julho 22, 2008

Anima Mundi - Martín Fierro

Martín Fierro, 2007, de Norman Ruiz e Liliana Romero - 3.gif

Lindíssimos desenhos de Roberto Fontanarrosa (morto ano passado, infelizmente).

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julho 21, 2008

Anima Mundi - Belowars

Belowars, 2008, de Paulo Munhoz - 3.gif

Torço para que estréie. É realmente bom.

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julho 20, 2008

Anima Mundi - Curtas 2

Wanted, de Woonki Kim - 4.gif
Lõpuõhtu, de Hardi Volmer - 1.gif
Doxology, de Michael Langan - 1.gif
Switch, de Jean-Julien Pous e Pierre Prinzbach - 0.gif
Beton, de Ariel Belinco e Michael Faust - 5.gif
Global Warming, de Sheldon Lieberman e Igor Coric - 0.gif

Anima Mundi - Curtas 2. Beton, típico filme que passará despercebido. Infelizmente.

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Luto - Dercy Gonçalves (1907 - 2008)

dercygoncalves.jpg
Dercy Gonçalves antes do Domingão do Faustão.

Mas que porra! Caralho! Viado! Tomar no cu! Puta que o pariu!

Homenagem de Los Olvidados a Dercy Gonçalves.

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julho 19, 2008

Anima Mundi - Curtas 9

Pajerama, de Leonardo Cadaval - 4.gif
Ms. G, de Michal Zabka - 4.gif
Madame Tutli-Putli, de Chris Lavis e Maciek Szczerbowski - 3.gif
Afuy Lemechetza, de Nadan Pines - 1.gif
893, de T. Castellani, Y. S'incau, C. Ren audin e E. Toubal - 1.gif
The Crumblegiant, de John Mccloskey - 3.gif
Mamam Je T'aime, de M. Abensur, A. Collet e D. Dell'omodarme - 2.gif

Anima Mundi - Curtas 9, sessão de Pajerama, melhor curta-metragem brasileiro.

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julho 18, 2008

Justus!

Novo "A Voz". Novo "Rei". Novo "Rei da Voz". Ele. Único. Mito.

Roberto Justus!

A Justus o que é de Justus. Também a Justus o que foi de Deus!

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Bonito cabelo, Robertinho!

Presenteio agora meu amor com este verdadeiro clash of the titans: Roberto Justus interpreta (e melhora!) I've Got You Under My Skin, música e letra de Cole Porter.


I've Got You Under My Skin.

I've got you under my skin
I've got you deep in the heart of me
So deep in my heart, that you're really a part of me
I've got you under my skin

I've tried so not to give in
I've said to myself this affair never will go so well
But why should I try to resist, when baby will I know so well
That I've got you under my skin

I'd sacrifice anything come what might
For the sake of having you near
In spite of a warning voice that comes in the night
And repeats, repeats in my ear

Don't you know you fool, you never can win
Use your mentality, wake up to reality
But each time I do, just the thought of you
Makes me stop before I begin
'Cause I've got you under my skin

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Anima Mundi - Curtas 14

La Vita Nuova, de Arnaud Demuynck e Christophe Gautry - 4.gif
Peters Prinzip, de Kathrin Albers e Jim Lacy - 0.gif
Kodomo No Keijijogaku, de Koji Yamamura - 5.gif
The Bellringer, de Dustin Rees - 5.gif
Monkey Joy, de Amir Admoni - 1.gif
Things You Think - Love, de Karsten Kiilerich - 2.gif
Look Around, de Lee Kyu-Tae - 2.gif
Al Dente, de J. Barthelemy, M. Francois e C. Ortiz - 0.gif
Oktapodi, de Bocabeille, Chanioux, Delabarre, Marchand, Marmier e Mokhberi - 1.gif

Anima Mundi - Curtas 14. Com os excelentes curtas-metragens de Koji Yamamura e Dustin Rees, além do novo Arnaud Demuynck.

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julho 17, 2008

Quatro Meses

buque.jpg
Flores para Carolina, amor da minha vida.

Como as que vi, ontem, no Centro!

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julho 16, 2008

Anima Mundi - Idiots and Angels

Idiots and Angels, de Bill Plympton - 3.gif

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julho 14, 2008

Anima Mundi - Curtas 8

Coda, de Marcos Camargo - 0.gif
Jungle Jail, de Nguyen Van Lan, Palermo, Arnoux, Cierzniak - 1.gif
Down the Road, de Rune Christessen - 2.gif
The Pearce Sisters, de Luis Cook - 4.gif
Nico & Tina, dee Rodolfo Pastor - 2.gif
Los Pecadores, de Pablo Polledri - 3.gif

Anima Mundi - Curtas 8.

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julho 13, 2008

Anima Mundi - Curtas 4

I Am Bigger and Better, de Martin Duda - 2.gif
Immeasurable, de Gergely Cziraki- 1.gif
La Maison en Petits Cubes, de Kunio Kato - 5.gif
Kleit, de Jelena Girlin e MariLiis Bassovskaja - 0.gif
Bolides, de F. Bologna, T. Bondoux, L. Charmette e V. Le Ster - 3.gif
Key Lime Pie, de Trevor Jimenez - 2.gif
Voodoo, de R. Baudy, L. Bouancheau, L. Cho Han, Y. Le Gall, M. Ren e S. Wojda - 0.gif

O lindo La Maison en Petits Cubes, de Kunio Kato, está no Anima Mundi - Curtas 4.

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julho 12, 2008

Daniel Dantas

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Daniel Dantas: atuação em vários palcos.

Já não era sem tempo. Após Pequeno Dicionário Amoroso, Lost Zweig, Jenipapo, Traição, Cronicamente Inviável, O Vestido, Caixa Dois e diversas novelas globais, a Polícia Federal saiu à caça e prendeu Daniel Dantas. Ele foi autuado em flagrante, pelo conjunto da obra.

No entanto, o ministro Gilmar Mendes concedeu imediato habeas corpus ao ator e meliante: o presidente do STF não perde os capítulos de Ciranda de Pedra, além de se declarar fã do personagem Natércio Prado (interpretado por Dantas).

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Anima Mundi - Curtas 13

S.I.T.E., de Pablo Orlowsky - 1.gif
Animadores, de Allan Sieber - 2.gif
Cook, Mug, Cook!, de Jirí Barta - 5.gif
Casa de Máquinas, de Maria Leite e Daniel Herthel - 2.gif
Monsieur Cok, de Franck Dion - 1.gif
De Zwemles, de Danny de Vent - 4.gif
Dji Vou Veu Volti, de Benoit Feroumont - 3.gif

A volta de Jirí Barta após 18 anos em destaque: Anima Mundi - Curtas 13.

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Anima Mundi - Curtas 12

Fear, de Agustin Graham - 0.gif
Replay, de Boumediane, Delmeule, Voisin e Felicite-Zulma - 2.gif
Plastic People, de Pavel Koutský - 4.gif
Mahi, de Mahmoud Fakhrinejad - 0.gif
La Tête dans les Flocons, de Bruno Collet - 0.gif
Unpredictable Behaviour, de Ernst Weber e Pasha Shapiro - 0.gif
Cânone para 3 Mulheres, de Carlos Eduardo Nogueira - 0.gif
How to Hook Up Your Home Theater, de Kevin Deters e Stevie Wermers-Skelton - 3.gif

Para ler, só acessar: Anima Mundi - Curtas 12.

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julho 11, 2008

Kung Fu Pando

pando4.gif
Até 1 Giga de arquivos pelo Guerreiro Dragão.

Kung Fu Pando: além de mestre em artes marciais, compartilha até 1 Gigabyte de arquivos pela internet.

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julho 10, 2008

O Homem que Matou o Facínora

The Man Who Shot Liberty Valance, 1962
Direção: John Ford
Cotação - 5.gif

A Revista Zingu! me convidou para escrever sobre O Homem que Matou o Facínora no Dossiê John Wayne.

Irrecusável! Cinema, como já disse Orson Welles, resume-se a John Ford, John Ford e John Ford.

E falta, na crítica, o diálogo imortal de O Homem que Matou o Facínora, que coloco abaixo:

"Here is the West, Sir. When the legend becomes fact, print the legend".

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julho 09, 2008

Satyagraha

Satyagraha (com "y" mesmo, ao contrário do que escrevem os jornais) significa "insistir pela verdade", em sânscrito.

A autobiografia de Mahatma Gandhi se chama, justamente, Satyagraha, em alusão ao movimento de resistência pacífica que, contra o domínio colonial inglês, levou à independência da Índia e do Paquistão.

Philip Glass, a partir da não-violência de Gandhi, compôs a ópera Satyagraha - libreto de Constance DeJong -, cujo início disponibilizo abaixo. Staatsoper Stuttgart, sob a regência de Dennis Russell Davis: Ato I "Tolstoy", Cena I "The Kuru Field of Justice".


Satyagraha, de Philip Glass, pela Staatsoper Stuttgart.

Detalhe: Satyagraha foi encenada em abril de 2008 pelo Metropolitan Opera House, de Nova York. Mera coincidência, ou alguém da polícia federal possui muito bom gosto.

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Cenas de Um Casamento

Murnau, Ford, Ozu, Cimino, Coppola, Scorsese, von Stroheim, Bresson, Demy, Fellini, Buñuel, Satyajit Ray, Malick e tantos outros diretores já encenaram matrimônios no cinema.

Em homenagem ao amor da minha vida - Carolina! -, inicio hoje, com Aurora, série de posts com as seqüências de casamento que mais me marcaram.

Aurora, 1927, de F.W. Murnau


Aurora, 1927, de F.W. Murnau

De todas as cenas, a melhor.

Seduzido pela amante, o marido quis assassinar a esposa. Ela foge para a cidade e ele a segue, arrependido. Ambos embarcam no bonde, enquanto a paisagem externa se modifica lentamente, do ambiente rural para o urbano. As transformações do século XX condensadas em poucos minutos.

Cidade. Em meio ao trânsito caótico, à multidão das ruas, à cacofonia de tipos, a esposa rejeita o marido. Estão à deriva neste mundo novo que não lhes pertence, em que não se encaixam. Há, no entanto, o porto seguro da igreja, onde o matrimônio de dois desconhecidos renova e fortalece os votos enfraquecidos do casal.

Mais do apenas assistir à cerimônia, eles se casam novamente - a fusão de imagens, entre os maridos, no instante do "aceito". Ela o perdoa e, de espectadores no início, os cônjuges saem da igreja como os verdadeiros protagonistas do matrimônio: sacramento enquanto força divina que os reconcilia.

Olhando um para o outro, eles caminham pela rua e nada os atinge. Murnau substitui a imagem da cidade pela do campo - para o cineasta, o meio urbano sempre representou a corrupção do homem , fonte das mais diversas tentações, ao passo que o meio rural sintentiza a inocência e a pureza de nossa alma. O diretor, quiçá, tenha sido o último partidário das idéias de Jean-Jacques Rousseau.

Durante o beijo, que sela o reencontro do casal, a vida pára. Nada mais apropriado.

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julho 08, 2008

A Mocidade de Lincoln - Parte 2


A Mocidade de Lincoln, 1939, de John Ford.

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Segunda parte do comentário em áudio.

O próximo será inédito!

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A Mocidade de Lincoln - Parte 1


A Mocidade de Lincoln, 1939, de John Ford.

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Primeira parte do comentário em áudio.

Já me pediram os comentários em áudio sobre A Mocidade de Lincoln, de John Ford. Posto novamente as duas primeiras partes (consegui outro site para hospedá-las, uma vez que o original as deletou!).

Termino o filme, prometo!

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