos.

É coisa nossa, amigo. Não tem pra ninguém.

Postado por marcioguilherme - a postos! às 11:16 PM | Comentários (2)


  Dúvida outubro 06, 2008 

Você sabe que o mundo virou de cabeça pra baixo quando lê um negócio desses e fica em dúvida se é ironia ou não:

The two men’s [Obama and MacCain's] life stories appeal to different groups. Mr McCain is a war hero who endured years of torture in Vietnam. He has often defied his own party in pursuit of centrist policies, such as banning torture, welcoming immigrants and tackling climate change.

O trecho é parte de uma matéria da última Economist (aqui, na íntegra).

Postado por marcioguilherme - a postos! às 12:09 AM | Comentários (1)


  Pra lembrar de longe setembro 21, 2008 
Postado por marcioguilherme - a postos! às 08:55 PM | Comentários (2)


  Blame Canada setembro 16, 2008 

Viajar a trabalho é o último passo em direção à velhice. Sério. Estou aqui em Toronto, sentado na mesa do quarto de um hotel maravilhoso, com tudo para estar me sentindo pimpão, mas, no fundo, não consigo parar de pensar que já virei a curva dos 30 (e com o pé lá no fundo em direção aos 60). O terno batido, amarrotado e largado em cima da cama, é derrota no último. E Toronto, espécie de Chicago para crianças, doesn't help that much. Aliás, para que serve o Canadá? Para fazer trilha do Titanic? Para fazer frio? Para ser o segundo maior país do mundo em extensão territorial? Para ficar atrás do Brasil no Pan?

Lembro da época em que, nos meus vinte e poucos, viajava de guia na mão, mochila nas costas, correndo atrás da night mais agitada, do quadro mais importante, da praça famosa... voltava cheio de histórias, que inventava com a maior sinceridade do mundo (sou incapaz de mentir quando invento). Águas passadas, dude - nem tudo são flores, o mundo tá aí, cada um com seus problemas: agora viajo para produzir gráficos, jantar com gente importante e falar de Ferragamos e de "Shawshank Redemption" (that was such a good movie!, I loved it), sempre num inglês de índio globalizado. De vez em quando ainda mostro meus dentes adolescentes - hoje, depois de encharcar a cara, discuti agressivamente com um francês que insistia em dizer que o nome do personagem principal de Crime e Castigo era Kafeinilkov. Dois minutinhos apenas - logo voltei aos modos de business man que venho tentando aprender, nesses jantares importantíssimos, com cascata e filhote de jacaré, em que todo mundo faz network e entende muito de vinho (vinhozinho - vinho bom é sempre "vinhozinho", vinhozinho Bordeaux, vinhozinho chileno, um vinhozinho argentino que experimentei quando fui esquiar em Bariloche etc).

Passarei dois meses viajando. Para não afundar no tédio (e não morrer de saudades da gonga), alas!, voltarei a atualizar este blog.

Postado por marcioguilherme - a postos! às 12:07 AM | Comentários (7)


  Louis Armstrong, Jack Teagarden (Rockin' Chair) julho 28, 2008 
Fetch me that gin, son... (Newport Jazz Festival, 1958)
Postado por marcioguilherme - a postos! às 01:33 AM | Comentários (0)