puragoiaba, às 15:14 de 14/05
Mais uma série: Grandes Entrevistas Jamais Realizadas.
Outros A Postos, às 17:55 de 14/05
Seleta de Prosa? Mas de onde você tirou esse nome, meu filho?
Farsante, às 12:40 de 14/05
O resultado das chopadas.
FDR, às 13:55 de 14/05
Sensacional curta-metragem de Sérgio Zeigler e Cacilda Teixeira da Costa sobre o pintor Wesley Duke Lee, em que eu tive a oportunidade de participar como "consultor de roteiro" (na verdade, dei um ou outro palpite durante a edição - palpites...
Nariz Gelado, às 11:51 de 14/05
De Bob para Zezinho
1. Fica vedada qualquer menção a Foucault, salvo esta.
2. Pagará multa o blogueiro que publicar qualquer um destes termos: "pensata", "de plantão", "diálogo fecundo" e "num misto de", ainda que a título de brincadeira.
3. Como regra, arte plástica contemporânea só é arte no sentido desta frase: "Meu filho, vê se pára de fazer arte!" Arte contemporânea passa a ser contradição em termos.
4. Somos todos contra a última opinião em voga sobre o Paulo Francis. Elogio ou crítica.
5. "Morno se vomita": aqui é quente ou frio. Frio, de preferência.
6. A qualidade do que se escreve no portal se mede pela capacidade de esculhambar com gentileza.
7. Nenhum nacionalismo, nenhum regionalismo; aqui se fala português por força do acaso. Mas também se falará outro idioma quando necessário e, principalmente, quando desnecessário.
8. A 1ª pessoa do singular serve à farsa; ninguém aqui, antes de completar 60 anos, falará sobre os livros que influenciaram sua formação. Respeitem a memória de Joaquim Nabuco, filisteus.
9. Argumente, seja pela direita ou pela esquerda, mas não lamba a sarjeta. Pense bem antes de soar fascista ou stalinista.
10. O leitor é o cliente, e o cliente costuma ter razão. Como isso tem limites, qualquer ironia será ironia mesmo, sem colher-de-chá.
11. Limpeza (que não é necessariamente clareza), densidade (que não é necessariamente concisão), elegância (que não é necessariamente sobriedade), eis a nossa linguagem.