Anima Mundi - Martín Fierro
Martín Fierro, 2007, de Norman Ruiz e Liliana Romero - ![]()
Lindíssimos desenhos de Roberto Fontanarrosa (morto ano passado, infelizmente).
Martín Fierro, 2007, de Norman Ruiz e Liliana Romero - ![]()
Lindíssimos desenhos de Roberto Fontanarrosa (morto ano passado, infelizmente).
Wanted, de Woonki Kim - ![]()
Lõpuõhtu, de Hardi Volmer - ![]()
Doxology, de Michael Langan - ![]()
Switch, de Jean-Julien Pous e Pierre Prinzbach - ![]()
Beton, de Ariel Belinco e Michael Faust - ![]()
Global Warming, de Sheldon Lieberman e Igor Coric - ![]()
Anima Mundi - Curtas 2. Beton, típico filme que passará despercebido. Infelizmente.
Pajerama, de Leonardo Cadaval - ![]()
Ms. G, de Michal Zabka - ![]()
Madame Tutli-Putli, de Chris Lavis e Maciek Szczerbowski - ![]()
Afuy Lemechetza, de Nadan Pines - ![]()
893, de T. Castellani, Y. S'incau, C. Ren audin e E. Toubal - ![]()
The Crumblegiant, de John Mccloskey - ![]()
Mamam Je T'aime, de M. Abensur, A. Collet e D. Dell'omodarme - ![]()
Anima Mundi - Curtas 9, sessão de Pajerama, melhor curta-metragem brasileiro.
Novo "A Voz". Novo "Rei". Novo "Rei da Voz". Ele. Único. Mito.
Roberto Justus!
A Justus o que é de Justus. Também a Justus o que foi de Deus!

Bonito cabelo, Robertinho!
Presenteio agora meu amor com este verdadeiro clash of the titans: Roberto Justus interpreta (e melhora!) I've Got You Under My Skin, música e letra de Cole Porter.
I've Got You Under My Skin.
I've got you under my skin
I've got you deep in the heart of me
So deep in my heart, that you're really a part of me
I've got you under my skin
I've tried so not to give in
I've said to myself this affair never will go so well
But why should I try to resist, when baby will I know so well
That I've got you under my skin
I'd sacrifice anything come what might
For the sake of having you near
In spite of a warning voice that comes in the night
And repeats, repeats in my ear
Don't you know you fool, you never can win
Use your mentality, wake up to reality
But each time I do, just the thought of you
Makes me stop before I begin
'Cause I've got you under my skin
La Vita Nuova, de Arnaud Demuynck e Christophe Gautry - ![]()
Peters Prinzip, de Kathrin Albers e Jim Lacy - ![]()
Kodomo No Keijijogaku, de Koji Yamamura - ![]()
The Bellringer, de Dustin Rees - ![]()
Monkey Joy, de Amir Admoni - ![]()
Things You Think - Love, de Karsten Kiilerich - ![]()
Look Around, de Lee Kyu-Tae - ![]()
Al Dente, de J. Barthelemy, M. Francois e C. Ortiz - ![]()
Oktapodi, de Bocabeille, Chanioux, Delabarre, Marchand, Marmier e Mokhberi - ![]()
Anima Mundi - Curtas 14. Com os excelentes curtas-metragens de Koji Yamamura e Dustin Rees, além do novo Arnaud Demuynck.
I Am Bigger and Better, de Martin Duda - ![]()
Immeasurable, de Gergely Cziraki- ![]()
La Maison en Petits Cubes, de Kunio Kato - ![]()
Kleit, de Jelena Girlin e MariLiis Bassovskaja - ![]()
Bolides, de F. Bologna, T. Bondoux, L. Charmette e V. Le Ster - ![]()
Key Lime Pie, de Trevor Jimenez - ![]()
Voodoo, de R. Baudy, L. Bouancheau, L. Cho Han, Y. Le Gall, M. Ren e S. Wojda - ![]()
O lindo La Maison en Petits Cubes, de Kunio Kato, está no Anima Mundi - Curtas 4.

Daniel Dantas: atuação em vários palcos.
Já não era sem tempo. Após Pequeno Dicionário Amoroso, Lost Zweig, Jenipapo, Traição, Cronicamente Inviável, O Vestido, Caixa Dois e diversas novelas globais, a Polícia Federal saiu à caça e prendeu Daniel Dantas. Ele foi autuado em flagrante, pelo conjunto da obra.
No entanto, o ministro Gilmar Mendes concedeu imediato habeas corpus ao ator e meliante: o presidente do STF não perde os capítulos de Ciranda de Pedra, além de se declarar fã do personagem Natércio Prado (interpretado por Dantas).
S.I.T.E., de Pablo Orlowsky - ![]()
Animadores, de Allan Sieber - ![]()
Cook, Mug, Cook!, de Jirí Barta - ![]()
Casa de Máquinas, de Maria Leite e Daniel Herthel - ![]()
Monsieur Cok, de Franck Dion - ![]()
De Zwemles, de Danny de Vent - ![]()
Dji Vou Veu Volti, de Benoit Feroumont - ![]()
A volta de Jirí Barta após 18 anos em destaque: Anima Mundi - Curtas 13.
Fear, de Agustin Graham - ![]()
Replay, de Boumediane, Delmeule, Voisin e Felicite-Zulma - ![]()
Plastic People, de Pavel Koutský - ![]()
Mahi, de Mahmoud Fakhrinejad - ![]()
La Tête dans les Flocons, de Bruno Collet - ![]()
Unpredictable Behaviour, de Ernst Weber e Pasha Shapiro - ![]()
Cânone para 3 Mulheres, de Carlos Eduardo Nogueira - ![]()
How to Hook Up Your Home Theater, de Kevin Deters e Stevie Wermers-Skelton - ![]()
Para ler, só acessar: Anima Mundi - Curtas 12.
The Man Who Shot Liberty Valance, 1962
Direção: John Ford
Cotação - ![]()
A Revista Zingu! me convidou para escrever sobre O Homem que Matou o Facínora no Dossiê John Wayne.
Irrecusável! Cinema, como já disse Orson Welles, resume-se a John Ford, John Ford e John Ford.
E falta, na crítica, o diálogo imortal de O Homem que Matou o Facínora, que coloco abaixo:
"Here is the West, Sir. When the legend becomes fact, print the legend".
Satyagraha (com "y" mesmo, ao contrário do que escrevem os jornais) significa "insistir pela verdade", em sânscrito.
A autobiografia de Mahatma Gandhi se chama, justamente, Satyagraha, em alusão ao movimento de resistência pacífica que, contra o domínio colonial inglês, levou à independência da Índia e do Paquistão.
Philip Glass, a partir da não-violência de Gandhi, compôs a ópera Satyagraha - libreto de Constance DeJong -, cujo início disponibilizo abaixo. Staatsoper Stuttgart, sob a regência de Dennis Russell Davis: Ato I "Tolstoy", Cena I "The Kuru Field of Justice".
Satyagraha, de Philip Glass, pela Staatsoper Stuttgart.
Detalhe: Satyagraha foi encenada em abril de 2008 pelo Metropolitan Opera House, de Nova York. Mera coincidência, ou alguém da polícia federal possui muito bom gosto.
Murnau, Ford, Ozu, Cimino, Coppola, Scorsese, von Stroheim, Bresson, Demy, Fellini, Buñuel, Satyajit Ray, Malick e tantos outros diretores já encenaram matrimônios no cinema.
Em homenagem ao amor da minha vida - Carolina! -, inicio hoje, com Aurora, série de posts com as seqüências de casamento que mais me marcaram.
Aurora, 1927, de F.W. Murnau
Aurora, 1927, de F.W. Murnau
De todas as cenas, a melhor.
Seduzido pela amante, o marido quis assassinar a esposa. Ela foge para a cidade e ele a segue, arrependido. Ambos embarcam no bonde, enquanto a paisagem externa se modifica lentamente, do ambiente rural para o urbano. As transformações do século XX condensadas em poucos minutos.
Cidade. Em meio ao trânsito caótico, à multidão das ruas, à cacofonia de tipos, a esposa rejeita o marido. Estão à deriva neste mundo novo que não lhes pertence, em que não se encaixam. Há, no entanto, o porto seguro da igreja, onde o matrimônio de dois desconhecidos renova e fortalece os votos enfraquecidos do casal.
Mais do apenas assistir à cerimônia, eles se casam novamente - a fusão de imagens, entre os maridos, no instante do "aceito". Ela o perdoa e, de espectadores no início, os cônjuges saem da igreja como os verdadeiros protagonistas do matrimônio: sacramento enquanto força divina que os reconcilia.
Olhando um para o outro, eles caminham pela rua e nada os atinge. Murnau substitui a imagem da cidade pela do campo - para o cineasta, o meio urbano sempre representou a corrupção do homem , fonte das mais diversas tentações, ao passo que o meio rural sintentiza a inocência e a pureza de nossa alma. O diretor, quiçá, tenha sido o último partidário das idéias de Jean-Jacques Rousseau.
Durante o beijo, que sela o reencontro do casal, a vida pára. Nada mais apropriado.
A Mocidade de Lincoln, 1939, de John Ford.
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O próximo será inédito!
A Mocidade de Lincoln, 1939, de John Ford.
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Já me pediram os comentários em áudio sobre A Mocidade de Lincoln, de John Ford. Posto novamente as duas primeiras partes (consegui outro site para hospedá-las, uma vez que o original as deletou!).
Termino o filme, prometo!